quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A ultra secreta "Área 52" dos EUA aparece pela primeira vez numa gravação

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O misterioso campo de provas Tonopah, perto da mais famosa 'Área 51', é inacessível ao público e tem dado origem a muitas teorias de conspiração.

O ultra-secreto campo de testes Tonopah em Nevada (EUA), também conhecido como 'Área 52', apareceu pela primeira vez em imagens num vídeo filmado por Sandia National Laboratories, um dos subcontratados do Pentágono para o desenvolvimento de armas nucleares, uma gravação que imediatamente chamou a atenção do portal The War Zone .

Estas instalações, fechadas para a população civil, são usadas pelo Exército, cientistas e engenheiros dos EUA. para testar sistemas de entrega de armas nucleares, bem como para realizar testes de drones.

O deserto de Nevada também tem outra base militar secreta, conhecida como " Área 51 ", que está associada ao desenvolvimento e teste da hipotética aeronave de reconhecimento americana Aurora, que alguns acreditam ser capaz de voar a velocidades hipersónicas superiores a Mach 5.

Desde a década de 1980, vários relatórios começaram a aparecer falando sobre avistamentos de objectos voadores não identificados, incluindo triângulos negros, através do espaço aéreo da "Área 51", o que atraiu o interesse de numerosos teóricos da conspiração.


Fonte: RT

Windows 10: Afinal como funciona o serviço cloud OneDrive?


É verdade que já ensinámos a desligar por completo o serviço OneDrive no Windows… se não usámos, porque o devemos ter a sobrecarregar o sistema? No entanto, apesar da Microsoft não oferecer muitos GBs, podemos sempre usá-lo para ter um backup da informação mais importante do sistema… mesmo que não seja dos documentos do ambiente de trabalho (onde normalmente colocamos tudo) e das nossas fotografias.

Vamos aprender então como funciona o OneDrive no Windows 10.

O pacote OneDrive Básico oferece apenas 5 GB aos utilizadores, o que pode ser suficiente para ter uma cópia de alguma informação importante. Como sabemos, no passado, a Microsoft cortou no espaço associado ao pacote gratuito, apesar de alguns utilizadores ainda manterem gratuitamente “muitos” GBs.

Como funciona o OneDrive no Windows 10?

O OneDrive está integrado no Windows 10… logo não é preciso instalar nada. Para aceder ao OneDrive basta clicar, com o botão do lado direito do rato, sobre o ícone que se assemelha a uma nuvem, na barra de tarefas. Para começar acedam a Definições.


Como podem ver, é possível saber de imediato quais as pastas a que estamos a fazer backup (pode até ser noutro computador) e quais temos disponíveis no nosso sistema.


No separador Guardar Automaticamente podemos indicar o que pretendemos guardar automaticamente. De referir que podemos guardar automaticamente Fotografias e vídeos e até as capturas de ecrã.


No separador Rede é possível definir limitações na velocidade de carregamento, assim como na velocidade de transferência.


Por fim, no separador Office, podemos indicar que pretendemos usar o OneDrive para que vários utilizadores trabalhem de forma colaborativa usando o Office 2016.


Como aceder aos ficheiros do OneDrive?

O acesso aos ficheiros que estão no OneDrive é muito simples. Voltando a carregar no ícone do OneDrive podemos aceder diretamente ao serviço ou então através do explorador do Windows, onde diz OneDrive.


Sendo este um serviço cloud, é também possível aceder, a partir de qualquer lugar e equipamento, a toda a informação.


E basicamente é isto! Usar o OneDrive é bastante simples, tal como acontece com outros serviços que oferecem armazenamento na cloud, mas neste caso o serviço já se encontra integrado com o Windows. Experimentem e não se esqueçam de ter sempre cópias de segurança da informação mais importante.

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Supercomputador cedido pelos Estados Unidos “a caminho” de Portugal


A infraestrutura de computação inclui vinte bastidores da plataforma de computação avançada STAMPEDE 1, cedidos à FCT pela Universidade do Texas em Austin.

A instalação do primeiro supercomputador em Portugal, juntamente com a criação do Minho Advanced Computing Center (MAAC), é formalizada este sábado, dia 25 de novembro, através da assinatura de um memorando de entendimento entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a Universidade do Texas em Austin (UTAustin) e a Universidade do Minho (UMinho).

Esta nova infraestrutura de computação inclui vinte bastidores da plataforma de computação avançada STAMPEDE 1, cedidas à FCT pelo Texas Advanced Computing Centre da UTAustin e pretende contribuir para o desenvolvimento de novas áreas de computação em Portugal.

Estão também previstas aplicações diversas de âmbito científico e empresarial em áreas que abrangem o clima, a segurança marítima, o apoio às pescas, a monitorização de padrões de mobilidade nas cidades, o estímulo da biodiversidade, a gestão do risco nas florestas e aplicações na saúde, incluindo bioinformática.

Entre outras potenciais aplicações, esta infraestrutura de computação servirá o Centro de Investigação Internacional dos Açores – o AIR Center –, recentemente criado, refere a FCT numa nota enviada à imprensa.

A nova infraestrutura será instalada durante o primeiro trimestre de 2018 na Universidade do Minho, complementando os recursos já existentes nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo e do Centro.

