quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Inverno nuclear e asteroides: cientistas predizem extinção da humanidade em breve

Armagedom, imagem referencial

Pesquisadores norte-americanos e britânicos apresentaram um relatório oficial para Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, em que revelaram quando os seres humanos e outros mamíferos não serão capazes de viver no nosso planeta.

No relatório, especialistas indicam o perigo das mudanças climáticas impossíveis de serem evitadas por causa do uso crescente de energia mesmo com a redução da libertação de gases do efeito estufa na atmosfera.

Segundo dados, obtidos pelos pesquisadores, a temperatura em todo o mundo será insuportável para sobrevivência dos animais já entre 2200 e 2400, mesmo com a redução do crescimento populacional mundial estimado para 2100.

Além disso, os cientistas apontam outros riscos que podem vir a provocar o declínio da humanidade. Entre elas destacam-se inverno nuclear, pandemia, impacto da Terra com asteroides, bem como consequências inesperáveis da criação de inteligência artificial.

Mais cedo, famoso físico britânico, Stephen Hawking, também avisou sobre surgimento de calor insuportável na Terra.

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Descoberta a maior gruta subaquática do mundo. Tem 347 km


Mergulhadores descobriram a ligação entre dois outros sistemas de grutas no litoral do México

Um grupo de mergulhadores descobriu uma ligação entre duas cavernas subaquáticas no leste do México que revelou aquela que se julga ser a maior gruta do género em todo o mundo: tem 347 quilómetros.

A descoberta, acreditam os investigadores do projeto Gran Acuifero Maya (GAM), poderá ajudar a lançar novas luzes sobre a antiga civilização maia.

Este projeto, que se dedica ao estudo e preservação das águas subterrâneas da península de Iucatã, anunciou que a descoberta aconteceu após vários meses a explorar o labirinto de túneis subaquáticos. Mas um dos mergulhadores já procurava esta ligação há 14 anos.

Até esta descoberta, que aconteceu a 10 de janeiro e que foi anunciada na segunda-feira, o sistema Ox Bel Ha, a sul de Tulum, era o maior, com 270 quilómetros, seguido do sistema Sac Actun, a nordeste daquela região, com 263 quilómetros de extensão. O sistema agora encontrado comunica com o Dos Ojos, que tem 83 quilómetros e que vai desaparecer oficialmente - segundo as regras de espeleologia, o maior absorve o mais pequeno.

O diretor do GAM, Guillermo de Anda, citado pela Reuters, diz que este achado poderá ajudar a compreender o desenvolvimento daquela região, dominada pela civilização maia antes da conquista espanhola.


Fonte: DN

Primeiro asteroide do ano se aproximará da Terra amanhã

Asteroides (imagem ilustrativa)

Um astrónomo russo revela que fenómenos espaciais surpreenderão os habitantes da Terra. Em particular, informa-nos sobre dois asteroides que passarão próximos do nosso planeta.

"No fim de janeiro, duas aproximações de asteroides nos aguardam. Os asteroides 1993 VD e 2003 CA4 passarão a uma distância muito grande da Terra, por isso os especialistas não os consideram como ameaça", comunicou ao canal Zvezdao cientista russo Pavel Skripnichenko, que trabalha no Departamento de Astronomia, Geodésia e Vigilância do Meio-Ambiente da Universidade Federal dos Urais.

Em 18 de janeiro um dos maiores asteroides do cinturão, Vesta, voará em direcção à Terra e estará a uma curta distância do nosso planeta. Segundo estimam os astrónomos, é possível que o asteroide seja visível a olho nu. Passará perto da Terra por volta das 4h TMG.

O cientista destacou que será possível distingui-lo porque não piscará, ao contrário das estrelas, e também mudará sua posição rapidamente. O caso é realmente interessante sendo que os asteroides raramente são vistos a olho nu.

Quanto ao segundo e maior asteroide — o 144.332 — voará próximo da Terra em setembro de 2018. Seu diâmetro estimado atingirá 1,3 quilómetros, enquanto a distância entre o corpo celeste e a superfície da Terra contará com oito milhões de quilómetros.

Entre outros fenómenos espaciais incomuns esperados em 2018, encontram-se um eclipse total da Lua que ocorrerá em 31 de janeiro, indicou Skripnichenko.

De acordo com ele, a Lua terá uma cor vermelho-púrpura e será possível observá-la na América do Norte, Europa e na parte central da Rússia.

O segundo eclipse lunar acontecerá em julho de 2018 e será visível em grande parte da Europa, Ásia, parte sul da América do Norte, Austrália, Antárctida e América do Sul.

