segunda-feira, 26 de junho de 2017

NASA prepara-se para o primeiro eclipse solar visível nos EUA em 99 anos

NASA prepara-se para o primeiro eclipse solar visível nos EUA em 99 anos

O eclipse só será visível nos EUA, mas a agência espacial fará uma transmissão em direto para todo o mundo.

Pela primeira vez em 99 anos, a 21 de agosto, um eclipse solar será visível em todo o continente norte-americano e a NASA está preparada.

A agência espacial norte-americana vai mostrar o fenómeno celestial a todo o mundo através de imagens captadas antes, durante e depois do eclipse, através de 11 naves espaciais, pelo menos três aeronaves da NASA e mais de 50 balões de alta altitude.

Também os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional vão mostrar o eclipse a partir do Espaço e a NASA Television terá um programa dedicado ao longo de várias horas, o ‘Eclipse Across America’, com um vídeo ao vivo.

O eclipse solar terá duas horas e no seu auge, quando a lua estiver completamente à frente do sol, os norte-americanos ficarão em escuridão total a meio do dia, durante mais de dois minutos.

Dia 21 de agosto pode assistir aqui à transmissão da NASA deste eclipse solar.

Fonte: NM

O fenómeno cósmico que "aparece do nada" e sacode a Terra

VÍDEO: O fenômeno cósmico "aparece do nada" e balança Terra

As ejecções de massa coronal invisíveis disparam de forma repentina 'bolhas' de partículas carregadas electricamente, em seguida, colidem com o campo magnético da Terra.

Cientistas da Universidade da Califórnia financiados pela NASA criaram um modelo que simula a ejecção de uma massa coronal invisível, um fenómeno que estar a deixar os astrónomos perplexos dá a impressão de que "aparece do nada", escreve o site da Phys. org.

Ao contrário das tempestades solares 'normais' ejecções coronais de massa são precedidas de erupções brilhantes ou explosões de partículas energéticas carregadas, ejecções invisíveis são não acompanhadas por estas 'advertências'.

A velocidade de eventos durante a emissão dessas partículas invisíveis é 400-700 km por segundo e coincide aproximadamente com o vento solar normal, o que é o fluxo constante de partículas do sol. Uma taxa muito menor de ejecções de massa coronal 'normal', que chega a quase 3.000 quilómetros por segundo.

No entanto, as tempestades 'invisíveis' podem perturbar o campo magnético da Terra.


O modelo criado pelos cientistas coincidem com observações astronómicas e mostra como cresce lentamente uma 'bolha' até que de repente cria "uma massa de campos magnéticos que torcem", que segue a partir do Sol e viajam em alta velocidade para o espaço.

Os cientistas explicam este fenómeno com as diferenças entre a velocidade de rotação das várias partes do sol: o Equador gira mais rápido do que os pólos, o que aumenta a tensão em campos magnéticos solares e 'Twisted'.

Fonte: RT

Hieróglifos com 5 mil anos de idade com mensagem cósmica foram descobertos no Egipto

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Uma expedição arqueológica descobriu hieróglifos monumentais com cerca de 5 mil anos, com mensagens cósmicas, esculpidas nas rochas nos arredores da cidade egípcia de El-Khawy.

"Este sítio arqueológico, descoberto recentemente em El-Khawy, conserva algumas das primeiras e maiores pinturas rupestres, com sinais de estágios de formação da escrita hieroglífica e fornece evidência de como os antigos egípcios inventaram o seu sistema de escrita única", disse John Darnell, professor da Universidade de Yale, um dos directores da expedição e que descobriu o local.

Os arqueólogos também descobriram uma pintura que representa uma manada de elefantes, feita entre 4 e 3,5 mil anos AC. Um dos elefantes foi desenhado com um pequeno elefante dentro do seu corpo — "uma forma incrivelmente rara de representar uma fêmea animal grávida", disse Darnell.

Ancient Egypt: ‘Billboard’ hieroglyphics let historians see the big picture: http://buff.ly/2rXgGPx #hieroglyphs #language #writing #yale

​Poucas pinturas semelhantes foram descobertas no Egipto. Por exemplo, somente um vaso, previamente encontrado na localidade de Abydos, retrata uma hipopótama grávida, disse Darnell à revista Live Science.