A sua operação será totalmente integrada na rede nacional, europeia e internacional em modo de acesso totalmente aberto, facilitando a adoção da Estratégia Nacional de Ciência Aberta, explica a FCT.

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Porque é que o lítio está a causar uma luta em Portugal?


O banco Goldman Sachs apelidou este metal de "a nova gasolina". O preço deverá disparar até 2022 e Portugal já é um dos países onde várias empresas lutam pela exploração desta matéria-prima.

O lítio é uma matéria-prima cada vez mais importante, indispensável para o funcionamento de muitas baterias de carros elétricos e outros dispositivos de alta tecnologia, incluindo ‘smartphones’. Enquanto alguns países produtores de petróleo passam por dificuldades e as empresas de mineração tentam sobreviver, este metal vive bons momentos.

E isso promete trazer grandes benefícios a vários países sul-americanos, liderados por Argentina, Chile e Bolívia. Estes três países englobam cerca de 60% das reservas conhecidas deste metal, de acordo com estudos realizados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. A revista Forbes escreveu que esta área é a “Arábia Saudita do lítio”, numa referência à abundância de petróleo naquele país do Médio Oriente.

Por exemplo, em 2015, o preço do lítio importado da China atingiu os 130 mil dólares por tonelada. O interesse é tanto que o banco de investimento Goldman Sachs o apelidou de “a nova gasolina”. Um relatório da consulta americana Allied Market Research estima que o mercado mundial de baterias de lítio poderá valer 46 mil milhões de dólares em 2022. Esta avaliação tem em conta a expansão da produção de carros elétricos por parte de várias marcas nas próximas décadas.

O caso português

Portugal é o sexto maior produtor mundial de lítio. Os minerais de lítio extraídos por cá destinam-se sobretudo à indústria cerâmica, porque transformação do minério extraído em carbonato de lítio que tem propriedades de geração ou armazenagem de energia exige grandes investimentos. Este metal é a base da produção de mosaicos, azulejos e louças sanitárias e de cozinha.

A extração deste metal em Portugal não é a mais barata. Há nove regiões entre o Norte e Centro do país que estão a despertar o interesse. O desafio atual é encontrar um processo rentável de transformação do lítio que permita a pureza de 99,5% necessária para a construção de baterias de veículos elétricos – a produção de uma tonelada de carbonato de lítio a partir de pegmatitos, o tipo de exploração que se faz em Portugal, custa 4,45 mil euros, avançou o jornal ‘Público’.

Entretanto, o litígio entre empresas que estiveram envolvidas na exploração de lítio em Sepeda, Montalegre, vai arrastar-se à barra dos tribunais. A empresa Lusorecursos conseguiu obter o contrato de prospeção e pesquisa de lítio na região nas vésperas de arrancar o julgamento da providência cautelar movida pela antiga parceira, Novo Lítio, que é agora adversária na corrida ao lítio transmontano e contesta o contrato celebrado, noticiou o ‘Público’.

Em causa está uma área de exploração de 75.581 quilómetros quadrados, que poderá conter um depósito de dez milhões de toneladas de minério de óxido de lítio. A DGEG vai avaliar agora se a Lusorecursos tem ou não capacidade e viabilidade de avançar para uma licença de exploração. Entretanto, a litigância judicial está para continuar.

Fonte: JE

Submarino desaparecido. Registado som consistente com explosão

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Submarino desapareceu a 15 de novembro

A Marinha argentina afirmou hoje que foi registado um som junto ao local onde pela última vez foi localizado o submarino desaparecido com 44 tripulantes há uma semana, pelo que se admite a hipótese de este ter sido destruído num rebentamento.

O porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, disse que se tratou de "um evento anormal, singular, curto, violento e não nuclear" registado no sul do Atlântico. No entanto, esclareceu que não há informações suficientes para dizer qual terá sido a causa da explosão ou se o submarino ARA San Juan terá sido atacado.

Esse som foi registado no mesmo momento em que o submarino enviou os últimos sinais, no dia 15, mas apenas hoje foi revelado em conferência de imprensa para que as equipas de investigação pudessem analisá-lo e compará-lo com outros elementos recolhidos.

De acordo com o porta-voz da Marinha da Argentina, as buscas vão prosseguir até se perceber ao certo o que aconteceu ao submarino e as famílias dos tripulantes estão a par dos desenvolvimentos

Já ontem, um avião da Marinha norte-americana terá detetado um objeto junto à última localização conhecida do submarino. No entanto, soube-se já hoje que esse objeto não corresponde ao submarino.

Uma operação sem precedentes, com 4.000 pessoas, foi desencadeada no mar argentino, envolvendo 11 países, para tentar encontrar o submarino. A operação entrou agora numa fase crítica, uma vez que já passou uma semana sem informações do submarino e dos seus 44 tripulantes.

Fonte: DN

Novo Triângulo das Bermudas? Área de buscas do submarino San Juan regista anomalias


As buscas do submarino desaparecido a 15 de novembro com 44 tripulantes a bordo continuam sem resultados.

A Marinha da Argentina informou numa conferência de imprensa na quarta (22) sobre os resultados das buscas do submarino ARA San Juan, que desapareceu há uma semana nas águas a leste da costa argentina, informa o RT.

Enrique Balbi, o porta-voz da Marinha, afirmou que está sendo investigada uma "anomalia hidroacústica" na zona de buscas do submarino desaparecido, 30 quilómetros a norte da última posição conhecida do ARA San Juan.