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Meteorito avistado nos EUA




Um meteorito foi avistado na costa oeste dos EUA, na noite desta terça-feira. 

O Serviço Geológico norte-americano confirma a queda do meteorito no Michigan e acrescenta que provocou um sismo de magnitude 2 na escala de Richter.

Fonte: RR

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Aviso de asteróide: Rocha espacial grande como uma casa em "órbita incerta" passagem pela Terra nos próximos dias

Asteróide-2018AJ

A NASA está monitorizando de perto a chegada de um asteróide previamente não observado que está definido passar pela Terra passada na próxima semana a 12.300 milhas por hora.

A rocha espacial havia sido invisível para os astrônomos até ao dia 5 de janeiro, mas os cientistas calcularam rapidamente o asteróide, chamado 2018 AJ, passará pela Terra terça-feira, 23 de janeiro.

Mas a NASA admite que ainda não está certa do seu caminho orbital.

Os novos asteróides recebem um código de condição entre 0 a 9 com base nos dados dos astrónomos sobre o seu curso.

Zero significa que eles são bastante certos, mas 9 é classificado como "altamente incerto".

Actualmente acredita-se que irá passar num confortável 4,6 vezes a distância da Terra à Lua.

A Lua está a 238 mil milhas da Terra e esta passagem, actualmente estimada em cerca de 1,1 milhão de milhas, é considerada uma barriga de gato em termos astronómicos.

A NASA monitoriza qualquer coisa que esteja dentro de seis milhões de milhas do nosso planeta como um asteróide próximo da Terra.

O asteróide é estimado entre 22 e 68 metros de diâmetro, o que significa que é maior do que uma casa de três andares.

Se algo desse tamanho afectar a Terra, poderia dizimar uma cidade inteira.

Em fevereiro de 2013, um meteoro desconhecido de 19 metros veio do nada para explodir no céu acima de Chelyabinsk, na Rússia, com a força de 500 mil toneladas de TNT.

E a energia libertada partiu os vidros em centenas de edifícios e mais de 1000 pessoas ficaram feridas como resultado.

Existem milhões de asteróides no sistema solar, geralmente encontrados no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter, no entanto, aqueles que passam pela Terra são chamados de objectos próximos.

Eles são corpos pequenos e rochosos que orbitam o sol, e muitas vezes são chamados de planetas menores ou planetoides porque são menores, e até mesmo a lua

Houve vários asteróides descobertos no ano passado pela NASA, que está continuamente localizando-os, mas estima que apenas conhecemos a localização de cerca de 3 por cento daqueles que estão por aí.

Um porta-voz da NASA disse: "A partir de 24 de dezembro, existem 17.495 objectos Near-Earth conhecidos (NEOs) em torno de nosso planeta; 17.389 são asteróides.

"No ano passado, descobrimos 1.985 novos asteróides próximos da Terra. Havia 1888 tais objectos descobertos em 2016 e 1.571 em 2015. "

2018 AJ é do grupo Apolo de asteróides, um grupo de asteróides próximos da Terra que regularmente passam pelo planeta.

Eles foram descobertos pelo astrónomo alemão Karl Reinmuth na década de 1930 e chamados após o primeiro a ser descoberto em 1862, o asteróide de Apollo de 1,5 km de diâmetro.

O novo, 2018 AJ foi observado pela primeira vez pelos operadores do Mount Lemmon Survey Observatory, nas Montanhas Santa Catalina, a nordeste de Tucson, no Arizona.

A NASA diz que não conhece nenhum asteróide significativo que seja esperado atingir a Terra por pelo menos em 100 anos.

A partir de 7 de janeiro, existem 1.872 objectos potencialmente perigosos descobertos nas proximidades da Terra, mas nenhum deles está em colisão.

Desde o início deste ano, mais de nove novos objectos foram descobertos.

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Cientistas descobrem uma desaceleração abrupta nunca antes vista num cometa


As observações com o Swift Space Telescope da NASA revelaram uma desaceleração abrupta e sem precedentes na rotação de um cometa.

As imagens tiradas em maio de 2017 revelaram que o cometa 41P / Tuttle-Giacobini-Kresák-41P voltou a girar três vezes mais lento do que em março, quando foi observado pelo Discovery Channel Telescope no Lowell Observatory no Arizona.

Essa desaceleração é a mudança mais espectacular na rotação de um cometa já visto, e os cientistas não estão realmente certos do que está acontecendo.

De acordo com os astrónomos, o cometa 41P orbita nosso Sol a cada 5,4 anos.

Quando um cometa se aproxima do Sol, o aumento no aquecimento faz com que o gelo na sua superfície mude directamente para um gás, produzindo jactos que jogam partículas de poeira e grãos congelados no espaço.