Mensagem política

Os primeiros quatro hieróglifos foram talhados em torno de 3250 AC e parecem uma espécie de declaração, porque os símbolos têm cerca de 70 centímetros de altura e uma cor esbranquiçada, que se destaca na pedra castanha que os rodeia, disse Darnell ao Live Science.

Entre os signos talhados há uma cabeça de touro numa vara, símbolo já conhecido de outros sítios egípcios. "A cabeça do touro parece ser um símbolo do poder real durante as fases de formação do Estado egípcio", disse Darnell.

Os outros três sinais mostram duas cegonhas, com um pássaro ibis entre elas. Este arranjo cegonha-ibis-cegonha sugere que estes três sinais estão fazendo uma "declaração sobre o cosmos através do ciclo solar", disse Darnell, observando que um sistema semelhante de símbolos pode ser visto em outros sítios arqueológicos egípcios.

Juntos, os quatro símbolos, provavelmente, significam "uma expressão da autoridade real sobre o cosmos ordenado", disse Darnell, acrescentando que "a inscrição era visível para os viajantes que vão de e para a antiga cidade de Elkab".

As inscrições em pedra foram descobertas numa expedição conjunta de Yale e do Museu Real de Arte e História de Bruxelas. A equipe da expedição trabalha em colaboração com o Ministério de Antiguidades do Egipto.

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sábado, 24 de junho de 2017

Anonymous: NASA está prestes a anunciar a descoberta de vida extraterrestre

Anonymous: la NASA está a punto de anunciar el descubrimiento de vida extraterrestre (VIDEO)

Uma declaração anónima baseada numa série de recentes descobertas da agência espacial Norte-Americana.

O grupo de 'hacks' Anonymous diz que a agência espacial americana, Nasa vai anunciar em breve a descoberta de vida extraterrestre inteligente. 

"A NASA diz que os extraterrestres estão a chegar, "escreveu o grupo no seu site.

"É muito provável que muitos outros planetas no universo abrigaram vida inteligente muito antes da Terra", diz a mensagem.

A sugestão colectiva é baseada numa série de recentes descobertas da NASA , junto com comentários feitos por um porta-voz da agência durante uma audiência no Congresso em abril, intitulado 'Avanços na busca de vida'.

NASA diz que os extraterrestres estão a chegar

Professor Thomas Zurbuchen, administrador associado da Directoria de Missões Científicas da sede da NASA em Washington, lembrou os avanços recentes na audiência da agência espacial, como a descoberta de hidrogénio em Enceladus, uma das luas de Saturno, e os resultados da observação dos oceanos da lua Europa de Júpiter. Estas "descobertas têm o potencial de vida , " disse. 

"Dadas as diferentes actividades e missões procurando especificamente por evidências de vida extraterrestre, estamos prestes a fazer uma das descobertas mais profundas e sem precedentes na história ," disse Zurbuchen durante a audição da Comissão de Ciência, Espaço e Tecnologia dos EUA.

Esta semana, os Anonymous também publicaram um vídeo no qual cita comentários de especialistas sobre alienígenas e avistamentos de OVNIs.


Fonte: RT

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Este helicóptero é tão bom para a cidade que até estaciona como um carro

SureFly (5)

Surgiu mais um transporte aéreo para a cidade, mas este poderá ser bem melhor do que qualquer outro que esteja em ação. Isto porque é um helicóptero com a agilidade de um drone e o tamanho de automóvel. E até cabe no mesmo lugar de estacionamento de um automóvel normal.

SureFly (4)

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Construído pela Workhorse, que já tem no seu portefólio uma carrinha pick-up elétrica, o SureFly é igualmente ecológico, usando uma combinação de um motor de combustão e de baterias elétricas para mover as suas oito hélices. Estas destinam-se a assistir em aterragens de emergência, caso o motor a gasolina deixe de funcionar. O helicóptero urbano consegue atingir uma velocidade máxima de 110 km/h e uma altitude de 1200 metros. Um depósito de combustível assegura uma hora de voo.

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SureFly (3)

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O SureFly é compacto, com espaço apenas para o piloto e um passageiro, ou para o piloto e carga. O peso é de 500 kg em vazio, ou 680 kg de peso bruto. Por isso, a Workhorse pretende disponibilizar o SureFly como táxi, serviço de entregas, veículo de emergência ou para uso agrícola.

