segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Astrónomos descobrem estrela que teria 'devorado' numerosas sósias da Terra

Estrela de nêutrons

Cientistas descobriram na constelação de Cassiopeia um estranho par de estrelas, uma das quais na sua vida passada teria absorvido cerca de uma dúzia de planetas semelhantes à Terra, diz-se num artigo publicado na biblioteca electrónica arXiv.org.

Enigma na constelação de Cassiopeia

Segundo mostram recentes estudos de vários astrónomos, as estrelas podem de vez em quando destruir e "comer" os planetas que giram em seu redor. Isso pode acontecer ou quando os planetas acabam de nascer ou no fim da vida das estrelas, quando sua camada exterior se expande e cobre os planetas, e mesmo após a morte da estrela, quando esta se torna uma anã brancas ou estrela de neutrões.

Antigamente, os cientistas não prestavam muita atenção a tais processos, pois acreditavam que estes não causavam mudanças significativas na aparência e comportamento das estrelas. Apenas recentemente, os planetólogos descobriram que, após "comerem" os planetas, as anãs brancas e as estrelas de neutrões mudam de aspecto exterior, enquanto as estrelas convencionais podem mudar de modo radical de comportamento, tornando-se maiores e menos brilhantes.

O especialista Semyeong Oh, da Universidade de Princeton (EUA), e seus colegas encontraram um dos exemplos mais extraordinários de tal "canibalismo" espacial — o par de estrelas HD 240430 и HD 240429, recém-descobertas na constelação de Cassiopeia (também conhecida como Tamaquaré e Taquaré).

De acordo com os cientistas, estes astros são quase iguais. Formaram-se cerca de 4 biliões de anos e, desde então, têm viajado pelo espaço em conjunto, situados a apenas dois anos-luz um do outro. Os astrónomos acreditam que as estrelas façam parte de um sistema estrelar duplo, cujos elementos se comportam de forma diferente de outros pares de estrelas.

Os especialistas tentaram verificá-lo e encontraram uma característica estranha neste par de astros. O núcleo da primeira estrela contém muito mais "metais", elementos mais pesados do que o hidrogénio e hélio, do que sua vizinha, diz-se no artigo

Titãs espaciais

Geralmente, tais diferenças indicam que as estrelas teriam se formado em partes diferentes da galáxia. No entanto, o tamanho e a idade semelhantes das duas estrelas sugerem o contrário.

Semyeong Oh e seus colegas descobriram que este paradoxo "impossível" se deve ao facto de uma das estrelas ter "comido" mais de uma dezena de planetas parecidos com a Terra, cuja massa total é 15 vezes maior do que a da Terra. Esta estrela foi baptizada de Cronos, em homenagem ao titã na mitologia grega que devorava seus filhos.

Como é que isso poderia ter acontecido? Segundo os cientistas, recentemente, Cronos e seu irmão Crio teriam se aproximado de uma outra estrela, cuja gravidade desestabilizou seus sistemas planetários. Como resultado, uma parte ou até todos os planetas foram absorvidos por Cronos.

No momento, os astrónomos estão buscando planetas nos arredores deste sistema estrelar que possam ter sofrido este cataclismo. Caso sejam descobertos, ajudarão a entender como a Cronos "comeu" seus "filhos".

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O revolucionário motor Aerospike da ARCA foi concluído e está pronto para testes

O motor de espiga linear acabará por alimentar o foguete Haas 2CA SSTO

A ARCA Space Corporation anunciou que o seu motor aeroespacial linear está pronto para iniciar os testes de solo à medida que a empresa se move para instalar o motor no seu foguete Demonstrator 3. Projectado para alimentar o primeiro lançador de satélites operacional único para o órbit (SSTO), o motor demorou apenas 60 dias para concluir desde o começo do  fabrico.

Ao longo dos últimos 60 anos, os lançamentos espaciais se tornaram bastante rotineiros. A primeira fase acende-se, o foguete ergue-se lentamente e majestosamente da plataforma de lançamento antes de aumentar a velocidade e desaparecer no azul. Minutos depois, a primeira etapa é desligada e separa-se das etapas superiores, que se acendem e queimam por sua vez até que a carga útil seja entregue em órbita.

Esta abordagem foi adoptada não só porque fornece combustível suficiente para levantar a carga enquanto conserva o peso, mas também porque os motores do primeiro estágio, que funcionam melhor ao nível do mar, são muito ineficientes em altitudes mais elevadas ou no espaço, de modo que diferentes motores precisam ser empregado para cada estágio de voo.


O motor aeroespacial é diferente porque basicamente funciona cortando o sino de um motor de foguete, que direcciona a exaustão de um foguete numa direcção, ao meio, depois colocando as duas metades para trás para formar uma espinha afilada. Isso significa que o próprio ar actua como a metade que falta do sino do foguete, contendo os gases quentes quando eles saem da câmara de combustão.

À medida que o foguete voa mais alto, o ar mais fino segura os gases com menos força e se espalham mais, como se o sino do foguete crescesse gradualmente. Isso permite que o motor aerospike se ajude automaticamente em voo, transformando-se de um motor de nível do mar em uma alta altitude, com índices de expansão praticamente ilimitados.