"A indicação que recebemos coincide com a última posição conhecida na quarta (15)", informou Balbi.

Nenhuma informação adicional sobre a anomalia foi divulgada para "evitar conjecturas". 

Quanto ao facto de o oxigénio no submarino poder estar esgotado, considerando que o submarino desapareceu há 7 dias, o porta-voz da Marinha argentina indicou que "se trata de um dado estatístico" e "não é algo muito rigoroso".



#últimanotícia A Marinha do Brasil informa que o Navio Polar Almirante Maximiano já se encontra na área de buscas ao submarino ARA San Juan. A Fragata Rademaker, que regressava de uma Operação com a Marinha do Uruguai e o Navio de Socorro Submarino Felinto Perry estão a caminho.

​O porta-voz também indicou que a Rússia se juntou às operações de busca e resgate, após uma conversa entre os presidentes da Argentina e Rússia realizada na quarta. Das operações de busca participam especialistas de vários países, incluindo dos EUA, do Chile, do Brasil, do Reino Unido, da França e da Alemanha.

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Profecias de Nostradamus para 2018: uma guerra mundial e destruição de Israel

Nostradamus

Com a aproximação do ano de 2018 muitas pessoas começam a lembrar-se do famoso vidente francês Nostradamus que previu uma guerra mundial e o desaparecimento de Israel para este ano.

De acordo com o portal Liban 24, que publica algumas das profecias, esperam-se terríveis acontecimentos que podem mudar o mundo.

"Haverá desastres naturais e muitas nações do mundo enfrentarão mudanças", indicou o portal, acrescentando que as profecias de Nostradamus se referem à chegada ao poder de Trump, à sua política de imigração e à sua relação com a destruição de Israel.

De acordo com o autor do artigo, publicado no portal, segundo Nostradamus "uma república da cidade grande" – os EUA- vai ser envolvida em grandes operações militares, o que explica aquilo que aconteceu na Síria.

O vidente francês previu o início da Terceira Guerra Mundial, revelando que um conflito grande vai se desencadear neste período. Ele falava de uma grande guerra que causaria um número imenso de mortes, crimes e danos, mas anunciou que esta vai terminar em 2025.

Nostradamus falou também de inundações e terramotos invulgares, que vão afectar várias regiões do mundo, incluindo a China. 

"Os desastres naturais, tempestades e ciclones vão acontecer na China, no Japão e na Austrália e a Rússia vai enfrentar terramotos", recorda o portal.

Ele também previu problemas na economia mundial e pode ter advertido sobre o problema da destruição de florestas e buracos na camada de ozónio dizendo que "os raios do sol queimarão a Terra, o céu vai se abrir e campos serão queimados".

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Bola de fogo sob o céu Rio Grande do Sul


Publicado a 20/11/2017

Meteoro registado sobre o estado de Santa Catarina a partir de Taquara, RS, pela câmara 8. HELLER & JUNG Space ans Sky Observatory.

Fonte: Youtube

Como obter qualquer versão do Windows e Office…gratuitamente

Imagem pen USB com Windows 10

A Microsoft permite o download de qualquer ISO do Windows ou Office em vários portais da própria empresa. Desta forma, sem recurso à pirataria, os utilizadores podem obter legalmente uma cópia de uma versão do Windows e Office.

No entanto existe uma ferramenta que permite descarregar qualquer versão do Windows e Office, também legalmente, sem a necessidade dos utilizadores se registarem nos portais da Microsoft. Vamos conhecer a ferramenta Windows ISO Downloader.

Sem qualquer problema e de forma oficial, a Microsoft permite que se descarreguem imagens do Windows ou do Office directamente e gratuitamente de vários portais, como por exemplo via TechNet ou TechBench.

Quem precisar do Windows 10 também o pode obter, sem problemas, até ao final do ano aqui. Outra das formas é recorrendo à ferramenta Windows ISO Downloader.

Para descarrregar o produto que quer, basta selecionar a versão do Windows ou Office desejada do menu do lado direito. No caso so Windows podem obter as seguintes versões:
  • Windows 7
  • Windows 8.1
  • Windows 10
As versões disponíveis a Insiders (sem a necessidade de registo)


Em seguida escolham qual a versão que pretendem obter.


De refererir ainda, que no menu lateral, podem escolher qual o idioma em que pretendem obter uma determinada versão do Windows ou do Office.


Ao nível do Office podemos obter o:
  • Office 2007
  • Office 2010
  • Office 2011 para Mac
  • Office 2013
  • Office 2016
  • Office 2016 para Mac

Depois de descarregarem é só instalar. No caso do Windows podem criar uma PEN de instalação >usando uma destas ferramentas (sugestão: Windows 7 USB/DVD Download tool) ou então virtualizar o sistema usando, por exemplo, o VirtualBox ou VMWare. No caso do Office é só instalar no sistema. Se o seu Windows não reconhecer o formato .ISO, use a ferramenta WinCDEmu.

Depois, para que tudo fique operacional, é só registarem o produto com uma chave válida.