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Atenção! Enorme asteróide está se aproximando da Terra a altíssima velocidade

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Um asteróide potencialmente perigoso de 300 metros de diâmetro aproxima-se do nosso planeta, segundo afirmam astrónomos da Universidade Federal dos Urais, citado pelo portal URA.

O corpo celeste, baptizado de 441987 2010 NY65, sobrevoará a Terra no dia 24 de junho às 02h38 a uma velocidade de 45.648 km/h aproximará-se a uma distância mínima de 3 milhões de quilómetros.

O asteroide 441987 foi descoberto a 10 de julho de 2010 por meio do telescópio WISE, da NASA. Em caso de colisão com a Terra, o asteróide poderia causar destruições em massa, bem como inúmeras vítimas mortais. 

Anteriormente, a queda do lendário meteorito de Chelyabinsk que tinha um diâmetro cerca de 20 vezes menor do que o 441987, ocorrida na Rússia em 15 de fevereiro de 2013, deixou mais de 1.400 feridos, bem como danos materiais no valor de cerca de 16,7 milhões de dólares.


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quinta-feira, 22 de junho de 2017

A família cresceu? Astrónomos teriam descoberto o décimo planeta do Sistema Solar

Planetas no espaço

Astrónomos encontraram vestígios da existência de mais dois planetas nos arredores do Sistema Solar após terem analisado caraterísticas do movimento de várias dezenas de planetas anões ao redor do Sol, diz-se no artigo da publicação Astronomical Journal.

No início de janeiro do ano passado, dois pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Michael Brown e Konstantin Batygin, declararam ter conseguido calcular a localização do misterioso planeta X, o nono planeta do sistema Solar, afastado do Sol a uma distância de 41 biliões de quilómetros e com uma massa 10 vezes superior à do Sol.

Kathryn Volk, da Universidade do Arizona, e seu colega Renu Malhotra calcularam há meio ano as possíveis órbitas do planeta X e agora pressupõem que na verdade existem dois corpos celestes, e não um.

"As anomalias que encontramos são inexplicáveis se considerarmos que todos os planetas do Sistema Solar já foram descobertos. Podem ser originadas por um planeta cujo tamanho seja, pelo menos, igual ao de Marte. Não temos razões para duvidar de sua existência, pois tal coincidência no movimento de outros planetas seria bom demais para ser verdade", diz Kathryn Volk.

Os astrónomos chegaram a tal conclusão após terem analisado as órbitas dos corpos celestes em partes diferentes no cinturão de Kupier e descoberto que existem dois grupos de planetas anões, cujas órbitas são estranhamente inclinadas e alongadas em relação às órbitas de outros corpos celestes nos arredores do Sistema Solar.

Segundo os cientistas, o primeiro grupo de anomalias está ligado ao movimento dos planetas gigantes e do planeta X de Brown e Batygin, enquanto o segundo — com um outro planeta relativamente grande.

As órbitas do planetas do segundo grupo são menos inclinadas do que as do primeiro. Isso indica que o décimo planeta do sistema Solar é significativamente menor que o planeta X, sendo uma "super-Terra" ou "mini-Neptuno". 

De acordo com os cálculos de Volk e Malhotra, terá um massa igual à de Marte e ficará mais perto ao cinturão de Kupier e os planetas restantes do Sistema Solar, do que o planeta X de Brown e Batygin, por isso pode ser descoberto mais cedo do que o último, acham os autores do artigo.

Por outro lado, como reconhecem os pesquisadores e como nota Konstantin Batygin, é lógica a pergunta — por que é que ainda não foi descoberto pelos astrónomos? Os pesquisadores acreditam que isso se deve ao facto de sua órbita possa estar situada em uma zona do céu onde fica o disco brilhante da galáxia, que "vence" a luz fraca do "primo" de Marte.

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Répteis.. Humanóide de Nazca


Foto de Frederick Lanker.
JOSEFINA

Muitos perguntam-se o porquê uma das espécimes de 60 cm., cujas características se assemelha às de um réptil em forma humanóide e que além disso se encontra grávida chama-se "Josefina", pois bem esse nome foi escolhido por um dos integrantes do Instituto Inkarri e braço direito do Thierry Jamin, o Senhor José Casafranca Montes, em virtude de que aqueles que integram a equipe de investigação alguns deles incluindo eu temos por nome "José" (José Zalce, José Rios, Jose Maussan) além disso fomos testemunhas de tão revelador acontecimento ao estar presente no momento de obter a radiografia deste belo espécime fêmea cujo no interior existe três ovos.