De acordo com a ACRA, o novo motor de teste usa um monopropelente de peróxido de hidrogénio a 70 por cento misturado com RP-1 - uma forma altamente refinada de querosene - e tem um impulso no nível do mar de 4,2 toneladas. Apesar de usar um propulsor de baixa energia, a eficiência aumentada do aerospike e um tanque de propelente composto leve fará o foguete suborbital Demonstrator 3 capaz de atingir o espaço.

O motor deve ser submetido a uma série de testes de solo para certificá-lo como pronto para o voo antes de ser integrado ao foguete Demonstrator 3. Isto será seguido por um teste sub orbital lançado da Spaceport America no Novo México a uma altitude de 120 km (75 mi), que será o primeiro voo espacial de um motor aeroespacial linear.



O objectivo final dos testes será desenvolver um motor de trabalho prático para o foguete Haas 2CA SSTO da ACRA previsto para fazer seu primeiro voo da Wallops Flight Facility da NASA no próximo ano. O Haas 2CA destina-se ao mercado de pequenos satélites com um custo projectado de 1 milhão de dólares por lançamento.

O vídeo abaixo apresenta o motor Aerospike linear ACRA.


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Como uma folha de espinafre pode tornar-se um mini-coração


Cientistas americanos retiraram células às folhas de espinafres e cultivaram células cardíacas humanas na estrutura de celulose da folha, com o seu sistema vascular

O coração, diz o investigador Glenn Gaudette, "é um órgão tão bonito". Coordenador do Laboratório de Regeneração do Miocárdio, do Instituto Politécnico de Worcester, em Massachusetts, nos Estados Unidos, Gaudette estuda há anos formas de regenerar os tecidos do músculo cardíaco, mas foi um trabalho que publicou em maio na revista Biomaterials que o colocou sob foco mediático. Nesse artigo Gaudette e a sua equipa conseguiram fazer uma importante prova de conceito: a de que é possível usar folhas de plantas, neste caso de espinafres, para regenerar tecido cardíaco funcional.

O que os investigadores fizeram foi transformar simples folhas de espinafre numa espécie de mini-corações feitos de células cardíacas humanas que conseguem bombar um fluido através da rede de "veias" da folha vegetal. Um feito que Glenn Gaudette diz ser apenas o princípio.

Demonstrada a possibilidade de produzir tecido cardíaco desta forma, trata-se agora de desenvolver o trabalho no sentido de esse tecido produzido em laboratório poder um dia ser transplantável em doentes para a regeneração deste órgão em pacientes com problemas cardíacos.

A ideia de usar uma estrutura vegetal para construir um simulacro funcional de um dos órgãos humanos mais complexos - como diz Gaudette, "ele tem um pouco de tudo, desde a dinâmica de fluidos, mecânica de sólidos, atividade elétrica, química, biologia, é fantástico" - , foi uma resposta quase natural à enorme dificuldade de reproduzir em laboratório a complexidade do seu sistema vascular.

Na bioengenharia de tecidos humanos funcionais, um campo de investigação que ganhou uma enorme projeção na última década e que é uma das esperanças para o futuro no transplante de órgãos, um dos problemas mais difíceis de resolver tem sido, justamente, a reprodução do sistema de vasos sanguíneos, aquela rede vital de base, que é essencial. Muitos grupos têm utilizado a impressão 3D para produzir os moldes onde são depois implantados e cultivados os tecidos, mas a questão dos vasos sanguíneos é mais complexa.

Foi aí que Joshua Gershlak, um estudante de doutoramento de Glenn Gaudette teve a ideia "ovo de Colombo", quando um dia se deu conta de que as folhas das plantas já têm essa rede vascular. "Eu já tinha feito trabalho de descelularização [retirar as células] em corações humanos e a folha de espinafre fez-me lembrar uma aorta", contou. Então pensou que, se conseguisse retirar todas as células vegetais à folha, deixando apenas a estrutura de base, feita de celulose e portanto biocompatível, se poderiam depois cultivar sobre ela as células do músculo cardíaco. Glenn Gaudette gostou da ideia e contactou colegas das universidades de Wisconsin e do Arkansas para, juntos, lançarem mãos à obra.

O resultado foi o que já se sabe. Tratadas por um processo laboratorial, as folhas, ao fim de sete dias, estavam reduzidas à sua estrutura básica e prontas para receberem as células humanas do tecido cardíacas, que se reproduziram em torno dela. No fim do processo, a equipa conseguiu que um fluido idêntico ao sangue fosse transportado através das "veias" daquela miniatura de coração.

"Este projeto demonstra a importância do trabalho interdisciplinar e abre a porta à possibilidade de utilizar múltiplas folhas de espinafres para produzir várias camadas de tecido do coração para tratar pessoas que sofreram um ataque cardíaco", explicou, por seu turno, Glenn Gaudette.

Além desta possibilidade evidente, o conceito pode agora ser testado com outras plantas para produzir também outros tecidos humanos. "Adaptar a enorme diversidade de plantas a este campo da engenharia de tecidos pode ser a solução para um mundo de problemas", conclui a equipa.

Fonte: DN

domingo, 24 de setembro de 2017

A GUERRA ESQUECIDA - Reportagem da TVI


COMANDOS PORTUGUESES NAS FORÇAS DA ONU EM ÁFRICA.