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Os três grandes veículos militares nacionais

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Na parada do antigo regimento de infantaria de Elvas encontramos os três grandes veículos militares nacionais – um camião Berliet-Tramagal, um blindado Chaimite e um jipe UMM – perfeitamente alinhados. Parecem soldados numa formatura. Ali, onde hoje existe um museu militar, juntamo-los enfim para uma fotografia histórica. Além destes três, a colecção de Elvas inclui outros tantos, em diferentes versões. Uma das Chaimites da colecção, a MG-58-27, foi uma das que, em 2014, encontrámos no Kosovo, nas últimas semanas destes blindados nas missões de paz dos Balcãs. Esta, curiosamente, fez a guerra em Moçambique, a partir de Novembro de 1972. A outro canto encontramos um dos dois camiões Tramagal Turbo que sobreviveram da pré-série de cinco recebida pelo Exército português, o MX-21-29.

Durante muito tempo houve quem temesse que estas viaturas cheias de história estivessem esquecidas ou condenadas à sucata. Mas o que encontramos em Elvas é um cenário bem diferente: viaturas em exposição e, em muitos casos, a rolar e a funcionar como nos tempos das picadas de África e patrulhas dos Balcãs. O mesmo é verdade para outros tantos casos em unidades e museus do Exército, Marinha, Força Aérea e Guarda Nacional Republicana.

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O segredo é que, como noutros países, os militares portugueses se aperceberam do valor do seu passado para o seu futuro, até mesmo para o recrutamento, e souberam abrir-se à sociedade civil. Em Elvas, um grupo de entusiastas da Associção Portuguesa de Veículos Militares tem vindo a recuperar, com paciência e dedicação, os velhos veículos. O grupo nasceu entre amigos e entusiastas do todo-o-terreno de Oeiras mas, hoje, está um pouco por todo o país. Organiza passeios com clássicos militares todos os anos e, todos os meses, mete-se à estrada e passa um fim-de-semana nas oficinas de Elvas.

Foi assim que recuperaram e puseram a funcionar vários veículos, como, por exemplo, um blindado White M3 A1 de quatro rodas, logo em 2012. Naquele fim-de-semana de Outubro, uma tarde excepcionalmente quente, o grupo sorria, apesar do suor, com a satisfação de pegar nestas máquinas e esforçava-se nos trabalhos de capagem e pintura da torre de uma auto-metralhadora britânica Saladin Mk II, armada com uma peça de 76mm, e nos trabalhos no casco de uma Panhard AML-60, a MG-60-12, que fez parte da coluna de Salgueiro Maia. Muito em breve, a Panhard vai parecer e funcionar como se fosse nova. Mais trabalho vai dar o casco do blindado de lagartas Bren Universal Carrier de 1942, mas estes entusiastas não baixam os braços – fazem lembrar os que desenvolveram, fabricaram e usaram os três grandes veículos militares nacionais.


Pedro Manuel Monteiro

*Extracto do livro “Berliet, Chaimite e UMM – Os Grandes Veículos Militares Nacionais”, de Pedro Manuel Monteiro, uma edição Contra a Corrente, Abril 2018. Contributos e reserva de exemplares em: https://ppl.com.pt/prj/berliet-chaimite-umm

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

EUA planearam fingir ataque russo para começar guerra na década de 1960

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Informação consta num dos documentos tornados públicos sobre o assassínio do presidente J.F. Kennedy. Plano dos EUA era construir réplicas ou comprar aviões soviéticos para atacar alvos norte-americanos

A administração norte-americana considerou planear um falso ataque, utilizando aviões russos, para justificar o início de uma guerra com a URSS ou os seus aliados na década de 1960. A informação consta num documento recentemente tornado público, que faz parte do acervo de ficheiros relativos ao homicídio do presidente John F. Kennedy. São mais de 2800 ficheiros que, nas últimas semanas, têm vindo a ser analisados e escrutinados.

O documento sobre o falso ataque descreve uma reunião que terá tido lugar no dia 22 de março de 1962 e contou com membros do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, que discutiram uma sugestão do então procurador-geral norte-americano, Robert Kennedy, irmão do presidente J.F.K.. Robert Kennedy propunha que os EUA adquirissem aviões militares soviéticos ou fabricassem réplicas de Mig-17, Mig-19 ou Ilyushin Il-14. Os custos de tal empreitada chegaram a ser analisados: construir um MIG-19 que os não-especialistas confundissem com um avião russo podia chegar aos 44 milhões de dólares, ao passo que conceber uma réplica de um Ilyushin Il-14 seria "extremamente difícil e moroso", terão concluído os responsáveis.

Perante este cenário, a CIA sugeriu então que fosse adquirido material soviético original, através de pilotos que desertaram ou comprando-o de um país que não fizesse parte do Pacto de Varsóvia. A agência apresentou ainda três cenários em que os aviões poderiam ser utilizados, acrescenta a Newsweek, que analisou o documento, incluindo operações para confundir pilotos inimigos no ar ou atacar instalações de países adversos, e uma "operação de provocação na qual um avião soviético parecesse atacar os EUA ou forças aliadas para oferecer uma desculpa para uma intervenção norte-americana".

Entre os responsáveis que estiveram na reunião relatada no documento agora divulgado contam-se o procurador-geral dos EUA, Robert Kennedy, o diretor da CIA, John McCone, ou o conselheiro para a segurança nacional McGeorge Bundy.

Não é a primeira vez que se ouve falar deste plano para simular um ataque russo: em 2001, o historiador Robert Dallek assinalava esta hipótese num livro - An Unfinished Life: John F. Kennedy, 1917-1963 - atribuindo a ideia ao então diretor da CIA, John McCone.

