sábado, 17 de fevereiro de 2018

Especialista revela como transformar asteroides em armas

Asteroide se aproxima da Terra

Com o pretexto de proteger a Terra de corpos celestes perigosos, é possível criar e testar novas armas.

Tal opinião foi expressa ao jornal russo Vzglyad por um dos autores do sistema de defesa planetária "Cidadela" e o director geral da associação do Centro de Defesa Planetária, Anatoly Zaitsev.

De acordo com Zaitsev, no âmbito do desenvolvimento de métodos e meios de intercepção destes objectos espaciais perigosos, é possível testar a eficiência das armas cinéticas como as "flechas de Deus" — satélites de órbita baixa que disparam flechas de volfrâmio.

"A criação de lasers de alta potência instalados no espaço para lutar contra corpos perigosos, não exclui a possibilidade de seu uso em combate", destacou o especialista.

Além disso, ele afirmou que essa tecnologia permite não só mudar a trajectória, mas também fazer com que os corpos caiam numa área determinada da Terra.

Assim, sublinhou que "pode-se dizer sobre a criação de uma 'arma de asteroides'".

Segundo destaca o especialista, asteroides também podem se transformar em armas se "a informação obtida através da sua observação torna-se monopólio de um único país ou de um grupo de países".

Neste caso, "dados sobre o possível lugar e tempo da queda [do asteroide] pode ter sentido militar".

O cientista indica que para prevenir esse cenário é necessário ter apoio legal internacional em forma de tratado apropriado, cujos princípios já foram elaborados pelo Centro de Defesa Planetária e apresentado repetidamente em conferências internacionais.

Actualmente, a humanidade possui tecnologia para proteger-se de perigosos asteroides que se aproximam do nosso planeta.

Os astrónomos cuidadosamente observam continuamente todos os potenciais "visitantes indesejáveis" e avaliam a tempo a possibilidade de colisão com a Terra. Com a ajuda de programas contemporâneos, é possível calcular com antecedência as órbitas de corpos celestes e projectar as trajectórias de seus voos.

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Filipinos encontram um “mau presságio” na praia e temem a chegada do apocalipse


Segundo especialistas, encontrar peixes de água profunda mortos na orla do mar pode ser presságio de um eventual terramoto ou tsunami.

Os habitantes da província filipina Negros Oriental temem a chegada de um apocalipseapós encontrar um tubarão boca-grande morto nas orlas da praia, segundo o Daily Star. “Isto significa muito azar. Um desastre pode estar aí à porta e temos que nos preparar”, assegura Paulino Ocana.

Apesar do medo que o tubarão suscita na população, muitas pessoas tentaram devolvê-lo à água para o salvar, afirmou Peter Ramírez, um pescador local. No entanto, “o animal já estava morto“. As autoridades já estão a investigar a causa da morte, avança a RT.

O exemplar de tubarão media quatro metros e pertence a uma espécie rara conhecida como “boca-grande” pelas dimensões da sua cavidade bocal.

O tubarão, que habita em águas profundas, pode medir até 5,2 metros e viver até 100 anos. Desde que foi descoberto em 1976 só foram reportados 60 avistamentos confirmados no Japão, em Taiwan e nas Filipinas.

Pesca de águas profundas: um mau presságio

O sismólogo japonês Kiyoshi Wadatsumi ressalta que os peixes de águas profundas são criaturas “muito sensíveis a movimentos irregulares” do fundo marinho.

É provavelmente por essa razão que, na crença popular, a aparição deste tipo de peixes na orla da praia se associa à iminência de uma catástrofe natural.

No Japão acredita-se que o peixe-remo é um presságio de um tsunami ou um terramoto. Antes do grande sismo que sacudiu o noroeste do Japão, em 2011, encontraram-se cerca de 20 peixes-remo encalhados nas praias da zona.

Seis anos depois, na província de Surigao, nas Filipinas, ocorreu um terramoto nos dois dias a seguir a ter sido encontrado morto um peixe-remo numa das áreas costeiras da província.

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Descobriram a vacina para a doença mais mortal do século obrigado

Homem e mulher em casaco de laboratório olham para uma tela de computador

Felizmente, o avanço da ciência tem tido resultados muito positivos para a saúde. Graças aos estudos científicos, conseguimos tratar milhares de doenças que no passado não tinham cura.

No entanto, tem sido muito difícil encontrar uma cura para o cancro… até agora! Recentemente, os pesquisadores lançaram uma boa notícia: já foi criada uma vacina que destrói a doença mais mortal do século!

Uma equipe da Universidade de Stanford afirma ter encontrado uma vacina que ataca tumores em todo o corpo. Essa mesma equipe desenvolveu um dos tratamentos de cancro mais utilizados actualmente. De acordo com eles, a injecção desencadeia uma resposta defensiva do corpo, que começa a atacar todos os tumores espalhados.

A vacina é tomada em duas vezes, e ela activa o sistema imunológico para combater o cancro. Até agora, os testes em ratos de laboratório foram muito bem sucedidos. A injecção eliminou os tumores mais difíceis de tratar e mais espalhados pelo corpo dos roedores.

Agora, a equipe de cientistas está recrutando pacientes com linfoma para fazerem ensaios clínicos em humanos! Para além de ser eficiente, a vacina é económica e raramente causa efeitos colaterais adversos, ao contrário da quimioterapia e tratamentos semelhantes.

De acordo com a equipe da Universidade de Stanford, apenas uma injecção desencadeia uma resposta do corpo inteiro. Isso faz com que o sistema imunológico ataque todos os tumores espalhados. E o melhor de tudo? A injecção funciona com vários tipos diferentes de cancro.

“Nossa abordagem usa uma aplicação única de quantidades muito pequenas de dois agentes para estimular as células imunes apenas dentro do próprio tumor. Nos ratos, vimos efeitos surpreendentes do corpo, incluindo a eliminação de tumores em todo o animal,” disse Ronald Levy, professor de oncologia e um dos principais autores da vacina. Este homem também trabalha no laboratório que desenvolveu o Rituximabe, uma forma de quimioterapia amplamente utilizada.