Militares portugueses atuam como força de reação rápida da ONU e intervieram numa operação contra rebeldes próximo de Bambari.

As ações de "importância vital" cumpridas há dias pelos militares portugueses contra rebeldes na República Centro Africana (RCA) foram alvo de louvor pelo ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e pelo comandante da força da ONU.

Patrulhas de detecção e identificação dos alvos a atacar por helicópteros da ONU, troca de tiros e detenção de líderes rebeldes foram algumas das acções desenvolvidas pelo contingente português ao serviço da força da ONU na RCA (MINUSCA, sigla em inglês).

Fonte: Youtube e TVI24

ARQUIVO: OVNI no Oceano Atlântico

Imagem relacionada

3 de Março de 1964

O capitão Gill Parkson, do navio Sea Gull que navegava a 670 Kms a oeste dos Açores, fez o seguinte relatório : 

"O mar estava calmo e, subitamente, a 200 metros a bombordo vi a superfície da água dilatar-se e sair dela um grande cogumelo líquido que se elevou do oceano e um engenho de forma circular subiu para o céu a uma velocidade espantosa. 

Não tiro, evidentemente qualquer conclusão do fenómeno, conto-o tal e qual o observei.

Fonte: Os ovni na época contemporânea de B. Sánchez Bueno

Esqueceu-se do Facebook ligado? Desligue-o via smartphone


Já algumas vez lhe aconteceu aceder ao Facebook, a partir do PC de um amigo ou de um PC público, e esquecer-se de fazer logout (sair)? Esta é uma situação grave isto porque o nosso perfil pode ser usado indevidamente para as mais diversas situações (ex. publicação de fotos, calunias, ameaças, etc, etc).

Aprenda hoje como pode desligar o Facebook remotamente.

Teve a necessidade de aceder ao Facebook através de uma máquina que não é sua e “azar dos azares” esqueceu-se de terminar a sessão. No caso do Facebook e outros serviços online bastante populares, há forma de, remotamente terminar a sessão em qualquer dispositivo.

Como desativar a sessão do Facebook remotamente?

Na app Facebook para smartphone, basta ir as Definições e depois escolher Atalhos de Privacidade


Em seguida devem selecionar a opção Segurança e inicio de sessão e depois é só escolher o dispositivo onde têm a sessão iniciada e, carregando no três pontos na vertical, escolher a opção Terminar sessão.


Esta é uma pequena dica que pode ser muito útil quando simplesmente deixamos a nossa sessão do facebook activa em outra máquina. Convém também referir que, por questões de segurança, nunca devemos aceder, em máquinas que não nos pertencem, a serviços que requeiram credenciais. Se quiserem terminar sessão via PC podem seguir estas indicações.

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Cientistas explicam aparição de nuvem misteriosa no céu das Canárias


A 20 de setembro, os moradores de Santa Cruz de Tenerife se tornaram testemunhas de um curioso fenómeno atmosférico: uma nuvem em forma de disco voador sobrevoou a cidade e provocou uma onda de especulações sobre sua origem.

"Será que era um OVNI?", perguntaram internautas publicando várias fotos da nuvem nas redes sociais.

No entanto, apenas se trata de uma raridade meteorológica. O fenómeno é conhecido como nuvem lenticular que de vez em quando pode ser vista a partir do topo do Teide, nas ilhas Canárias, explicaram cientistas citadas pelo jornal espanhol La Vanguardia.

​Os especialistas adicionaram que para que se produzam nuvens desse tipo é necessário que haja interacção entre uma forte corrente de vento, uma montanha e uma massa de ar quente.


​Enquanto os pilotos de planadores procuram este tipo de nuvens para praticar o voo à vela, os pilotos de companhias aéreas as evitam devido às turbulências que provocam.

​Além disso, estas nuvens são consideradas presságios da aproximação de uma tempestade.


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Laboratório americano usa sol para criar combustível a partir do dióxido de carbono


O excesso de produção dióxido de carbono poderá em breve ser reciclado para fazer combustíveis, resolvendo dois problemas do mundo atual. Em vez de gastar os recursos finitos de combustíveis fósseis, o CO2 resultante da queima destes, que tem como consequência aumentar o estufo de estufa da atmosfera e subir a temperatura média do planeta, vai ser usado num ciclo para dar origem a novos combustíveis, incluindo etanol ou eteno.

Um grupo do Laboratório de Oak Ridge tinha feito uma descoberta acidental em que o CO2 era usado para criar etanol, mas neste caso do Departamento de Energia do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley (Berkeley Lab) foi mais longe, e conseguiu criar combustíveis usando um processo de fotossíntese mais eficiente que o feito pelas plantas de forma natural. Na prática, é como se o sol fosse usado diretamente para gerar elementos combustíveis.

Neste caso, os pesquisadores do Berkeley Lab usaram um conjunto de células fotovoltaicas acoplado a um sistema eletroquímico, com componentes otimizados que permitem reduzir as perdas energéticas. Ao mesmo tempo, estes dão origem a novas combinações de elementos, usando como base átomos de oxigénio, hidrogénio e carbono, como hidrocarbonetos e oxigenatos, produzidos diretamente pelo sistema. Esta conversão é ajudado pela forma de um dos elétrodos, um coral de dimensões microscópicas, feito de uma mistura de cobre e prata.