O documento que prova a veracidade do plano foi revisto pela última vez pela CIA em fevereiro de 1998 e um selo mostra que deixou de ser confidencial em março de 2016. Mas estranhamente, assinala a Newsweek, na capa, no local onde devia estar escrita a data do ficheiro, aparece apenas 00/00/00.

Fonte: DN

'Robôs' do tamanho de células injetados no corpo para chegar a locais do corpo de difícil acesso


Trabalho publicado na Science Robotics pode abrir a porta a novos tratamentos

Cientistas criaram 'robôs' microscópicos, do tamanho de células sanguíneas, que foram guiados magneticamente para locais do estômago de ratos, e que, dizem, podem ser promissores para diagnosticar e tratar doenças em zonas do corpo difíceis de alcançar.

Os 'robôs', operados remotamente, foram criados a partir de pequenas algas revestidas com partículas magnéticas biocompatíveis, podendo ser localizados em tecidos perto da superfície da pele, através de imagens da luminescência natural das algas, e em tecidos mais difíceis de chegar por ressonância magnética, segundo um comunicado da universidade britânica de Edimburgo hoje divulgado.

A nota, que não precisa como é feito o controlo remoto dos 'robôs', refere que estes dispositivos são sensíveis a alterações químicas indiciadoras de uma doença, o que os torna potencialmente úteis como sondas, podendo 'navegar' no organismo através de fluidos biológicos, como sangue e suco gástrico.

O tempo necessário para os dispositivos funcionarem e se biodegradarem no organismo pode ser adaptado ajustando a espessura do revestimento magnético.

O trabalho, publicado na revista Science Robotics, foi liderado pela Universidade de Hong Kong, na China, em colaboração com as universidades de Edimburgo e Manchester, ambas no Reino Unido.

Fonte: DN

Alongado e de cor vermelho escuro: assim é o primeiro visitante interestelar do nosso Sistema Solar

Vermelho alongado e vermelho escuro: este é o primeiro visitante interestelar do nosso Sistema Solar

Os cientistas assinalaram que o asteróide é alongado, de cor vermelha escura e que, além disso, não gira em torno do Sol.

O primeiro cometa conhecido de proviniência fora do Sistema Solar foi descoberto no Havaí a 18 de outubro e agora os especialistas da NASA detalham suas características, que não seguem as qualidades típicas dos asteróides.

De acordo com a descrição da agência espacial, o C/2017 U1 tem uma aparência alongada, como um charuto enorme de cerca de 400 metros e sua cor é vermelha escura. 

Sua forma poderia fornecer novas pistas sobre como outros sistemas estelares foram formados, relatou a Nature .

Em relação à sua origem, as primeiras estimativas indicam que ele avança a 64000 quilómetros por hora a partir de uma direcção no qual a constelação de Lyra está localizada, então levará alguns anos para atravessar todo o Sistema Solar antes de deixá-lo para não retornar.

De órbita hiperbólica y con la mayor excentricidad jamás registrada... Un gran hallazgo el cometa C /2017 U1http://myuniversoo.blogspot.com/2017/10/los-astronomos-pueden-haber-observado.html?spref=tw …

Dúvidas sobre sua origem

Baptizado como 'Oumuamua', uma voz havaiana que se refere a um mensageiro que chega da distância, este asteróide não gira em torno do sol, mas segue uma trajectória angular em relação às órbitas de outros planetas. "Se novas observações confirmarem a natureza incomum de sua órbita, este objecto seria o primeiro caso de cometa interestelar", anunciou o Centro de Planetas Menores da União Astronómica Internacional.

No entanto, nem todos os especialistas estão convencidos de sua proveniência externa. A especialista planetária Maria Womack, da Universidade do Sul da Flórida, apontou que a particularidade da sua jornada poderia resultar de uma "interacção com Júpiter ou outro planeta" que poderia ter causado que ele mudasse sua órbita.

Mude sua tonalidade

De acordo com especialistas, o cometa varia drasticamente o seu brilho toda vez que gira em seu próprio eixo, o que acontece cada pouco mais de sete horas, explicou Karen Meech, do Instituto de Astronomia do Havaí: "Essa mudança incomum no brilho significa que o objecto é alongado: cerca de dez vezes mais do que o largo, com uma forma complexa ".

"Nós também descobrimos que tem uma cor avermelhada, semelhante à dos objectos do Sistema Solar no exterior, e confirmamos que é completamente inerte, sem o menor vestígio de poeira ao redor", acrescentou. Segundo Meech, a sua vermelhidão é o resultado da irradiação de raios cósmicos ao longo de centenas de milhões de anos.

Essas propriedades sugerem que o cometa é denso, composto de rochas e, talvez, de metais e não contém água nem gelo.


Fonte: RT

Mistérios debaixo do mar: os mais famosos submarinos desaparecidos na história

Um submarino da classe 629, da mesma classe que o K-129

O submarino argentino ARA San Juan desapareceu há seis dias nas águas do Atlântico. A Sputnik fez a lista de outros submarinos misteriosamente perdidos.