O novo método funciona para reactivar as células T específicas de cancro. Eles injectam uma milionésima de grama de dois agentes directamente no local do tumor. O primeiro, um curto trecho de ADN, trabalha com células imunes próximas para aumentar a efectividade de um receptor activador na superfície das células T. O segundo, um anticorpo que se liga ao receptor, activa as células T para atacarem as células cancerígenas.

Agora, Levy e os parceiros estão recrutando 15 pacientes com linfoma. Se o tratamento funcionar em humanos, esta descoberta pode significar uma enorme mudança no ramo da saúde! Já imagina-te conseguirmos tratar a doença mais mortal do século?

Para quem quiser saber mais sobre esta nova vacina e os ensaios em humanos...

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Os nazis estavam planeando construir uma ESTRELA DA MORTE para destruir cidades inimigas

Estrela da Morte

Os nazis tinham planos para criar uma máquina para matar semelhante à ESTRELA DA MORTE, que poderia destruir as cidades principais de seus inimigos do espaço externo durante a Segunda Guerra Mundial, foi revelado.

Cientistas do regime maligno estavam projectando uma "arma solar" gigante de um quilómetro de quilómetros que orbitaria a Terra e arrasar as cidades.

A tecnologia teria funcionado de forma semelhante a um espelho gigante que reflectiria e concentraria os raios do Sol e queimaria as cidades na Terra.

O satélite que foi chamado de "espelho espacial" foi planeado para orbitar na Terra 8 200 quilómetros acima do equador.

A revelação foi feita num artigo de 1945 chamado "Nazi Men of Science Seriamente planeado para usar um Satellite Manmade como uma arma para conquista" na revista Life.

O artigo diz, no entanto: "Se a arma do Sol teria realizado o que eles esperavam, no entanto, é outra questão".

Um dos principais problemas era que, com a tecnologia da época, não havia um foguete poderoso o suficiente para levantar a arma para o espaço.

Mas se os nazis conseguissem entrar no espaço, teria sido capaz de "queimar uma cidade inimiga e  deixá-la em cinzas ou ferver parte de um oceano".

Estrela da Morte
O satélite foi chamado de "espelho espacial"

Desde a Segunda Guerra Mundial, muitas pessoas alegaram que os nazis estavam planeando criar tecnologia lá fora, como um "sino nazi", que teria permitido ao Terceiro Reich visitar a Lua, Marte e até mesmo sistemas de estrelas distantes ao fazer uso de um sistema de propulsão inexplicável e desafiador da gravidade, de acordo com os teóricos da conspiração.

Adolf Hitler disse ter ordenado o desenvolvimento da tecnologia como parte de um programa espacial Nazi secreto.

Discutir a história por trás da teoria nesta semana, John Goforth e Brent Hand, do podcast da Hysteria 51, disseram: "À medida que as paredes começam a fechar em Hitler, coloca ainda mais recursos em suas Wunderwaffe ou Wonder Weapons. 

"O prémio do lote? Uma máquina em forma de sino potencialmente capaz de destruir tudo e todos no caminho ou talvez mesmo alterando o próprio tempo.

"Mas o que aconteceu com este projecto secreto nazi secreto? Já existe mesmo? 

"Hitler estava à beira do uso do sino nazi para mudar a história para sempre e, em caso afirmativo, onde está agora?"

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Cientistas ficam surpresos com antigas pinturas de extraterrestres e OVNIs

Pintura rupestre

Um grupo de arqueólogos indianos recorreu à NASA e à Agência de Investigação Espacial Indiana para que lhes ajudassem a decifrar algumas pinturas pré-históricas, encontradas em cavernas de Charama, no estado central indiano de Chhattisgarh.

Muitas destas pinturas rupestres de 10 mil anos de idade, representa figuras similares a extraterrestres e OVNIs dos atuais filmes de ficção científica. O arqueólogo JR Bhagat ficou perplexo com as imagens, segundo informa o jornal Daily Star.

"Os achados sugerem que os humanos pré-históricos poderiam ter visto ou imaginado seres de outros planetas, algo que continua despertando a curiosidade da gente e dos pesquisadores", comentou.

O cientista afirmou que na cidade de Charama não há especialistas que possam esclarecer o significado das pinturas.

O investigador especificou também que algumas partes dos desenhos são difíceis de interpretar e que alguns personagens são representados com objectos parecidos com armas.

"Os desenhos foram feitos com cores naturais que apenas ficaram desbotados apesar da idade", sublinhou Bhagat. Em algumas imagens, os personagens inclusive estão "vestidos com roupas espaciais".

O vídeo sobre os achados de Charama foi publicado no YouTube, no domingo passado (11), e já tem mais de 50 mil visualizações.


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Plano mirabolante de Elon Musk vai levar internet barata a todo o mundo


A companhia espacial SpaceX vai fazer mais um lançamento com o foguete Falcon 9 no próximo sábado. E a carga desta vez é muito especial.

A carga útil primária será um satélite espanhol para o seu cliente Paz.No entanto, a carga secundária é que é a interessante, uma vez que se trata de dois satélites demonstrativos que a empresa quer colocar em órbita para testar o plano de oferecer serviço de comunicação via internet de banda larga para o mundo todo.

Os pequenos satélites – Microsat-2A e Microsat-2B – têm uma vida útil planeada de apenas 20 meses. Ambos irão conter transmissores de banda larga e, uma vez em órbita, a companhia testará a conectividade com várias estações terrestres, incluindo estações móveis e uma lista de locais que inclui os escritórios do CEO Elon Musk, como o da empresa de carros elétricos Tesla.

A SpaceX tem mantido segredo sobre o plano para oferecer acesso à internet generalizado. Durante uma conferência de imprensa semana passada, Musk não quis falar sobre o projeto, informalmente conhecido como Starlink.

No entanto, é difícil manter sigilo quando existem tantos documentos públicos à volta da proposta.

O que sabemos é que, nos próximos anos, a empresa espera lançar 4.255 satélites interligados de internet de banda larga para orbitar cerca de 1120 a 1280 quilómetros acima da Terra, além de outros 7.500 em órbitas inferiores.

Os documentos de aprovação do teste de sábado sugerem que o par de satélites será enviado a uma órbita cerca de 510 quilómetros acima da Terra. Em comparação, a Estação Espacial Internacional orbita o planeta a cerca de 400 quilómetros. Também indicam que a empresa está a trabalhar com parceiros na Argentina, Noruega e Nova Zelândia.