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Herbívoros, sim, mas também apreciavam marisco

Este dinossauro, afinal, não se alimentava só de vegetais
Dejetos fossilizados de hadrossaurus encontrados numa formação geológica nos Estados Unidos mostram vestígios de uma alimentação que incluía crustáceos e bivalves

Os grandes dinossauros herbívoros da família dos hadrosaurus, que tinham um focinho inconfundível, em forma de bico-de-pato, não seguiam, afinal, uma dieta exclusivamente vegetal, como se pensava até agora. Aqueles répteis gigantes há muito extintos eram herbívoros em part-time e, quando podiam, também se deliciavam com uns bons crustáceos e bivalves, e até com algumas espécies de insetos.

A descoberta, que foi feita por uma equipa de paleontólogos dos Estados Unidos e que é publicada esta sexta-feira na revista científica Scientific Reports, constituiu uma enorme surpresa para os cientistas. Se é verdade que contribui com novos traços para um retrato mais apurado daqueles dinossauros, o facto é que a descoberta mas também levanta novas questões.

"Pelo que sabemos destes dinossauros, este comportamento alimentar surge como completamente inesperado", afirmou Karen Chin, curadora para a área da paleontologia do Museu de História Natural Boulder, nos Estados Unidos, e uma das autoras do artigo na Scientific Reports.

"Isto foi tão surpreendente que nos levou a questionar a motivação deste comportamento", sublinhou a mesma investigadora. A resposta à pergunta parece ser, então, que a ingestão daqueles alimentos estaria relacionada com necessidades proteicas e de cálcio, eventualmente em contexto reprodutivo.

"Embora seja difícil provar que aqueles alimentos foram ingeridos propositadamente", e não por acidente ou por casualidade, "o facto é que os elementos lenhosos que estes dinossauros ingeriam eram propícios a albergar várias espécies de crustáceos e insetos, e que estes pequenos animais não lhes passariam despercebidos, e seriam até uma escolha propositada", notou ainda Karen Chin.

Foi ao analisar uma série de novos coprólitos, ou seja, de dejetos fossilizados dos animais, encontrados na formação geológica Grand Staircase-Escalante, no estado norte-americano do Utah, que a equipa descobriu os vestígios de crustáceos, bivalves e insetos, em pelo menos 10 deles.

A partir dos restos descobertos, a equipa não conseguiu identificar o tipo de crustáceos em causa, ou sequer perceber se teriam alguma similaridade com as espécies modernas, mas fica pelo menos a certeza de que aqueles herbívoros também ingeriam proteínas animais de vez em quando.

"Se tivéssemos encontrado um único coprólito com vestígios de crustáceos, ficaria a dúvida", assinalam os cientistas. Mas a descoberta de uma série daqueles dejetos com esses indícios aponta para uma certeza: pelo menos uma parte desses dinossauros considerados herbívoros não tinha uma dieta exclusivamente vegetal.

Fonte: DN

Há benefícios em usar a Wikipédia em trabalhos, diz o MIT

Há benefícios em usar a Wikipédia em trabalhos, diz o MIT

Investigação aponta que há uma relação entre o uso da plataforma digital e a probabilidade de um trabalho científico vir a ser referenciado.

Uma investigação levada a cabo pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e pela Universidade de Pittsburgh admite que há vantagens em usar a Wikipédia como suporte para trabalhos científicos e até de disponibilizar os trabalhos na plataforma digital.

“A nossa investigação mostra que os cientistas estão a usar a Wikipédia e que isso está a influenciar a forma como escrevem sobre a ciência que estão a fazer. A Wikipédia não é só um registo do que se está a passar na ciência, na verdade está a ajudar a moldar a ciência”, escreveu no comunicado um dos responsável pela investigação no MIT, o Professor Neil C. Thompson, de acordo com o The Next Web.

A equipa admite ter encontrado alguns desafios durante a investigação, citando sobretudo dificuldades a reunir dados uma vez que a maioria dos académicos não indica a Wikipédia como fonte.

Assim, os investigadores reuniram vários artigos académicos, tendo publicado metade na Wikipédia enquanto a outra permaneceu ausente. Passado algum tempo, os investigadores verificaram que os artigos que haviam submetido para a Wikipédia influenciaram posteriores trabalhos.

Fonte: NM

sábado, 23 de setembro de 2017

As ondas do Oceano Pacífico podem gerar a mesma eletricidade que 10 centrais nucleares


Embora o movimento da água do mar seja constante por todo o planeta, a sua energia é pouco aproveitada para utilização humana. Construir uma central maremotriz tem condicionalismos geológicos, que limitam a rentabilidade da produção de energia elétrica, mas o entusiasmo pelo conceito continua a crescer, com um cientista japonês a propor uma nova forma de aproveitar toda esta energia.

Correntes fortes e ondulação elevada obrigam muitas vezes a construir quebra-mares para proteger as costas da força destrutiva do oceano. Mas zonas com correntes fortes e ondulação elevada são ideais para a produção de energia elétrica. E o professor Tsumoru Shintake, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade de Okinawa, viu aqui uma oportunidade.