U-Boot alemão (Primeira Guerra Mundial,1916) 

Em setembro de 2017, no mar do Norte, a 30 metros da costa belga, ocorreu uma descoberta incomum: nas águas foi encontrado um submarino alemão da Primeira Guerra Mundial quase intacto. O navio fora atingido por uma mina, que destruiu os tubos dos torpedos, mas o resto se conservou em boas condições.

WWI U-Boat Found Off The Coast Of Belgium: Relatively… http://dlvr.it/PrwlVQ #Scuba_Diving #news #scuba_diving #U_boat #Sail#Saillife

A tripulação de 23 homens esteve dentro do submarino durante os mais de 100 anos que o navio permaneceu debaixo do mar, coberto de algas e moluscos. Durante a Primeira Guerra Mundial, na Bélgica havia uma fotilha de 18 submarinos alemães, 13 dos quais foram destruídos.

S467 Minerve (1968)

O submarino francês Minerve, de 57 metros de comprimento e quase sete de largura, realizava exercícios junto com um avião de patrulha marítima ao longo da costa da Provença em 27 de janeiro de 1968. O Minerve avisou a aeronave às 8 da manhã que amarraria na base naval de Toulon uma hora depois.

O submarino Minerve, desaparecido em 1968

Embora se encontrasse a 25 milhas náuticas da base, o submarino nunca voltou ao seu destino, tendo sido realizadas operações de busca na profundidade entre 1000 e 2000 metros. Os restos do navio ou seus 53 tripulantes nunca foram encontrados.

INS Dakar (1968)

Quase no mesmo dia em que aconteceu o desaparecimento do Minerve, também nas águas do Mediterrâneo, ocorreu mais uma tragédia com um submarino, desta vez de bandeira israelita. O navio tinha pertencido à Marinha britânica, mas fora adquirido pelas Forças Armadas de Israel e rebaptizado com o nome de Dakar.

Parte do submarino INS Dakar em exibição em Haifa, Israel

Em 15 de janeiro de 1968 partiu de Gibraltar com rumo a Haifa, aonde se esperava que chegasse a 2 de fevereiro. Dez dias depois, algures entre Creta e Chipre, o navio deixou de comunicar sua posição. As forças internacionais realizaram buscas até 31 de janeiro e as forças de Israel continuaram por mais quatro dias. Durante 30 anos o destino do Dakar permaneceu um mistério até que, em 1999, foram encontrados os restos do navio. Hoje em dia uma parte dos destroços está em exibição em Israel.

USS Scorpion (1968)

Os Estados Unidos perderam um submarino nuclear, também em 1968. Os motivos pelos quais os restos do navio permanecem no fundo do oceano Atlântico, a 700 quilómetros das ilhas dos Açores, não são conhecidas até hoje. Em 16 de maio de 1968, o Scorpion saiu da base naval norte-americana de Rota, na Espanha, em direcção aos Açores, para monitorizar as actividades soviéticas na zona e depois rumar à base de Norfolk, na Virgínia. Quatro dias depois, o submersível enviou sinais de rádio para a base de Rota, que foram captados por outro destacamento na Grécia.

O submarino norte-americano Scorpion SSN-589

Uma semana após a sua chegada prevista a Norfolk, não tinham sido recebidas mensagens do Scorpion. Foram iniciadas as operações de busca, que resultou na descoberta de partes do navio no fundo do mar. As teorias sobre o desaparecimento do submarino incluíam teorias de conspiração, como um possível ataque soviético, até falhas técnicas. A Marinha dos Estados Unidos não emitiu um parecer conclusivo sobre as causas do incidente.

Submarino K-129, URSS (1968)

O submarino K-129 realizou uma série de expedições bem-sucedidas no oceano Pacífico em 1967. Em fevereiro de 1968, voltou para as águas profundas. Em meados de março, as autoridades começaram a se preocupar, porque o navio não tinha enviado sinais em duas ocasiões nas quais tinha que reportar. Ao não ter respondido a um pedido de comunicação urgente, o submarino foi declarado perdido, tendo sido enviada uma fotilha em sua busca.

Um submarino da classe 629, da mesma classe que o K-129

Os serviços secretos dos EUA considerou o envio como a provável perda do submarino e tomou nota do facto. Quando as possibilidades de recuperar o navio e os seus 83 tripulantes se desvaneceram, as buscas foram abandonadas. 

Os Estados Unidos, confiantes de que poderiam encontrar tecnologia nuclear soviética nos destroços do submarino – o submersível transportava dois torpedos com ogivas nucleares – lançou o plano Azorian, um projecto caro para recuperar o K-129 do fundo do mar. Entretanto, só conseguiram retirar fragmentos e acredita-se que eles não continham nada de relevante.

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NASA mostra abertura impressionante no Sol

O Sol (ilustração)

O observatório da NASA conseguiu captar imagens do grande buraco que apareceu na superfície do Sol entre 7 e 9 de novembro. O buraco coronal, parecido com uma mancha de tinta, observa-se perfeitamente na imagem ultravioleta da NASA.

Segundo os pesquisadores, os buracos desse tipo permitem que as partículas escapem ao espaço a alta velocidade.

"Os buracos coronais são aberturas magnéticas na superfície do Sol que permitem que o vento solar de grande velocidade se emita para o espaço", disseram os especialistas da NASA citados pelo jornal britânico DailyMail.

Os astrónomos acrescentaram que tal fenómeno pode influenciar as auroras do nosso planeta. Esse buraco foi provavelmente a fonte das auroras brilhantes que se observaram a partir a Terra.