É assim que ali mesmo na sala de raio-X, se chamou a este belo exemplar de "Josefina".

O que para mim é uma grande honra e respeito profundo a este achado único no mundo no país irmão do Perú!!!!!

Biólogo José da C. Rios Lopez
Dr. Edson Salazar Vivanco
Investigador e geógrafo Thierry Jamin
Jois Mantilha, Fernando Correa Dominguez e Fernando Correa Dominguez
Adolfo Branco Tattoo
Cesar Alexandre Soriano Rios e Cesar Soriano Rios

Frederick Lanker


Fonte: Facebook

Um cientista alerta: o próximo impacto de um grande asteróide é uma questão de tempo


Astrofísico Alan Fitzsimmons voltou a alertar sobre o perigo que representam. Vários especialistas vão presidir a um debate a 30 de junho para marcar o Dia do Asteróide.

Alan Fitzsimmons, um astrofísico da Universidade Queen, em Belfast (Reino Unido), alertou terça-feira que o próxima impacto de um asteróide na Terra é apenas uma questão de tempo .

"Astrônomos descobriram novos asteróides próximos da Terra (objectos passando perto do planeta) todos os dias, e a maioria são asteróides inofensivos", Fitzsimmons, disse num comunicado de imprensa . "Mas isso é possível que o próximo evento de Tunguska não nos apanha de surpresa. E, apesar de estarmos melhor preparados para encontrar grandes corpos, isto não servirá de muito, se não estamos prontos para fazer algo sobre isso ".

Fitzsimmons, que receberá o apoio do conhecimento científico e divulgador Brian Cox e o astronauta Rusty Schweickart e Nicole Stott, entre outros, sublinham o perigo latente que o planeta está exposto, no próximo dia do asteróide , a ser realizado a 30 de junho.

A data comemora a explosão de Tunguska, o evento de um asteróide ou cometa pequeno que explodiu no ar em 1908, devastando uma grande área de floresta siberiana e criando uma poderosa explosão que foi sentida em grandes áreas do planeta.

Na verdade, Alan Fitzsimmons, alertou que o mesmo impacto hoje e em outra região poderia destruir uma cidade inteira.

"É importante notar que os cientistas e engenheiros fizeram progressos significativos na detecção e entender melhor os asteróides próximos da Terra", disse o astrofísico. Na verdade, até agora 1.800 corpos foram descobertos potencialmente perigosos, mas existem muitos para serem descobertos. "

Fitzsimmons e outros especialistas irão fazer um debate que pode ser acompanhado ao vivo no dia 30 de junho e nele constam  respostas de questões feitas através das redes sociais.

Fitzsimmons é um membro do projecto NEOShield-2, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação para estudar como desviar asteróides perigosos. Universidade de Queen também faz parte do Pan-STARRS, que é um dos mais bem sucedidos programas de  'caçar' asteróides da actualidade.

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Descoberta surpreendente do Hubble põe em causa teoria da evolução das galáxia


O telescópio ajudou os astrónomos a identificarem o primeiro exemplo de uma galáxia em forma de disco, compacta mas massiva, que parou de produzir estrelas apenas alguns milhares de milhões de anos depois do big bang.

A descoberta de uma galáxia tão próxima do início da história do universo desafia a atual interpretação da formação e evolução das galáxias, segundo a comunidade de cientistas.

Quando o Hubble fotografou a galáxia em questão, os astrónomos estavam à espera de ver uma bola caótica de estrelas formada do resultado de uma fusão entre várias galáxias, mas em vez disso, perceberam que as estrelas nasceram num disco em forma de panqueca.


A descoberta representa a primeira evidência observada de que pelo menos algumas das chamadas galáxias “mortas” – onde a formação de estrelas parou – evoluíram de alguma forma de um disco idêntico à Via Látea para as galáxias elípticas gigantes que vemos hoje em dia.

A observação é surpreendente porque as galáxias elípticas contêm estrelas mais velhas, enquanto as galáxias espirais integram tradicionalmente estrelas mais jovens, explicam os cientistas. Uma conclusão do género significa que algumas destas galáxias em forma de disco “mortas” passaram por fortes reformulações. “Não apenas mudaram a sua estrutura, mas também mudaram os movimentos das suas estrelas para se transformarem numa galáxia elíptica”, aponta a equipa de astrónomos.