Aproveitando que 30 por cento da costa está coberta de quebra-mares (em Okinawa, a sua terra natal, protegem a ilha da corrente marítima que vem de Taiwan), Shintake quer instalar turbinas com um diâmetro de 70 cm junto a estas estruturas. O eixo da turbina vai estar ligado a um gerador magnético que vai transformar a força das ondas em energia elétrica. O cientista japonês acredita que, usando apenas um por cento da área costeira do Japão, vai ser possível gerar 10 GW de energia, o equivalente à produção de 10 centrais nucleares. Agora imaginem se as tivéssemos na costa portuguesa.

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Astrónomos encontram surpresa escondida na “noite” de Vénus


Vénus não é de todo o lugar mais convidativo para “se visitar” no Sistema Solar. O seu calor abrasador e a sua atmosfera corrosiva, fazem deste planeta um inferno tóxico. Se lá for, certifique-se que volta antes de anoitecer.

Vénus é o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir do Sol, orbitando-o a cada 224,7 dias. Sabe-se muitas coisas deste planeta, contudo os astrónomos acabaram de encontrar uma surpresa escondida no seu misterioso lado noturno.

Feita uma nova e mais pormenorizada análise ao misterioso lado noturno de Vénus – a metade escura impercetível que se afasta do Sol – revelou, com surpresa, que a atmosfera do planeta e as intensas ventanias são ainda mais caóticas quando o planeta está escondido nas sombras.

Esta é a primeira vez que conseguimos avaliar como a atmosfera circula no lado noturno de Vénus numa escala global. Embora a circulação atmosférica no dia do planeta tenha sido amplamente explorada, ainda havia muito a descobrir sobre o seu lado noturno.

Referiu o astrofísico Javier Peralta, da Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA).


Noites que duram 243 dias terrestres

Este misterioso momento da noite foi ainda mais intrigante devido à sua considerável extensão. Isto porque Vénus gira apenas uma vez a cada 243 dias terrestres – um período de rotação mais lento que qualquer planeta no nosso Sistema Solar – e há muitas informações que desconhecemos sobre o que acontece com o clima quando o Sol se põe, uma espécie de noite que dura um longo tempo.

Para descobrir o mistério, a equipa de Peralta olhou para a escuridão venusiana recorrendo a um Espectrómetro de Imagem Térmica Visível e Infravermelho (VIRTIS), instalado na nave espacial Vénus Express, da ESA, que orbitou o planeta entre 2006 e 2014.

A atmosfera de Vénus é dominada por fortes ventos que se arrastam ao seu redor, até 60 vezes mais rápidos do que a rotação do próprio planeta. Esse fenómeno é chamado de “super rotação”, que os cientistas observaram ao monitorizar o movimento de nuvens brilhantes flutuando acima do planeta.

Passamos décadas a estudar esses ventos super rotativos ao acompanhar como as nuvens superiores se movem durante o dia – estas são claramente visíveis nas imagens adquiridas via luz ultravioleta. No entanto, os nossos modelos de Vénus permanecem incapazes de reproduzir esta super rotação, o que indica claramente que talvez faltem algumas peças deste quebra-cabeça.

Referiu Peralta.


VIRTIS trouxe imagens nunca vistas de Vénus

As emissões térmicas haviam sugerido, anteriormente, o movimento das nuvens mais altas na atmosfera de Vénus. Quanto ao que ocorria debaixo do dossel da nuvem, os cientistas não tinham conhecimento. Foi então, graças à Vénus Express, que agora há uma imagem mais clara.

O VIRTIS permitiu-nos observar essas nuvens com clareza pela primeira vez, permitindo-nos explorar o que as equipas anteriores não poderiam. Com isso, descobrimos resultados inesperados e surpreendentes.

Disse o astrónomo responsável por estas novas análises ao planeta.

Os modelos existentes da atmosfera previram que a super rotação ocorreu, em grande parte, da mesma forma nos lados do dia e da noite do planeta, mas a nova perspetiva infravermelha mostra que os ventos venusianos giratórios são realmente mais irregulares e caóticos quando o planeta se esconde do Sol.

A pesquisa da equipa mostra que o lado da noite produz nuvens volumosas, onduladas e irregulares em padrões de filamentos que não são observados no lado soalheiro. A equipa acredita que um fenómeno chamado de ondas estacionárias seja o responsável pelo efeito.

As ondas estacionárias são provavelmente o que chamaríamos de ondas de gravidade, ou seja, variações crescentes geradas em regiões mais baixas na atmosfera de Vénus, que parecem não se mover junto à rotação do planeta.

Disse um dos investigadores, Agustin Sánchez-Lavega, da Universidade do País Basco, na Espanha.

Essas ondas estão concentradas em áreas íngremes e montanhosas do planeta, o que sugere que a sua topografia está a afetar o que se desenrola bem acima nas nuvens.


Um inferno tóxico

Na verdade, não é a primeira vez que essas ondas gravitacionais foram observadas em Vénus, mas os novos dados sugerem que o fenómeno não se restringe exclusivamente às regiões elevadas do planeta, como as suas montanhas. No estudo, a VIRTIS observou áreas no hemisfério sul de Vénus, que geralmente é baixo em elevação. A equipa diz que as ondas de gravidade ainda influenciam os movimentos atmosféricos. Estranhamente, contudo, não houve evidência dessas movimentações nos níveis mais baixos da nuvem, a até 50 quilómetros acima da superfície.