Os buracos desse tipo podem aparecer em qualquer momento ocupando qualquer fragmento da superfície solar. Entretanto, sua aparição durante o mínimo solar – a redução na actividade do Sol – é mais possível, segundo a informação do Centro de Previsão do Tempo Espacial (SWPC, na sigla em inglês). Os cientistas afirmam que actualmente o mínimo solar está aproximando-se.

Os buracos coronais serão mais prováveis à medida que o Sol se aproxima do mínimo do seu ciclo, que dura 11 anos. De acordo com a NASA a próxima redução da actividade solar acontecerá em 2019-2020.

A shadowy, dark expanse extending across the top of the Sun and down each side was the most prominent feature in this Nov. 11 Solar Dynamics Observatory image: http://go.nasa.gov/2hRtNy7

Isso não significa que os buracos apareçam apenas durante o mínimo solar, mas nesse período eles podem manter-se durante um longo período do tempo – seis meses ou mais.

A abertura no campo magnético permite que as partículas escapem muito mais depressa do que quando o vento solar é normal. Quando essas partículas alcançam a atmosfera da Terra, podem provocar perturbações temporárias no planeta, em particular tempestades geomagnéticas que põem em perigo as redes eléctricas e o funcionamento dos satélites.

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Objecto misterioso aparece no céu pouco antes de avião aterrar

Resultado de imagem para aeroporto britânico de Heathrow

Um vídeo do aeroporto britânico de Heatrow atraiu atenção de muitos internautas. Um objecto desconhecido atravessou o céu sobre a pista de aterragem poucos segundos antes do aparecimento de um avião.

Como se pode ver na gravação, um ponto brilhante no céu percorreu uma curta distância até desaparecer. Logo depois, é visto um avião de passageiros aterrando.

Enquanto vários usuários opinam que se trata de um OVNI, especialistas asseguram que na verdade não foi nada mais do que uma estrela cadente brilhante.


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Astrónomos não descartam a possibilidade de Oumuamua ser uma nave alienígena

possibilidade de Oumuamua ser uma nave alienígena

Uma nota interessante foi publicada no Reddit, por um astrónomo convencional, a respeito desse intrigante objecto:

Astrónomos aqui! Nunca brincaria sobre isto, mas nós estamos, juro por Deus, na verdade discutindo com alguma seriedade agora, quais são as chances de que isto seja realmente uma nave espacial. Eu 100% asseguro que isto nunca aconteceu antes na minha memória, com seriedade.

Basicamente, as dimensões desta coisa sendo muito mais longo do que largo, combinadas com a parte sem poeira, são detalhes altamente irregulares. Não tão irregular que não há nenhuma maneira natural de explicá-las, mas suficientemente irregular que esta definitivamente não é a sua rocha espacial normal. E, infelizmente, realmente não vamos conseguir mais dados novos sobre esta rocha espacial, então acho que vamos especular sobre isso pelo resto da minha carreira profissional.

Porém a questão é que ela esteja girando, e nenhuma emissão térmica foi detectada. Mas não há como não dizer que seja o casco morto de uma espaço nave alienígena de milhões de anos, um dos meus colegas está argumentando, e estou argumentando que, se você tivesse seres com inteligência de computadores, talvez eles iriam hibernar por milhões de anos numa viagem os levando para onde quer que eles estavam indo (e no meu cenário, eles estavam apenas nos usando como estilingue gravitacional, bem como fazemos através dos planetas para economizar combustível).

Mas estou triste se fossem alienígenas, pois eles não quiseram ficar por aqui.

(Para ser claro, era provavelmente uma pedra espacial. Mas agora eu acredito que não podemos dizer com certeza se não era uma rocha espacial, com base nos dados.)

Existem alguns possíveis dados do telescópio Hubble e Spitzer nos trabalhos, para que possamos obter mais alguns detalhes sobre ‘Oumuamua nos próximos meses!

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O exoplaneta 55 Cancri E tem provavelmente uma atmosfera (e fluxos de lava à superfície)


Com o dobro do tamanho da Terra, pensa-se que a superterra 55 Cancri E tenha fluxos de lava à superfície. O planeta está tão perto da sua estrela, que o mesmo lado está sempre orientado para a estrela. Por isso, o exoplaneta tem um lado permanentemente diurno e um lado permanentemente noturno.

Com base num estudo de 2016 usando dados do Telescópio Espacial Spitzer da NASA, os cientistas especularam que a lava flui livremente em lagos no lado iluminado e torna-se dura na face em escuridão perpétua. A lava na face diurna refletiria a radiação da estrela, contribuindo para a temperatura geral observada do planeta.

Agora, uma análise mais profunda dos mesmos dados do Spitzer descobriu que este planeta provavelmente tem uma atmosfera cujos ingredientes podem ser semelhantes aos da atmosfera da Terra, mas mais espessa. De acordo com os cientistas, os lagos de lava diretamente expostos ao espaço sem uma atmosfera criariam pontos quentes de altas temperaturas, portanto não são a melhor explicação para as observações do Spitzer.

“Se houver lava neste planeta, cobrirá toda a superfície provavelmente”, explica Renyu Hu, astrónomos do JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia, coautor do estudo publicado na revista The Astronomical Journal. “Mas a lava ficaria escondida da nossa vista pela atmosfera espessa“.