Esta e outras descobertas ajudadas pelos “olhos” do Hubble podem ser vistas no site oficial do supertelescópio da NASA e da ESA.

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Se não colonizarmos a Lua e Marte, a humanidade pode ser extinta, diz Stephen Hawking

Stephen Hawking

A opinião não é nova. Mas o cientista britânico Stephen Hawking voltou a reforçar esta semana que os seres humanos precisam pensar em abandonar a Terra em 30 anos, sob pena de serem extintos. E para isso, a Lua e Marte aparecem como opções viáveis.

Participando do festival científico Starmus, em Trondheim, na Noruega, Hawking voltou a afirmar que as mudanças climáticas e a superpopulação são os dois principais adversários da luta do homem pela própria sobrevivência no futuro. 

“Estou convencido que os humanos precisam abandonar a Terra”, afirmou o cientista, em declarações reproduzidas pelo jornal britânico The Telegraph. “[O planeta] está se tornando muito pequeno para nós, e nossos recursos naturais estão esgotando-se em velocidade alarmante”.

Ainda de acordo com Hawking, parte do problema passa pelo próprio comportamento da humanidade nas últimas décadas. “Demos ao nosso planeta um presente desastroso, que é a mudança climática, subindo as temperaturas, reduzindo as calotes polares, desflorestando e aniquilando espécies de animais”.

O raciocínio do cientista acompanha a história da humanidade. Ele lembrou que, “quando alcançamos uma crise similar, normalmente havia algum lugar para colonizar”, mencionando o “novo mundo” encontrado por Cristóvão Colombo em 1492, quando o navegador de Genova (Itália) chegou à América Central.

“Agora não há nenhum novo mundo, não há utopia logo ali na esquina. Estamos esgotando todos os espaços e os únicos lugares para irmos são outros mundos”, sentenciou Hawking.

Além dos riscos internos, a Terra ainda pode ser alvo de um asteróide, como já ocorreu no passado. “Não se trata de ficção científica, mas sim daquilo que está garantido pelas leis da física e da probabilidade”, emendou, dizendo ainda que “corremos o risco de ficar e sermos aniquilados”.

Planos para ir ao espaço não faltam. A China pretende mandar um astronauta à Lua em breve, ao passo que a NASA trabalha para enviar o homem a Marte até 2030, segundo os cálculos mais recentes. Se isso ocorrer, poderá “mudar completamente o futuro da humanidade”, assim como “também poderia determinar se teremos algum futuro”, segundo Hawking.

O cientista britânico estima, segundo seus cálculos, que uma base lunar poderia estar de pé em 30 anos, enquanto um posto semelhante em Marte levaria 50 anos para se tornar uma realidade. Hawking ainda mencionou o ‘Próxima B’, planeta do sistema solar de Alfa Centauro, que teria condições semelhantes às da Terra e que foi descoberto recentemente.

Além de levar grandes contigentes de pessoas, animais, plantas e outros seres vivos – num cenário digno da fábula da Arca de Noé –, a humanidade precisará “construir uma civilização, com um novo ecossistema”, concluiu o cientista.

Ainda de acordo com Hawking, um pequeno passo foi dado pelo bilionário russo Yuri Milner e o seu projecto “Breakthrough Startshot”, iniciativa que quer procurar evidências de inteligência extraterrestre ao longo de um período de pelo menos 10 anos.

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Jovem quase consegue captar ETs

OVNIs, arquivo

Um menino na Polónia, durante um passeio nocturno de bicicleta, próximo de uma plantação de milho, conseguiu chegar muito perto de objectos voadores luminosos.

Os sons na gravação são realmente pavorosos.

Felizmente, ele estava filmando seu passeio, o que lhe permitiu mostrar para o mundo esta aparição misteriosa. Mas, quando ele entrou na plantação, os OVNIs foram embora, voando lentamente. O que extraterrestres estariam fazendo em plantação na Polónia?


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Nova múmia descoberta no Peru pode mesmo ser alienígena

múmia descoberta no Peru pode ser alienígena

Um novo mistério acaba de encontrado na região de Nazca no Peru. 

Os produtores de filmes do site gaia.com e pesquisadores de vários países irão investigar a descoberta de um corpo mumificado, a fim de determinarem se é um ser pertencente à raça humana, ou não. 