Hoje, cerca de 1.740 satélites ativos orbitam a Terra, além de 2.600 satélites mortos que estão provavelmente a flutuar no espaço. A frota planeada da SpaceX, de cerca de 12 mil satélites, seria quase três vezes maior.

A SpaceX está numa corrida cada vez mais competitiva para estabelecer acesso à internet rápido, generalizado e acessível por todo o planeta. A empresa acha que esse mercado vale dezenas, senão centenas, de milhares de milhões de dólares por ano.

Uma rede de satélites espacial eliminaria obstáculos e despesas de instalar tecnologias em terra. Desafios comuns associados à localização, escavação de buracos, colocação de fibra e tratamento de direitos de propriedade, por exemplo, são todos diminuídos por uma rede baseada no espaço.

Os custos mais baixos também poderiam resolver questões de acesso. Num pedido legal de julho de 2016, a SpaceX incluiu um dado de um relatório da Unesco afirmando que “4,2 milhares de milhões de pessoas (ou 57% da população mundial) estão offline por uma ampla gama de razões”, incluindo o facto de que a conectividade necessária não está presente ou não é acessível.

O plano de Musk é oferecer ao planeta inteiro internet com velocidade de 1 giga por segundo. A velocidade média global no final de 2015, de acordo com um relatório da empresa Akamai, era de 5,6 megabits por segundo, ou 1/170 da velocidade-alvo da SpaceX. Essa internet poderia ser acedida através de dispositivos relativamente pequenos que Musk disse em 2015 que custariam entre 100 e 300 dólares (cerca de 80 a 242 euros).

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Gravuras rupestres descobertas nas margens do Guadiana são do Calcolítico

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Os novos núcleos de arte rupestre encontram-se nas margens do rio perto da Ermida de Nossa Senhora da Ajuda, no concelho de Elvas.

As cinco gravuras descobertas na semana passada nas margens do rio Guadiana, em Elvas, postas à vista devido à descida das águas por causa da seca, poderão ser do Calcolítico. Esta hipótese foi avançada pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) depois de ter enviado ao local da descoberta, junto à Ponte da Ajuda, um arqueólogo que contactou o “achador” das gravuras rupestres, Joaquim Larios Cuello, e o responsável pela sua divulgação, o historiador Luís Lobato de Faria.

As rochas com as gravuras, que lembram a forma de serpentes e de figuras humanas através de picotados em rochas, “enquadram-se no tipo de manifestação artística” já antes identificada a jusante, refere a DRCA. António Martinho Batista, investigador de arte pré e proto-histórica e até recentemente director do Parque Arqueológico do Vale do Côa, que foi consultado sobre este achado, admite que a arte rupestre descoberta nas margens do Guadiana “pode ser inédita”. Na apreciação que entretanto fez dos novos achados, coloca a hipótese de que estes se podem inserir no período II da arte rupestre do Guadiana, acrescentando que as gravuras podem ser arte calcolítica, ou seja, da Idade do Cobre.

A DRCA adianta que está a preparar, com a Câmara de Elvas, Martinho Batista e os achadores das gravuras, uma campanha de estudo e documentação gráfica e fotográfica destes novos achados.

Nos finais de Abril de 2001, decorriam então os trabalhos de construção da Barragem do Alqueva foram descobertas, perto de Monsaraz, dezenas de painéis de gravuras datadas do Neolítico, localizadas numa extensão de dez quilómetros na margem direita do rio Guadiana. O achado ocorreu quando os especialistas procediam a uma acção de prospecção realizada nas margens do rio.

Desde os finais dos anos 90 do século passado que é conhecida a existência de gravuras rupestres do período neolítico nas margens espanholas do rio Guadiana, a apenas alguns quilómetros a montante da Barragem do Alqueva.

A prospecção arqueológica efectuada em 1996 conduziu à descoberta de três núcleos de arte rupestre, localizados junto às localidades de Agualta, São Cristóvão e Valadares.

Fonte: Publico

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Homem afirma ter viajado até ao ano de 2030


Norte-americano de 50 anos faz revelações inéditas sobre os próximos anos da humanidade.

Noah, nome fícticio pelo qual é conhecido, é um norte-americano que está a criar polémica por todo o mundo. 

O homem de 50 anos afirma que aparenta ter 25 devido a comprimidos fornecidos pela CIA que impedem o envelhecimento. Em entrevista ao programa de rádio Kyle and Jackie O, o suposto viajante do tempo fez previsões para os próximos 12 anos após afirmar ter viajado ao ano de 2030. 


Todas as afirmações foram dadas como verdadeiras num teste de detetor de mentiras. Não é a primeira vez que o americano é notícia por afirmar viajar no tempo, mas esta é a primeira entrevista na qual Noah faz previsões detalhadas sobre o que acredita serem os próximos anos da humanidade. 

Segundo o homem, que diz ter começado a sua missão ainda no secundário, o atual presidente dos Estados Unidos será reeleito, mas será sucedido por Ilana Remikee, uma descendente de Martin Luther King Jr. Noah crê que Ilana chegará à Casa Branca aos 21 anos devido a uma nova lei que autoriza presidentes mais novos. 

No futuro, previsto por Noah, os pais poderão "criar e produzir" os próprios filhos, mas a um preço muito elevado. 

Afirma que, embora sejam impostas certas limitações, os pais poderão alterar os genes das crianças de modo a eliminar qualquer doença que tenham antes do nascimento ou que possam vir a contrair ao longo da vida. 


A tecnologia terá também um grande papel no futuro. Noah contou ao entrevistador que a cripto moeda terá uma grande influência mas a moeda atual continuará em circulação. 

Os humanos chegarão a Marte em 2028 e nesse mesmo ano, as viagens no tempo serão de conhecimento público. 

 Como forma de provar a veracidade dos testemunhos, Noah aceitou fazer um teste de polígrafo, mas continua sem convencer os mais céticos. 

Segundo especialistas, a prova dá como verdadeira uma resposta falsa se o individuo acreditar muito na sua resposta. 