Quanto ao motivo, a equipa continua sem certezas. Parece que, enquanto conquistamos melhores olhares das sombras, Vénus definitivamente ainda não desistiu de manter guardados todos os seus segredos.

Nós esperávamos encontrar essas ondas nos níveis mais baixos porque as vemos nas regiões superiores e pensamos que elas surgiram a partir da nuvem da superfície. É um resultado inesperado, com certeza, e todos precisamos rever os nossos modelos de Vénus para explorar o seu significado.

Concluiu um dos integrantes da equipa, Ricardo Hueso, da Universidade do País Basco, na Espanha.

As descobertas foram relatadas na Nature Astronomy.

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Pálido e sem olhos: Cientistas descobrem animal de género totalmente desconhecido


O Turkmenocampa mirabilis tem apenas alguns milímetros de comprimento, é pálido, quase transparente, não tem olhos e seus parentes mais próximos pertencem à classe dos artrópodes hexápodes.

Os cientistas encontraram espécimes de um ser vivo que não corresponde a nenhum género de animais antes conhecido. Se trata de um troglodita "mirabilis" que foi encontrado na caverna de Kaptarhana, no Turcomenistão, aponta um estudo publicado em Subterranean Biology.

A primeira criatura terrestre estritamente subterrânea registada neste país foi descoberta em cavernas próximo do monte Koytendag, uma área desértica que, segundo especialistas, pode abrigar muitas outras espécies desconhecidas. 

De acordo com os pesquisadores, a pequena criatura, baptizada como Turkmenocampa mirabilis, que significa maravilhosa criatura de Turcomenistão, tem poucos milímetros de comprimento. 

​Pálido e sem olhos — a sua aparência é semelhante à de vários insetos e seus familiares mais próximos, a classe de artrópodes hexápodes. 

O Turkmenocampa mirabilis, de acordo com os cientistas, não só representa uma nova espécie, mas também um novo género ou família de espécies.

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Objecto 'extraterrestre' misterioso é filmado nos céus da Grã-Bretanha

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Um objecto misterioso foi captado pela câmara de um morador da cidade de Frome, distrito de Somerset (sudoeste da Inglaterra), informa o Daily Mail.

O vídeo mostra três bolas laranja que se deslocam no céu e repetidamente mudam de direcção, seguidas de um rasto de luz branca brilhante.

O vídeo foi gravado por um morador local, Jeremy Le Fevre, no sábado passado, expressa o Daily Mail

De acordo com o tabloide Somerset Live, a zona parece ser um destino popular para os OVNIs, porque só durante a última década houve mais de 200 informações sobre objectos voadores não identificados nos céus da região.


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O planeta Vulcano não existe (e outras coisas que aprendemos com os eclipses)


Durante mais de meio século, cálculos de conceituados cientistas apontaram para a existência de um planeta na órbita entre Mercúrio e o Sol, que nunca chegou a ser localizado.

“Três chamas comeram o Sol, e grandes estrelas foram vistas“.

Assim reza o relato de um eclipse grafado num osso da antiga China. Quase 3.300 anos mais tarde, um astrónomo da NASA conseguiu identificar a data desse eclipse (1302 A.C.) e usar essa informação para calcular quanto é que a rotação da Terra tinha desacelerado desde então. Resposta: 47 milésimos de segundo por dia.

Esta não foi a primeira vez que os cientistas usaram informação recolhida durante um eclipse para fazer avançar o conhecimento científico.

Em 1919, os astrónomos usaram um eclipse para provar a Teoria da Relatividade de Einstein. Em 1878, os astrónomos aguardavam com grande ansiedade o épico eclipse solar que nesse ano presenteou todo o território dos Estados Unidos – na sombra do qual esperavam encontrar evidências de Vulcano, o misterioso planeta escondido.

Infelizmente para todos os fãs do capitão Kirk, não houve forma de encontrar quaisquer traços do mítico planeta. Vulcano continuou a ser o “planeta escondido” e a sua existência um dos mais desconcertantes fenómenos do Sistema Solar.

Procurado durante 56 anos, tornou-se um planeta hipotético, até que o físico alemão Albert Einstein o “expulsou” do céu com a Teoria da Relatividade.

“É um planeta, ou se preferir, um grupo de planetas menores que circulam na proximidade da órbita de Mercúrio”, propôs em 1859 Urbain Joseph Le Verrier, o mais famoso astrónomo do mundo à época e diretor do Observatório de Paris. Ele dizia que só um planeta “seria capaz de produzir a perturbação anómala sentida por Mercúrio”.

Le Verrier não foi o primeiro a suspeitar da presença do planeta escondido. Anos antes, em 1846, um diagrama do Sistema Solar elaborado para escolas e academias já indicava a presença de Vulcano. Mas foi a sólida reputação de Le Verrier que deu peso à hipótese da existência de Vulcano.

Treze anos antes de indicar a existência de Vulcano, Le Verrier já tinha apresentado à academia francesa a hipótese de um planeta que perturbava a órbita de Urano.