Universidades e cientistas independentes estão actualmente analisando a múmia e os materiais encontrados, que são diferentes de tudo já descoberto no Peru.

A múmia em si mede 1,68 metros de altura, possui três dedos em cada mão e pé, com um crânio levemente alongado. Ela estava envolta em um pó branco, que possivelmente foi usado para “secar” a pele, mas debaixo desta cobertura havia uma pele acinzentada, que é o que ocorre com corpos mumificados. Os tamanhos do nariz e das orelhas da múmia são mínimos.


Testes de Carbono 14, que foram feitos para determinar a idade da múmia, retornaram um período entre 245 D.C. a 410 D.C.

A tomografia computadorizada da múmia mostrou que realmente há ossos dentro deste invólucro, o que descarta a possibilidade de ser meramente um “trabalho de arte”, assim por dizer.

A radiologista de análise músculo-esquelético do Hospital da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. M.K. Jessie, disse que, pelo que ela pôde ver nas imagens da tomografia, as anomalias com os dedos e o crânio não parecem ter sido algo causado artificialmente.


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Dedo do pé em madeira com 3000 anos pode ser uma das próteses mais antigas


Descoberta feita num cemitério perto de Luxor, no Egipto.

Egiptólogos suíços reanalisaram um dedo de pé em madeira com cerca de 3000 anos e concluíram que pode ser uma das próteses humanas mais antigas, informou a Universidade de Basileia em comunicado.

A prótese, examinada com técnicas de microscopia moderna, tecnologia de raios X e tomografia computorizada, pertencia a uma mulher e foi descoberta no antigo cemitério egípcio da elite social de Sheikh ‘Abid el-Qurna, perto da cidade de Luxor.


Especialistas das universidades de Basileia e de Zurique, ambas na Suíça, e do Museu Egípcio, no Cairo, onde se encontra guardado o achado arqueológico, sugerem que o dedo de madeira foi adaptado várias vezes ao pé da sua portadora, a filha de um sacerdote.

Os investigadores conseguiram identificar os materiais usados na prótese ortopédica e o método a partir do qual foi produzida. Segundo o estudo, o dedo artificial indica que o artesão que a fabricou estava familiarizado com a anatomia humana. Por outro lado, o facto de a prótese ter sido feita de forma meticulosa indicia que a mulher que a usava valoriza a estética e o conforto.

Fonte: Publico

terça-feira, 20 de junho de 2017

A fabulosa ponte que desaparece no mar

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Na época em que foi construída era considerada uma das sete maravilhas da engenharia. A Chesapeake Bay Bridge-Tunnel é, como o próprio nome indica uma ponte que se transforma num túnel.

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A obra foi completada em 1964 e custou 200 milhões de dólares. A inédita estrutura que se estende ao longo da baía de Chesapeake na Virgina (EUA), liga Northampton County na península de Delmarva a Virginia Beach.

Originalmente a ponte-túnel combinava 19 km de tabuleiro com dois túneis de 1,6 quilómetros, quatro ilhas artificiais e quatro pontes. Desde a sua abertura, em 1964, a ponte-túnel foi atravessada por 100 milhões de veículos, já que faz parte de uma importante estrada que liga o norte e o sul dos EUA — a Route 13.

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A ponte-túnel foi criada para permitir a circulação de barcos na Baía de Cheasapeake e tornou-se uma das grandes atrações turísticas da região, já que é uma das dez únicas pontes-túneis do mundo.
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Agora foi lançado um concurso no valor de 775 milhões de dólares para construir um túnel paralelo e duplicar a via, devido ao elevado tráfego que a percorre. As obras iniciam-se este outono e devem estar concluídas em 2020.

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Telescópio descobre 10 exoplanetas onde poderá existir água em estado líquido


O telescópio espacial Kepler detetou uma dezena de exoplanetas do tamanho da Terra

Cientistas que operam o telescópio espacial Kepler, da NASA, anunciaram esta segunda-feira a descoberta de 219 novos planetas fora do sistema solar (exoplanetas), 10 dos quais de tamanho semelhante à Terra e onde água em estado líquido poderá hipoteticamente existir.

No total, o telescópio Kepler já detetou 4.034 exoplanetas, dos quais 2.335 foram confirmados por outros telescópios, anunciou a NASA, a agência espacial dos Estados Unidos.