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Cientistas exploram misterioso ecossistema marinho preso no gelo há 120 mil anos


A rutura do bloco de gelo A-68, com quase seis mil quilómetros quadrados e a sua separação da plataforma de gelo Larsen C, na Antártida, teve um efeito inesperado: um misterioso ecossistema marinho completamente desconhecido.

Uma equipa de cientistas, liderada pelo British Antarctic Survey (BAS), começou esta semana a explorar este misterioso ecossistema, que permaneceu debaixo da plataforma de gelo antártico – recentemente exposto à luz – durante mais de 120 mil anos.

Quando o bloco de gelo A-68 se moveu, criando uma fenda, revelou uma extensão aquosa com mais de 5800 quilómetros quadrados que nunca havia conhecido a luz solar.

Agora, a equipa de cientistas do BAS começa a sua corrida em direção a essas águas geladas para explorar a vida que poderiam conter – antes desta rápida transformação no ecossistema antártico irrevogavelmente altere a sua existência.

“Nós não sabemos nada sobre este ecossistema. Foi coberto por uma plataforma de gelo de várias centenas de metros de espessura”, disse o biólogo marinho Katrin Linse, ao The Independent. “É importante chegar lá rapidamente antes que o ecossistema mude, visto que, à medida que a luz solar entra na água, as novas espécies começam a colonizar”.

Linse e a equipa de cientistas vão esta semana para as Ilhas Falkland. Na viagem, que irá durar três semanas, os cientistas vão recolher animais marinhos, micróbios, plâncton, sedimentos e amostras de água, além de documentar evidências de novos mamíferos marinhos ou aves que possam ter migrado para as águas expostas.

Embora seja este o plano traçado, a equipa reconhece que não sabe o que esperar quando chegar lá. “Estamos a entrar numa área onde não sabemos o que vamos encontrar, e isso é excitante“, disse Linse à BBC News Radio.

O que é certo é que é vital que os cientistas aproveitem esta oportunidade, dado que uma porta destas pode demorar mais 120 mil anos a abrir.

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O QUE AINDA HÁ POR DESCOBRIR PARA ALÉM DAS FRONTEIRAS DO SISTEMA SOLAR?

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A novidade foi hoje divulgada pela Universidade Técnica da Dinamarca: 95 novos planetas foram descobertos pelo telescópio norte-americano Kepler, mostrando que ainda há muito por descobrir além das “fronteiras espaciais”.

Da lista dos 257 possíveis candidatos, 149 novos exoplanetas foram validados como verdadeiros planetas, com 95 destes a serem descobertos só agora. Publicados na revista de referência Astronomical Journal, os dados agora recolhidos vêem aumentar a lista de exoplanetas conhecidos até ao momento, num número que ascende já os 3600, com diversos tamanhos, entre o planeta Terra e Júpiter.

Criado em 2009 pela NASA, o telescópio Kepler tinha como objectivo ajudar a desvendar os mistérios que ainda residem para lá do nosso sistema solar, em especial no que diz respeito aos exoplanetas. Para 2019 está previsto o lançamento do telescópio James Webb, que se lançará na aventura de descobrir exoplanetas do tamanho da Terra, quem sabe com todas as características para suportar vida, tal como a conhecemos.

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Diabetes. Portugal tem dos melhores tratamentos do mundo. Falta prevenção


Cerca de 300 profissionais de saúde vão reunir-se para tentar criar pontes entre os saberes da diabetologia e da cardiologia. Um dos objetivos é diagnosticar e tratar melhor a diabetes, responsável por 30% dos internamentos por AVC

As pessoas com diabetes têm o dobro do risco de sofrer de doenças cardiovasculares, a principal causa de morte em Portugal, quando comparadas com a população em geral. Por isso, o país tem de atuar melhor nas medidas de prevenção e estar alerta para "diagnosticar sinais e sintomas" e "tratar precoce e intensivamente" a doença. Quem o diz é João Filipe Raposo, diretor clínico da Associação Protetora de Diabéticos de Portugal (APDP), que entre amanhã e sábado organiza o encontro "O Coração da Diabetes", no SUD Lisboa.

O evento contará com a presença de 300 profissionais de saúde de áreas relacionadas com a diabetes e as doenças cardiovasculares, como a endocrinologia, a medicina geral e familiar, a medicina interna e a cardiologia. "Vamos discutir uma das consequências maiores da diabetes, que é a mortalidade e morbilidade cardiovascular", adianta João Filipe Raposo.

A diabetes é responsável, atualmente, por cerca de 30% dos internamentos por enfarte e AVC. Além disso, corresponde "a uma mortalidade superior e mais dias de internamento, com consequências em termos de reabilitação e tratamentos necessários". No encontro, adianta o especialista em endocrinologia, a aposta "é discutir se este panorama - dos mais difíceis de mudar em Portugal e lá fora - pode ser alterado". João Raposo acredita que, "se houver colaboração entre as diferentes especialidades, é possível, com certeza, diagnosticar mais cedo a patologia cardiovascular e tratá-la de modo mais eficaz, evitando que chegue às últimas consequências, que são o internamento e a morte".

Os doentes diabéticos têm um risco de morte de causa vascular duas a três vezes superior ao da população sem diabetes. Destacando que Portugal tem dos "melhores tratamentos do mundo", o diretor clínico da APDP recorda que estes "são caros", o que "ameaça a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e, por outro lado, tem consequências para os doentes e para as suas famílias". Nesse sentido, o especialista propõe que Portugal melhore "a atuação nos comportamentos de prevenção". "O país tem de tratar melhor os fatores de risco, o que implica um melhor controlo da diabetes, dos níveis de colesterol e dos lípidos em geral e da tensão arterial", destaca.
Tratamentos personalizados

Durante o evento, João Raposo diz que é esperado, ainda, que "os profissionais possam rever estratégias para fazer diagnóstico precoce e efetuar terapêutica adequada em função da pessoa que estão a tratar", pois cada vez mais nos aproximamos de uma "medicina personalizada/individualizada".