Usando um modelo melhorado de como a energia podia fluir em todo o planeta e irradiar de volta para o espaço, os investigadores acham que o lado noturno do planeta não é tão frio como se pensava anteriormente. O lado “frio” é bastante quente, de acordo com os padrões terrestres, com uma média que ronda os 1300-1400 graus Celsius, e o lado quente tem em média 2300ºC. A diferença entre os lados quente e frio precisaria ser mais extrema caso não houvesse atmosfera.

“Os cientistas têm debatido se este planeta tem uma atmosfera como a da Terra e Vénus, ou apenas um núcleo rochoso sem atmosfera, como Mercúrio. O caso para uma atmosfera agora é mais forte do que nunca,” comenta Hu.

Os investigadores dizem que a atmosfera deste misterioso planeta pode conter azoto, água e até oxigénio – moléculas também encontradas na nossa atmosfera – mas com temperaturas muito mais elevadas. A densidade do planeta é também semelhante à da Terra, sugerindo que é igualmente rochoso. No entanto, o calor intenso da estrela-mãe será demasiado para suportar vida e não consegue manter a água no estado líquido.

Hu desenvolveu um método para estudar as atmosferas e superfícies dos exoplanetas, e anteriormente apenas o tinha aplicado aos planetas borbulhantes e gigantes chamados Júpiteres quentes.

Isabel Angelo, autora principal do estudo, da Universidade da Califórnia, Berkeley, trabalhou no estudo como parte do seu estágio no JPL e adaptou o modelo de Hu a 55 Cancri E.

Num seminário, ouviu falar de 55 Cancri E como um planeta potencialmente rico em carbono, com temperaturas e pressões tão altas que o seu interior podia conter um diamante gigante.

“É um exoplaneta cuja natureza é bastante contestada, o que eu considero excitante”, comenta Angelo.

O Spitzer observou 55 Cancri E entre 15 e junho e 15 de julho de 2013, usando uma câmara especialmente construída para observar radiação infravermelha, que é invisível aos olhos humanos. A radiação infravermelha é um indicador de energia térmica. Ao comparar as mudanças no brilho observado pelo Spitzer com os modelos de fluxo energético, os cientistas perceberam que uma atmosfera com materiais voláteis podia explicar melhor as temperaturas.

Existem muitas perguntas em aberto sobre 55 Cancri E, especialmente: porque é que a atmosfera não foi removida do planeta, tendo em conta o perigoso ambiente de radiação da estrela?

“A compreensão deste planeta ajudar-nos-á a resolver questões maiores sobre a evolução dos planetas rochosos”, conclui Hu.

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Agência Espacial Europeia mostra 15 anos de órbita da Integral num vídeo de 3 minutos

O observatório espacial da ESA está a orbitar a Terra desde 2002, monitorizando e estudando a explosão de estrelas e buracos negros gigantescos. Mas a sua "dança" nesta órbita também merece ser vista.

A INTErnational Gamma-Ray Astrophysics Laboratory está em órbita desde 17 de outubro de 2002 e tinha o fim de missão programado para 2016, mas o projeto, que junta a ESA (European Space Agency), os Estados Unidos e a Rússia, conseguiu uma extensão do seu tempo no espaço até 2018.

Em 15 anos o observatório recolheu dados relevantes de supernovas, buracos negros e as ondas gravitacionais que recentemente trouxeram novos dados às descobertas científicas no espaço.

Mas a própria sonda, ou observatório como lhe chama a Agência Espacial Europeia, é também digna de nota, sendo a mais sensível na deteção de raios gama e ajudando a analisar o impacto esta energia no Universo.

Agora a ESA decidiu partilhar um vídeo onde apresenta os 15 anos de órbitas da Integral condensados em 3 minutos.

O observatório completa uma volta à Terra a cada 72 horas, numa órbita excêntrica cujos pontos máximos e mínimos se foram alterando ao longo dos anos. A maior distância já alcançada foram os 159.967 quilómetros, em 27 de outubro de 2011, e a localização mais próxima nestes 15 anos foi a apenas 2.756 quilómetros de distância.

O fim da missão da Integral está previsto para 31 de dezembro de 2018 mas o satélite deve reentrar na atmosfera terrestre em 2029 num mergulho final.


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Rússia mostra a sua fortaleza voadora para detetar aviões inimigos

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A Rússia continua a levar a sua defesa a sério, e está a preparar a chegada de um novo avião do tipo AWACS (sistema aéreo de alerta e controlo, ou avião-radar), o Beriev A-100, cujo protótipo fez o seu voo de batismo, estando agora a caminho da entrada no ativo, prevista para 2020.

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Tal como o seu predecessor, o Beriev A-50, o A-100 é construído com base no Ilyusin Il-76, com um comprimento de 46 metros e uma envergadura de 50 metros, mas recebe novas turbinas, que são 30 por cento mais potentes que as do modelo de base, e que lhe permitem atingir uma velocidade de Mach 0,82.

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Mas o mais importante é o seu novo sistema de radar e de sensores, que prometem ser um grande salto evolutivo em relação ao que a Vega fornecia à UAC, construtora dos aviões Beriev, com uma antena giratório que completa uma rotação em cinco segundos, prometendo capacidades de deteção mais imediatas.

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