Enviou uma carta a Johann Galle, do Observatório de Berlim, que, ao recebê-la, a 23 de setembro de 1846, imediatamente se dedicou a encontrar o planeta até então desconhecido: era Neptuno e Le Verrier tinha apontado para a sua existência através de cálculos matemáticos.

Assim como Mercúrio, Urano também mostrava uma pequena discrepância na órbita que não podia ser explicada pela força da gravidade dos outros planetas e do Sol.

No entanto, a partir da lei da gravitação universal – formulada por Isaac Newton em 1687 – e supondo a presença e o movimento de um corpo celestial mais distante do que Urano, Le Verrier conseguiu não só descobrir um planeta novo como também se consagrou na posição de “astro” da ciência.

Para resolver a incógnita de Mercúrio, cujo periélio (o ponto em que um planeta se encontra mais próximo do Sol) parecia mudar ligeiramente a cada órbita, Le Verrier seguiu o mesmo método usado anteriormente.

Ao calcular a influência da atração gravitacional de Vénus, Terra, Marte e Júpiter, as previsões sobre a órbita de Mercúrio pareciam estar sempre ligeiramente erradas. Mercúrio nunca estava onde indicavam as projeções, baseadas nos conhecimentos da época.

A solução para o enigma deveria ser, como aconteceu no caso de Urano, a presença de um outro planeta, no caso, Vulcano. Só faltava encontrá-lo para provar sua existência.

Um passo promissor aconteceu quando Edmond Modeste Lescarbault, um médico com gosto por astronomia, observou com o seu telescópio um ponto preto que passava diante do Sol, anotando o tamanho, velocidade e duração da deslocação.

Passados alguns meses, depois de ler sobre o hipotético planeta de Le Verrier, enviou-lhe uma carta com todos os detalhes. O famoso astrónomo foi visitá-lo, verificou o equipamento e as notas do médico e anunciou com entusiasmo a descoberta de Vulcano, no início da década de 1860.

No entanto, ainda era necessária a confirmação de um especialista independente – e o novo planeta era extremamente difícil de detetar. Vulcano parecia ser um dos últimos enigmas do Sistema Solar e tornou-se um dos corpos celestes mais procurados da astronomia.

Ao longo dos anos, astrónomos profissionais e amadores anunciaram ter avistado Vulcano. Mas a existência do planeta foi confirmada e negada várias vezes. A imprensa divulgou a notícia da sua existência mais do que uma vez e a especulação persistiu até o século 20, mais precisamente até novembro de 1915.

A busca por Vulcano acabou por ter um fim na Academia Prussiana de Ciências, quando Albert Einstein alterou a visão corrente sobre o Universo com a Teoria da Relatividade. Pouco antes de apresentar a teoria, Einstein usou-a para explicar a discrepância na órbita de Mercúrio.

“Einstein não só disse os meus cálculos são melhores, como ainda disse que é preciso mudar completamente a ideia que têm das características da realidade“, explicou Thomas Levenson, professor do MIT, nos EUA, e autor do livro “The Hunt for Vulcan”.

O cerne da Teoria da Relatividade de Einstein é que o espaço e o tempo não são estáticos. Para justificar quão peculiar é a órbita de Mercúrio, Einstein argumenta que um objeto maciço, no caso o Sol, foi capaz de dobrar o espaço e o tempo e ainda alterar o caminho da luz, de modo que um raio, quando passa próximo ao Sol, viaja por um caminho curvo.

Com os cálculos, Einstein demonstrou que a relatividade geral predizia a diferença observada no periélio mercuriano. “Negar a existência de Vulcano foi central para Einstein, porque mostrou que essa sua ideia estranha e radicalmente nova de que o espaço e tempo fluem é realmente o caminho certo para ver o Universo”, disse Levenson.

Mercúrio, de acordo com a teoria de Einstein, não tinha a órbita alterada por nenhum outro objeto. Simplesmente, moveu-se através de um espaço-tempo distorcido. Assim, “Vulcano foi expulso do céu astronómico para sempre”, escreveu o mestre Isaac Asimov no ensaio científico O Planeta Que Não Era, de 1975.

Depois disso, as técnicas de observação das estrelas evoluíram, os instrumentos tornaram-se melhores. Plutão deixou de ser planeta para voltar a sê-lo (embora anão), foi descoberto o Planeta 9, há quem diga que estamos à beira de descobrir ainda o Planeta X – e tal como previra Einstein, nem vestígios de Vulcano.

E os românticos que ainda esperavam vislumbrar Vulcano na sombra do épico eclipse que no passado dia 21 de agosto cobriu parte da Terra, apenas encontram evidência de que Einstein tinha razão: o planeta está escondido porque não existe.

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BOOM!!! ALELUIA!!!


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Esqueça os iates de luxo: Submarinos são a mais recente extravagância dos super ricos


Chama-se M7, tem 300 metros de comprimento e todas as comodidades de um iate comum. Mas tem duas características que o tornam único: o facto de ser um submarino e de custar 2,3 mil milhões de euros.

A empresa austríaca Migaloo Private Submersible Yachts quer cativar os milionários com uma nova extravagância, o M7, um iate-submarino com 300 metros de comprimento que está dotado de todas as comodidades de um iate de luxo, conforme escreve o espanhol El Economista.