Em Portugal, o número de diabéticos é superior a um milhão, mas apenas 700 mil pessoas estão diagnosticadas, pois trata-se de uma doença que na maior parte dos casos é assintomática. "Isto significa que quase 400 mil não têm diagnóstico". De acordo com um estudo publicado no final do ano pela Direção-Geral da Saúde, morrem por ano entre 2200 a 2500 mulheres e cerca de 1600 a 1900 homens por diabetes, o que corresponde a mais de 4% das mortes das mulheres e de 3% nos homens. "Mas, normalmente, as pessoas não morrem por diabetes como causa primária, mas por doenças cardiovasculares associadas." Nesse campo, sabe-se que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em Portugal, com cerca de 35 mil mortes por ano, mas não se sabe quantas dessas pessoas são diabéticas.

Para resolver o problema da diabetes, o especialista em endocrinologia diz que é preciso uma "estratégia global", que passa, em primeiro lugar, por um "programa de prevenção primária" que deve assentar numa "estratégia multissetorial" para a adoção de estilos de vida saudáveis, que envolva instituições de saúde, empresas, escolas, urbanismo, transportes públicos. Segue-se uma "prevenção secundária eficaz", que implica o diagnóstico das quase 400 mil pessoas que não sabem que têm a doença, porque, se for feito precocemente, o tratamento é mais eficaz.
Por último, o país precisa de "políticas mais eficientes e eficazes" para as complicações da diabetes, "uma área em que ainda gastamos muito no tratamento. É necessário fazer diagnóstico precoce das complicações oculares da diabetes".

Estilos de vida saudáveis

Tentar minimizar os problemas relacionados com a doença implica apostar na mudança de hábitos de vida dos portugueses. A promoção da atividade física, uma alimentação mais saudável e evitar o tabagismo "são três fatores que contribuirão de forma significativa para prevenir um número elevado de pessoas com obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares, o que representará ganhos em termos de saúde".

Fonte: DN

Governo vai criar Agência Espacial Portuguesa e apoiar construção de satélites de nova geração


Resolução do Conselho de Ministros desta quinta-feira determina que a proposta para a criação, instalação, financiamento e operação da Agência Espacial Portuguesa seja apresentada até ao final do ano por um grupo de trabalho interministerial a criar para o efeito

Portugal vai criar uma agência espacial que deverá integrar todos os programas nacionais ligados ao espaço. Esta é uma das principais medidas da Estratégia Portugal Espaço 2030, que é aprovada esta quinta-feira num Conselho de Ministros temático dedicado ao conhecimento e à inovação.

A Resolução do Conselho de Ministros sobre a estratégia até 2030, a que o Expresso teve acesso, determina que a proposta para a criação, instalação, financiamento e operação da Agência Espacial Portuguesa (AEP) seja apresentada até ao final do ano por um grupo de trabalho interministerial a criar para o efeito, denominado Portugal Espaço 2030. Este grupo de trabalho irá alargar o âmbito, os objetivos e o impacto do atual Programa do Espaço da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a principal agência pública nacional de apoio à investigação científica.

O documento ressalva que a criação da AEP será feita "sem prejuízo das competências atribuídas ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) no domínio da observação da Terra e da meteorologia, clima e mar, bem como das responsabilidades assumidas no quadro da EUMETSAT", a organização intergovernamental europeia a que Portugal pertence que fornece dados de satélite, imagens e produtos sobre o tempo e o clima 24 horas por dia aos serviços meteorológicos nacionais.

BASE ESPACIAL NOS AÇORES: ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

Por outro lado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em colaboração com o Governo Regional dos Açores, vai coordenar a divulgação e promoção do estudo da Universidade do Texas em Austin (UTA) sobre a instalação de uma base espacial no Açores para prestar serviços de lançamento de satélites para o espaço, através da FCT, da Agência Nacional de Inovação, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e da Agência Espacial Europeia (ESA). O objetivo é atrair investimento direto estrangeiro para o setor espacial português.

Ao mesmo tempo, a Resolução do Conselho de Ministros determina que será lançado até ao fim do ano um concurso público internacional de ideias para "a eventual instalação nos Açores de serviços de lançamento de satélites" com base no estudo da UTA e de estudos em cursos desenvolvidos através da ESA, que devem funcionar através de um modelo que promova a segurança das populações da ilha onde os serviços forem instalados, a proteção ambiental e a cooperação internacional, bem como a capacidade da tecnologia e das empresas portuguesas na área dos sistemas e equipamentos espaciais.

A Estratégia Portugal Espaço 2030 encara o espaço "como um recurso fundamental para as ambições coletivas de Portugal, das suas empresas e instituições científicas e tecnológicas, públicas e privadas, e estimula a democratização contínua do acesso ao espaço" com base em três eixos estruturantes. O primeiro é a exploração de dados e sinais espaciais para promover novos mercados e emprego qualificado na agricultura, pescas e outras atividades marítimas, ambiente, infraestruturas, desenvolvimento urbano, saúde pública, defesa e segurança. O segundo é o desenvolvimento , construção e operação de equipamentos, sistemas, infraestruturas e serviços de produção de dados espaciais, dando prioridade aos satélites de nova geração (mini, micro e nanosatélites) e respectivos lançadores (foguetões). E o terceiro é reforçar as competências nacionais no espaço através da investigação científica, inovação tecnológica, formação e educação.

INVESTIMENTO PÚBLICO NO ESPAÇO VAI AUMENTAR CINCO VEZES

O Ministério do Planeamento e das Infraestruturas vai, entretanto, adaptar os fundos estruturais europeus e os programas de financiamento público do setor espacial de modo a que o investimento no espaço aumente cinco vezes nos próximos cinco anos.

O Conselho de Ministros aprova também esta quinta-feira uma resolução em que autoriza a FCT a criar ou participar "na constituição de um entidade de direito privado português de tipo associativo" que tenha como objetivo a criação, instalação e funcionamento do Centro Internacional de Investigação do Atlântico (AIR Center) nos Açores. O orçamento até 2023 para tornar operacional o AIR Center é de 5,3 milhões de euros.

O AIR Center, que se vai dedicar ao espaço, oceanos, clima, energia e ciência de dados, foi fundado numa cimeira em Florianópolis, no Brasil, a 21 de novembro de 2017, pelos governos de Portugal, Açores, Brasil, Espanha, Angola, Nigéria, Cabo Verde, Uruguai e São Tomé e Príncipe, tendo nesta fase o Reino Unido, África do Sul, Argentina e Índia como países observadores.