Cerca de 50 destes planetas distantes são de tamanho semelhante ao da Terra, incluindo os 10 anunciados hoje, e orbitam as respetivas estrelas na chamada "zona habitável", onde as condições gravitacionais e de temperatura permitem, hipoteticamente, a existência de água líquida, considerada condição essencial para a existência de vida tal como é conhecida.

"Este catálogo minucioso (de exoplanetas com existência confirmada) é o fundamento científico que permitirá responder diretamente a uma das questões mais 'quentes' da astronomia, que é a de determinar o número de planetas 'irmãos' da Terra na nossa galáxia", a Via Láctea, afirmou, citada num comunicado da NASA, Susan Thompson, uma das cientistas da equipa que opera o Kepler e membro do Instituto SETI, dedicado à busca de inteligência extraterrestre.

As descobertas anunciadas hoje fazem parte da versão final do catálogo de exoplanetas identificados a partir dos dados recolhidos durante os quatro anos em que o Kepler esteve em operação.

O Kepler foi lançado em 2009, mas a missão acabou por terminar em 2013 devido a uma avaria dos giroscópios (dispositivos que permitem o posicionamento no espaço na ausência de pontos de referência) do telescópio espacial.

Enquanto se manteve em operação, o Kepler perscrutou o espaço em torno de 150.000 estrelas da constelação do Cisne.

A estrela mais brilhante da constelação do Cisne, a Alpha Cygni, fica a 2.500 anos-luz da Terra.

Fonte: DN

Apocalipse vulcânico teve papel chave na extinção dos dinossauros

Vulcão na Ilha do Fogo em Cabo Verde

Um apocalipse vulcânico desempenhou um papel chave na extinção em massa do Triásico, que provocou o início da era dos dinossauros, segundo um estudo hoje publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

A investigação, realizada na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e dirigida pelo geoquímico Lawrence Percival, centrou-se na extinção do Triásico, há aproximadamente 200 milhões de anos, e na era dos dinossauros, que decorreu depois.

Este acontecimento tornou-se numa das maiores extinções em massa da vida animal de que há registo e que inclui grandes répteis semelhantes aos crocodilos e vários invertebrados marinhos e que provocou grandes mudanças na vegetação da Terra.

Embora permaneça um mistério porque é que os dinossauros sobreviveram a esta alteração, substituíram as espécies já extintas, com mamíferos e anfíbios primitivos.

Esta extinção em massa foi ligada durante muito tempo a uma libertação grande e abrupta de dióxido de carbono na atmosfera, mas a origem exata deste problema permanece desconhecida.

No entanto, as emissões de dióxido de carbono vulcânico (CO2) eram consideradas um dos principais contribuintes, após a descoberta de rochas vulcânicas da mesma idade.

Este apocalipse vulcânico, causado por rochas que cobriam uma vasta área em quatro continentes na Província Magmática do Atlântico Central (CAMP), poderá ter sido provocado por vibrações, mas o alcance global e o impacto potencial destes acontecimentos também tem sido um mistério.

Através do teor de mercúrio das rochas sedimentares depositadas durante a extinção, os investigadores revelaram ligações claras entre o momento do vulcanismo do CAMP e a extinção final do Triásico.

Os vulcões emitem emissões de gases de mercúrio, que se propagam globalmente através da atmosfera antes de se depositarem em sedimentos, razão pela qual qualquer sedimento adquire um teor anormalmente elevado de mercúrio durante uma erupção.

Cinco dos seis depósitos de sedimentos estudados, provenientes do Reino Unido, Austria, Argentina, Gronelândia, Canadá e Marrocos, mostraram um grande aumento do teor de mercúrio a partir da extinção triásica, com valores máximos observados entre o horizonte da extinção e o limite triásico/jurássico, que ocorreu cerca de 200 mil anos depois.

Estas elevadas emissões de mercúrio também coincidiram com aumentos previamente estabelecidos nas concentrações atmosféricas de CO2, o que indica, segundo os investigadores, a libertação de CO2 proveniente da desgasificação vulcânica.

“Esta investigação fortalece a ligação entre a extinção em massa do Triásico e as emissões vulcânicas de CO2. Esta nova prova de emissões episódicas de CO2 vulcânico como o provável impulsionador da extinção melhora a nossa compreensão desta atividade e, potencialmente, de outros episódios de alterações climáticas na história da Terra”, assegurou Lawrence Percival.