Entre os destaques maiores deste novo “brinquedo” contam-se uma suite principal de três pisos, oito camarotes VIP para convidados, sala de cinema, ginásio spa com jacuzzi, diversas salas de estar e salas de refeição com bar incluído. A tripulação não foi esquecida: para eles estão reservados camarotes, cozinha, sala de máquinas, sala de navegação para o capitão, ginásio e lavandaria.

O exterior também terá várias comodidades, como um generoso heliporto, um solário com tetos amovíveis, uma piscina de oito metros de comprimento e um beach club de dois pisos que se desdobra sobre o mar para permitir o acesso direto ao oceano.

Como seria de esperar, este iate-submarino será extremamente caro. Christian Gumpold, CEO da Migaloo, afirma que cada embarcação deverá custar na razão dos 2,3 mil milhões de dólares, pouco menos de dois mil milhões de euros, “o que fará deste o objeto privado mais caro do mundo”, assegura Gumpold ao jornal espanhol.

Este não é, no entanto, exemplo único, numa indústria que dá os primeiros passos. E se L. Bruce Jones, fundador e CEO da Triton Submarines, afirma que neste momento a sua empresa não está a desenvolver nenhum novo produto, a holandesa Ocean Submarine prepara-se para entregar a um cliente muito rico um submarino VIP, o Neyk L3. Apesar de ter apenas 19 metros de comprimento, o L3 acomoda até 20 passageiros e oferecerá ainda bar, biblioteca e cozinha. O preço também não se compara com o do M7, custando “apenas” 20 milhões de euros.

Fonte: JE

A NASA É OBRIGADA A JUSTIFICAR-SE SOBRE O “FIM DO MUNDO” PREVISTO PARA AMANHÃ!

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A NASA é obrigada a justificar-se sobre o "fim do mundo" previsto para amanhã!

A NASA foi forçada a atualizar seu site por causa de uma teoria da conspiração de que o fim do mundo poderia chegar no dia 23 de setembro por causa de um planeta que ameaça colidir com a Terra.

Embora exagerada, a teoria sobre um planeta misterioso chamado Niburu ou Planet X ganhou tanta importância entre os usuários da Internet que a NASA pensou que oportuno dar uma resposta séria às preocupações do público.

A NASA explica mais ou menos o que vai acontecerá no dia 23 de setembro: "nada".

Aqui estão as palavras usadas pela NASA no seu site: "Muitas pessoas" preveem "que nosso mundo acabará no dia 23 de setembro quando outro planeta entrará em colisão com a Terra. Niburu não existe, não haverá colisão. "A história de Niburu circula há anos e é regularmente reciclada para novas fábulas apocalípticas".

Lembre-se de que a teoria sobre Niburu vem de um homem chamado David Meade.

O último afirma ter descoberto a profecia perturbadora numa passagem na Bíblia: "E um grande sinal apareceu no céu, uma mulher vestida com o sol, sob os pés dos quais estava a lua e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida, e ela chorava com dores de parto ... "

Esta não é a primeira vez que a NASA responde às preocupações do público sobre o Niburu.

Em 2012, ela teve que se prestar ao mesmo exercício.

A NASA afirma que o engano em torno de Niburu teria nascido em 2003 e, graças à web, isso persistiu ao longo dos anos.

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'Tempos violentos chegarão': alerta de Apocalipse assusta espectadores nos EUA

Apocalipse

Cuidado, Apocalipse está a chegar! "Entendam, tempos extremamente violentos chegarão", adverte uma voz masculina arrepiante num anúncio que surgiu de repente numa TV local californiana.

Alguns moradores do condado de Orange, Califórnia, foram testemunhas de um alerta misterioso que interrompeu a transmissão na TV local em 21 de setembro.

"Entendam, tempos extremamente violentos chegarão", declarou a voz masculina no anúncio que apareceu no canal HGTV.

"Soou quase como se Hitler falasse", diz uma das testemunhas, Stacy Laflamme, ao portal Orange County Register.

O porta-voz do canal, por sua vez, explicou que se tratou de um simples teste de transmissão de alerta de emergência que, por causa de uma falha técnica, durou um pouco mais e a voz que acompanhava o anúncio foi apenas um ficheiro de áudio errado incluído no alerta.



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ARQUIVO: Ovnis observados por pilotos da FAP

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Pilotos de aeronaves vêem com frequência OVNIs sobrevoando África

Castelo-Branco também mantém em seus volumosos arquivos o caso de um estranho show aéreo que foi observado pelos tripulantes e passageiros de um DC-6 da Força Aérea Portuguesa, durante um voo entre Guiné-Bissau e Luanda, capital de Angola, a 16.000 metros de altitude. 

Segundo o tenente aviador Telmo Xavier Matos, dois objectos esféricos de cor branca se mantiveram em uma posição estacionária em relação ao avião – e às vezes passavam por cima da aeronave. 

Durante o avistamento, que durou cinco minutos, as esferas se afastavam e se aproximavam uma da outra, e logo se cruzaram, passando cada uma para o lado contrário. 

Depois de acompanhar o DC-6 por algum tempo, se separaram com uma tremenda velocidade e sumiram.

Fonte: Arquivo da Revista UFO
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