Um dos objetivos da Estratégia Portugal Espaço 2030 é a criação de emprego científico e emprego qualificado. A indústria aeroespacial portuguesa, constituída por mais de 70 empresas, já emprega cerca de 20 mil pessoas, tendo um índice de exportação de 87%.

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Pela primeira vez, um relógio atómico portátil foi usado para medir a gravidade


Os relógios atómicos são capazes das mais precisas medições físicas que a humanidade conseguiu fazer, mas por serem tão complexas, foram restringidas a uso em laboratório. Até agora.

Pela primeira vez, os cientistas desenvolveram uma versão portátil, e usaram-na para fazer medições da gravidade fora das configurações de um laboratório.

A tecnologia envolvida num relógio atómico é de cortar a respiração. Os cientistas acompanham a oscilação extremamente regular dos átomos presos por lasers para manter o tempo mais preciso possível, permitindo que o relógio meça até à 18ª casa decimal.

O relógio atómico mais preciso alguma vez construído usando átomos de estrôncio contido numa rede de lasers, conhecida como uma rede ótica de relógio atómico, não vai ganhar ou perder um único segundo durante 15 mil milhões de anos. O que é mais do que a atual idade do Universo.

Os átomos de estrôncio são resfriados a uma temperatura pouco acima do zero absoluto, preso pelo padrão de interferência de dois raios laser. O laser excita o átomo, causando nele oscilação.

O novo relógio atómico portátil, também uma rede ótica de relógio atómico desenvolvida por investigadores alemães, não é tão preciso como o quebrador de recordes de 2015: tem uma incerteza de 7.4 × 10−17.

No entanto, é suficientemente preciso para medir o deslocamento gravitacional, de acordo com a equipa de cientistas.

Sabemos que a gravidade afeta a matéria. Sabemos que também afeta a luz. E também sabemos que tem um efeito no tempo – onde a gravidade é mais forte, o tempo passa mais devagar.

Não seríamos capazes de detetar estas variações com um relógio comum, mas os relógios atómicos são tão precisos que podem ser usado para medir este efeito. Este campo é chamado geodésia relativista, porque, surpresa, foi prevista pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein.

O deslocamento gravitacional também foi medido por relógios atómicos em configurações de laboratório anteriormente. Medi-lo com relógios atómicos portáteis não nos diz nada de novo sobre o deslocamento gravitacional, mas diz-nos se vale a pena insistir nos relógios atómicos portáteis.

A equipa levou o relógio para um reboque de temperatura estabilizada e amortecido de vibração para o Laboratório Subterrâneo de Modane francês, e comparou com as medidas realizadas no Instituto Nacional de Pesquisa Meteorológica em Torino, a 90 quilómetros de distância e a uma diferença de altura de 1.000 metros.

Uma ligação por fibra ótica e combinações de frequência permitiram que os dois relógios estivessem ligados e as suas leituras fossem comparadas com a máxima precisão.

Entretanto, as medidas também foram tiradas usando um relógio de fonte de césio de criogénico e um relógio de rede ótica de itérbio. Depois, os cientistas levaram o relógio até Torino para comparar com as medidas feitas naquele local.

As medidas foram consistentes, mas o relógio ainda precisa de ser trabalhado, segundo Andrew Ludlow, do Instituto Nacional de Standards e Tecnologia, que não participou na pesquisa.

“Como já seria de esperar neste esforço pioneiro, as medidas não foram perfeitas“, escreveu o cientista para a Nature Physics. “Havia períodos de tempo em que o relógio ótico portátil não funcionava, e a precisão das medidas estava limitada pela capacidade de relógios óticos”.

“E enquanto a medida geodésica relativista concordava com as medidas geodésicas convencionais, a sua precisão era duas ordens de magnitude abaixo das técnicas convencionais”.

No entanto, a experiência provou o princípio, representando um marco significativo para os relógios atómicos portáteis. No futuro, estes relógios poderão ser utilizados de formas muito mais flexíveis do que os atuais relógios atómicos ligados a laboratório.

Os resultados do estudo foram publicados na segunda-feira na revista Nature Physics.

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Meteorito de Chelyabinsk pode causar danos à saúde

O fragmento do meteorito de Chelyabinsk

Os visitantes devem evitar tocar o fragmento do meteorito de Chelyabinsk exposto no Museu Regional do Ural do Sul, adverte o geólogo Sergei Kolisnichenko segundo o portal Chelyabinsk Segodnya.

Segundo o cientista, o contacto directo com esse corpo celeste pode causar danos à saúde devido aos microrganismos que vivem na sua superfície, por isso não se deve tocar o meteorito "de jeito nenhum".

"Muitas pessoas tocaram o meteorito e o contaminaram com bactérias de origem terrestre. O corpo celeste ainda não foi estudado, não sabemos como essas bactérias podem se comportar. Por isso, é melhor evitar tocá-lo para não colocar em perigo sua saúde e vida", informou Sergei Kolisnichenko durante conferência de imprensa no centro regional.

O maior fragmento do meteorito caiu no lago Chebarkul a 15 de fevereiro de 2013. Os residentes da região de Chelyabinsk e das proximidades testemunharam sua passagem pelo céu durante a explosão. Antes de entrar na atmosfera, o peso do objecto era de 13 mil toneladas e a idade de aproximadamente 4,45 biliões de anos.

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Motor de avião desfaz-se em pleno voo e obriga a aterragem de emergência


O motor de um avião Boeing 777 da United Airlines desintegrou-se no ar naquele que foi “o voo mais assustador da vida” dos seus passageiros. Mas tudo acabou bem, com uma aterragem segura e muitas imagens nas redes sociais.

O voo da United Airlines que tinha levantado de S. Francisco, nos EUA, rumo a Honolulu, no Hawaii, sobrevoava o Oceano Pacífico quando se ouviu um estrondo. Tinha sido acobertura do motor a desprender-se do avião, anunciou a companhia de aviação num comunicado citado pelo Business Insider.

Várias fotografias e vídeos publicados pelos passageiros nas redes sociais mostram o motor descoberto e a abanar a meio do voo. Algumas peças do motor foram-se soltandodepois da queda da cobertura que ocorreu cerca de 35 minutos antes da hora prevista para a aterragem.