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Conheça novo robot da NASA que ajudará a colonizar Marte

Conheça novo robot da NASA que ajudará a colonizar Marte

Confira a demonstração das capacidades do robot-humanoide Valkyrie, que no futuro será enviado para Marte

Os especialistas da NASA e do Centro Espacial Lyndon Johnson apresentaram o seu "assistente", que deverá ajudar os astrónomos a colonizar o Planeta Vermelho.

O vídeo com os testes da nova invenção foi publicado no canal no YouTube do IHMC Robotics, que desenvolveu o algoritmo de comando do robot.

O Valkyrie está equipado com 200 sensores instalados na sua cabeça, ombros, abdómen e pernas. A informação recebida através deles permite ao robot-humanóide analisar dados para escolher a superfície mais conveniente para o passo seguinte.


Fonte: NM

Michelin cria pneu sem ar em impressora 3D


A Michelin continua a procurar substituir a forma tradicional do pneu por algo que não fique inutilizado por ter um furo normal, em vez disso procurando estruturas que sejam leves, elásticas o suficiente para lidar com a transferência de massas típica de um automóvel, fáceis de construir e com uma pegada ecológica reduzida.

Agora, surgiu mais um resultado dessa pesquisa, o Vision Concept Tire. Este pneu não é bem um pneu, é uma roda perfeitamente integrada, fazendo o trabalho de pneu e roda. O Vision é construído com materias orgânicos e biodegradáveis, incluindo bambu, papel, palha e casca de laranja. A sua estrutura permite-lhe ser eficaz em qualquer tipo de piso e condições meteorológicas.

A Michelin criou este pneu numa impressora a três dimensões, com o mínimo de borracha possível, mas sem a necessidade de ser cheio com ar, e tem um piso que se adapta às condições do terreno. Está também equipado com sensores, que monitorizam o seu comportamento e performance.

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China dá "salto quântico" nas telecomunicações


Satélite chinês Micius conseguiu demonstrar a possibilidade de transmissão simultânea de dados para dois pontos da Terra afastados 1200 quilómetros entre si, através de pares de partículas de luz

O satélite chinês Micius, que foi lançado em Agosto do ano passado para demonstrar a possibilidade de transmissão de informação através de pares partículas entrelaçadas entre si, mesmo a grandes distâncias, conseguiu a proeza de fazer essa transmissão para duas estações terrestres separadas por 1200 quilómetros. Esta é a primeira vez que se consegue concretizar este tipo de comunicação e o avanço, que é publicado hoje na revista Science, posiciona a China como uma forte competidora no setor das telecomunicações e da chamada Internet quântica.

A comunicação utilizando pares de partículas entrelaçadas entre si baseia-se na teoria da física quântica que estabelece que todas as partículas têm um par que transporta a mesma informação mesmo se separado por milhões de quilómetros de distância. Até agora, o melhor que se tinha conseguido em transmissão de informação, usando esta ideia e um sistema de fibra ótica, foi uma distância de cem quilómetros. No entanto, a precisão perde-se a essa distância.

O sistema tecnológico concebido para o satélite Micius pela equipa coordenada por Jian-Wei Pan, da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, e da Academia de Ciências do país, cumpriu as expectativas dos seus criadores.

De acordo com o líder do projeto, citado pela agência de notícias chinesa Xinhua, "este trabalho lança as bases técnicas sólidas para uma rede quântica a grande escala e para investigação experimental da comunicação quântica, e demonstra também experimentalmente os princípios da física, como a teoria geral da relatividade e a gravidade quântica no espaço".

Na órbita terrestre, a 500 quilómetros de altitude, o Micius tem uma missão prevista de dois anos para fazer o estudo experimental deste tipo de comunicações, mas os primeiros resultados são já um sucesso. Especialistas independentes ouvidos pela imprensa internacional confirmam a importância dos resultados publicados na Science e antecipam que este será um primeiro passo para a futura Internet quântica, encriptada e totalmente segura.

Anton Zeilinger, investigador do Centro de Física Quântica em Viena, é um desses especialistas. Em declarações ao The Guardian afirmou que "este é um passo importante para uma [futura] rede quântica global". Não sendo possível fazê-la através de fibra ótica, como sublinhou o cientista austríaco, "é preciso ir para o espaço e é muito importante demonstrar que isto funciona com satélites, por isso estou muito entusiasmado [com estes resultados] ".

Fonte: DN
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