“O voo mais assustador da minha vida” escreve a passageira Maria Falaschi numa das imagens partilhadas na rede social Twitter.

Já o engenheiro da Google, Erik Haddad, que também seguia no voo, prefere uma abordagem mais bem humorada, notando que não há nada sobre casos destes no manual.


I don't see anything about this in the manual #ua1175

O incidente está já a ser investigado pelas autoridades de aviação norte-americanas, não se sabendo ainda o que motivou a perda da cobertura do motor.

O Business Insider apurou que o Boeing 777 envolvido foi adquirido pela United Airlines em 1994, sendo um dos primeiros do seu tipo construídos. A aeronave está contudo preparada para voar com apenas um motor, pelo que o incidente não terá sido tão grave como parece.

A companhia de aviação garantiu que os “pilotos seguiram todos os protocolos necessários para aterrarem a aeronave em segurança”.

Pelas redes sociais, circulam ainda vídeos que mostram os passageiros a prepararem-se para a aterragem e a libertarem todo o susto do momento, com aplausos, após o piloto ter conseguido colocar a aeronave em terra e em segurança.


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O aumento do nível da água do mar está a acelerar (e pode triplicar até 2100)


De ano para ano, o nível da água do mar aumenta. Um novo estudo, baseado em 25 anos de dados de satélite, sustenta o ritmo crescente da acelerada elevação do nível dos oceanos.

O aumento global do nível das águas do mar não está a avançar a um ritmo constante. Em vez disso, a cada ano, o aumento do nível dos oceanos acelera.

A taxa anual de crescimento do nível das águas do mar – cerca de três milímetros por ano – poderia triplicar, mais de 10 milímetros por ano até 2100. Esta é a conclusão de um estudo, que tem por base a análise de 25 anos de dados de satélite, publicadorecentemente na Proceedings of the National Academy of Sciences.

O estudo determina também que, caso o ritmo atual se mantenha, os oceanos podem estar, em média, 66 centímetros mais elevados até ao final do século dentro das estimativas da União Europeia, podendo causar sérias complicações para as cidades costeiras.

“Esta aceleração, impulsionada em grande parte pelo degelo acelerado da Gronelândia e na Antártida, tem o potencial de duplicar a subida do nível da água do mar em 2100, em comparação com as projeções que supõem uma taxa constante: para mais de 60 centímetros, em vez de 30”, disse Steve Nerem, autor principal do estudo.

Baseado em 25 anos de dados de satélites, os resultados do estudo foram “de acordo com as projeções do 5º Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas”.

O aumento do nível dos oceanos é causado tanto por fenómenos naturais, que aumentam ou diminuem o nível da água de ano para ano, como por tendências de longo prazo relacionadas com as mudanças climáticas provocadas pelo Homem.

De acordo com o DW, as mudanças climáticas influenciam o aumento do nível da água do mar de duas formas distintas. Primeiro, as maiores concentrações de gases do efeito estufa na atmosfera aumentam a temperatura da água. Por sua vez, a água depois de aquecida, expande-se.

Essa “expansão térmica” dos oceanos já contribuiu para cerca de metade dos sete centímetros de aumento médio global dos oceanos dos últimos 25 anos, explicou Nerem, professor de Engenharia Aeroespacial na Universidade do Colorado Boulder.

Em segundo lugar, o derretimento acelerado de gelo nos polos também contribui para o aumento do nível das águas do mar, tendo sido esse o fator que mais contribuiu para impulsionar este ritmo de aceleração.

“Esse estudo destaca o papel importante que os registos de satélites podem ter para validar projeções do modelo climático”, disse o coautor John Fasullo, cientista climático do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica.

Foi no século XX que o nível das águas do mar começou a aumentar, tendo o ritmo acelerado devido ao aquecimento global causado pelas emissões de gases de efeito estufa.

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Astrónomos desvendam mistério das super-Terras


De acordo com uma nova investigação liderada por Johanna Teske, do Instituto Carnegie para a Ciência, uma estrela a cerca de 100 anos-luz de distância, na direção da constelação de Peixes, GJ 9827, hospeda o que poderá ser uma das super-Terras mais massivas e densas detetadas até à data.

Esta nova informação fornece evidências que vão ajudar os astrónomos a compreender o processo através qual os planetas se formam. Os resultados foram publicados na Earth and Planetary Astrophysics em novembro.

A estrela GJ 9827 na realidade alberga um trio de planetas, descobertos pela missão Kepler/K2 da NASA, e todos os três são um pouco maiores do que a Terra. Este é o tamanho que a missão Kepler determinou serem os mais comuns na Galáxia com períodos que variam entre vários dias a várias centenas de dias.

Curiosamente, não existem planetas deste tamanho no nosso Sistema Solar. Isto torna os cientistas curiosos acerca das condições sob as quais se formam e evoluem.

Uma chave importante para a compreensão da história de um planeta é a determinação da sua composição. Será que estas super-Terras são rochosas como o nosso próprio planeta? Ou será que têm núcleos sólidos rodeados por grandes atmosferas de gás?

Para tentar entender a composição de um exoplaneta, os cientistas precisam de medir a sua massa e o seu raio, o que lhes permite determinar a sua densidade.

Ao quantificarem planetas deste modo, os astrónomos notaram uma tendência. Parece que os planetas com raios superiores a mais ou menos 1,7 vezes o da Terra têm um invólucro gasoso, como Neptuno, e aqueles com raios menores são rochosos, como o nosso planeta.

Alguns cientistas propuseram que esta diferença é provocada pela fotoevaporação, que retira ao seu invólucro planetário os chamados voláteis – substâncias como água e dióxido de carbono que têm pontos de ebulição baixos – criando planetas com raios mais pequenos. Mas é necessária mais informação para testar verdadeiramente esta teoria.

É por isso que os três planetas de GJ 9827 são especiais – com raios de 1,64 (planeta b), 1,29 (planeta c) e 2,08 (planeta d), abrangem esta linha divisória entre super-Terra (rochoso) e sub-Neptuno (um pouco gasoso).

Felizmente, a equipa de cientistas de Carnegie, que inclui os coautores Steve Shectman, Sharon Wang, Paul Butler, Jeff Crane e Ian Thompson, tem vindo a acompanhar GJ 9827 com o instrumento PFS (Planet Finding Spectrograph), de modo que conseguiram restringir as massas dos três planetas graças a dados já obtidos, em vez de recolherem novas observações de GJ 9827.

“Normalmente, caso seja detetado um planeta em trânsito, são necessários meses, se não um ano ou mais, para recolher observações suficientes a fim de medir a sua massa”, explica Teske. “Dado que GJ 9827 é uma estrela brilhante, já a tínhamos no catálogo de estrelas que os astrónomos de Carnegie monitorizam em busca de planetas desde 2010. Isto era exclusivo ao PFS”.

O espectrógrafo foi desenvolvido por cientistas de Carnegie e acoplado aos telescópios Magalhães do Observatório Las Campanhas.

As observações com o PFS indicam que o planeta b tem aproximadamente oito vezes a massa da Terra, o que o torna numa das super-Terras mais massivas e densas já descobertas. As massas dos planetas c e d estão estimadas em cerca de 2,5 a 4 vezes a da Terra, respetivamente, embora a incerteza nessas duas determinações seja muito alta.

Esta informação sugere que o planeta d tem um invólucro volátil significativo e deixa em aberto a questão de saber se o planeta c tem ou não um invólucro parecido. Mas a melhor determinação da massa do planeta b sugere que é aproximadamente 50% ferro.

“São necessárias mais observações para definir com maior exatidão as composições destes três planetas”, comenta Wang. “Mas parecem ser alguns dos melhores candidatos para testar as nossas ideias de como as super-Terras evoluem, potencialmente usando o futuro Telescópio Espacial James Webb da NASA”.

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Raio faz buraco do tamanho de uma pessoa num bombardeiro B-52

Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA

Os mecânicos da Força Aérea dos EUA na Base Aérea de Berksdale, Louisiana, tiveram que substituir a cauda de um bombardeiro B-52 atingido por um raio, informa o portal The Aviationist.

O incidente aconteceu a 19 de dezembro, mas a informação sobre o ocorrido só foi divulgada recentemente. De acordo com o jornal, o impacto sucedeu durante a manobra de pouso do avião. 

A tripulação notou o buraco na cauda equivalente à altura de uma pessoa somente depois de o bombardeiro ter pousado.

O impacto foi tão forte que o para-raios e os sistemas antichoque foram inúteis.

"Tivemos que realizar a substituição completa da cauda, e este foi o meu primeiro caso deste tipo em 15 anos de trabalho com estas aeronaves", cita o jornal as palavras do sargento Eric Allison da Força Aérea dos EUA, mecânico do B-52.

Assim, os especialistas instalaram no bombardeiro a cauda de uma outra aeronave desactivada.

A lightning strike tore a person-sized gash in a B-52 bomber tail — via @TheAviationist http://read.bi/2st5ACs

​O bombardeiro estratégico de segunda geração B-52 Stratofortress está em serviço da Força Aérea dos EUA desde 1955 e continua sendo a principal aeronave da aviação de longo alcance. 

De acordo com os planos do Pentágono, a aeronave será substituída pelo bombardeiro B-21 Raider, que deverá ser entregue em meados de 2020.

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Cientistas desenvolvem plástico ecológico a partir de batatas

Copo de plástico “verdadeiramente biodegradável” feito de fécula de batata da Biomebioplastics

O plástico é um dos maiores problemas que enfrentamos hoje em dia, representando uma grande ameaça para as espécies marinhas. O uso de materiais orgânicos, combinado com melhores técnicas de reciclagem, pode ser a solução.

O copo de café descartável é um dos inúmeros exemplos de objetos que nos passam pelas mãos no nosso dia-a-dia que consideramos inofensivos… mas na realidade, não o são. A camada de polietileno usada para tornar este tipo de copos impermeáveis, impede o reaproveitamento na hora de reciclar.

A startup Biome Bioplastics está a tentar mudar esse paradigma. Para isso, conta a BBC, desenvolveu um copo de café verdadeiramente reciclável, feito de fécula de batata. O plástico feito a partir da planta, chamado bioplástico, é completamente biodegradável.

Paul Mines, responsável da empresa, acredita que esta é a primeira vez que o bioplástico está a ser usado em embalagens descartáveis, completamente recicláveis e destinadas a líquidos quentes.

“Muitas pessoas compram copos descartáveis boa fé, achando que podem ser reciclados”, diz Mines, “mas a maior parte das embalagens descartáveis são feitas de papelão colado com plástico, o que faz com que não sejam adequados à reciclagem. E algumas são feitas de isopor, que também não pode ser reciclado.”

Todos os anos, são despejadas oito milhões de toneladas de plástico, e estima-se que em 2050 teremos mais plástico do que peixes nos mares – plásticos difíceis de eliminar do nosso quotidiano, que não são recicláveis.

A quantidade de plástico que flutua nos nossos oceanos é assustadora. Alguns plásticos depositados no mar podem demorar até cerca de mil anos para se decomporem por completo. Além disso, pedaços pequenos de plástico acabam por ser engolidos por animais.

É por estes motivos que o plástico é uma ameaça cada vez mais crescente e a comunidade científica está empenhada em lutar contra este problema, que põe em risco a saúde dos animais marinhos.

(dr) BioCellection
As estudantes Miranda Wang e Jeanny Yao montaram uma startup para tentar solucionar o problema de plásticos não recicláveis

Na Califórnia, nos EUA, a start up BioCollection transforma esses plásticos não recicláveis em químicos que podem ser posteriormente utilizados como matéria prima de vários produtos, como casacos de esqui ou peças automóveis.

“Identificamos um catalisador que corta as cadeias de polímero em pequenas cadeias. Uma vez que o polímero se divide em pedaços, o oxigénio do ar junta-se à cadeia e forma ácidos orgânicos que podem ser purificados e usados em diversos produtos”, explica Miranda Wang, uma das fundadoras da start up.

Wang e a colega Jeanny Yao lançaram a start up em 2016, na altura ainda estudantes em Vancouver, no Canadá, que pretendia criar uma bactéria que come o plástico dos oceanose o transforma em água. A estimativa é que cada litro de solução com bactérias possa remover nove gramas de plástico das águas.

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