"O recorde anterior de uma desaceleração de cometa foi o 103P / Hartley 2, que desacelerou sua rotação de 17 a 19 horas durante 90 dias", disse Dennis Bodewits, pesquisador associado da Universidade de Maryland (UMD), no College Park, que apresentou os achados quarta-feira, 10 de janeiro, na reunião da American Astronomical Society (AAS) em Washington. "Em contraste, 41P caiu mais de 10 vezes em apenas 60 dias, de modo que a extensão e a taxa dessa mudança são algo que nunca vimos antes".

Os cientistas observam que este material forma uma atmosfera prolongada, chamada coma. As observações baseadas no solo estabeleceram o período de rotação inicial de 41P em aproximadamente 20 horas no início de março de 2017 e detectaram sua desaceleração no mesmo mês.

O cometa movia a alta velocidade a uma distância de 21,2 milhões de quilómetros da Terra no dia 1 de abril, e oito dias depois fez sua aproximação mais próxima do Sol.

O telescópio ultravioleta / óptico de Swift monitorizou o cometa de 7 de maio a 9 de maio, revelando variações de brilho associadas ao material recentemente expulso para coma.

Essas mudanças lentas indicaram que o período de rotação 41P mais do que duplicou, entre 46 e 60 horas.

As estimativas da produção de água 41P, juntamente com o pequeno tamanho do corpo, sugerem que mais de metade da sua superfície contém jactos activados pela luz solar.

Essa é uma fração muito maior de jactos activos do que na maioria dos cometas.

Os astrónomos sabem que essas áreas activas são favoravelmente orientadas para produzir pares que retardam a rotação de 41P.

"Nós suspeitamos que os jactos das áreas activas estão orientados de forma favorável para produzir os troques que retardaram a rotação de 41P", disse Tony Farnham, pesquisador principal da UMD. "Se os troques continuassem actuando após as observações de maio, o período de rotação de 41P poderia ter diminuído para 100 horas ou mais até agora".

Uma curva lenta pode tornar a rotação do cometa instável, permitindo que ele comece a cair sem um eixo de rotação fixo.

Isso produziria uma mudança dramática no aquecimento sazonal do cometa e poderia levar a futuros surtos de actividade, relatórios da NASA.


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Cientistas criaram uma Inteligência Artificial que consegue ler os seus pensamentos


Conforme os cientistas da computação tentam fazer as máquinas pensar e aprender como humanos, o meio termo ocupa-se a tentar usar a Inteligência Artificial para ler as nossas mentes.

No mais recente avanço, cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão, estudaram redes neurais profundas e descobriram que os computadores têm a capacidade de, pelo menos, visualizar o que os humanos estão a pensar.

Antes de nos ultrapassarmos a nós próprios, vale a pena recordar que a tecnologia é incipiente e aplica-se apenas em condições ideais. Se não gostar da fotografia de perfil de alguém, o seu computador não vai registar isso e divulgá-lo ao mundo. Dito isso, a nova tecnologia tem certamente impressionantes – senão sinistras – aplicações potenciais.

Os investigadores lançaram as suas descobertas – que a Inteligência Artificial pode ser utilizada para descodificar pensamentos – no BoiRxiv.

Este conceito não é sem precedentes. A aprendizagem de máquinas tem sido, com suceso, utilizada em conjunto com imagens de ressonância magnética para produzir representações visuais do que a pessoa está a pensar, embora apenas quando se trata de simples imagens binárias.


Foi mostrado aos participantes no estudo imagens naturais, de vida selvagem, por exemplo, formas geométricas e letras alfabéticas durante variáveis comprimentos de tempo. A atividade do cérebro foi registada, com um computador “descodificando” a informação para produzir visualizações da imagem anteriormente mostrada e como essa imagem se manifesta nos pensamentos do cérebro.

A equipa japonesa usou isso para aperfeiçoar novos métodos mais avançados de “descodificação” de pensamentos usando a Inteligência Artificial. A visualização, por exemplo, agora estende-se a imagens mais “sofisticadas” e hierárquicas – a equipa tweetou um exemplo de uma imagem de uma coruja em primeiro plano, com um humano em grande parte oculto, visualmente mal definido, escondido por trás. Então cultivaram uma técnica para reconstruir a imagem com base na atividade cerebral.

A capacidade de “leitura mental” da IA, afinal, é muito mais matizada do que pensávamos. Os pixels binários já “passaram à história”, com a equipa de Kyoto a provar que a IA pode detectar os objetos.

Um dos cientistas que fez a descoberta, Kamitani, falou com a CNBC sobre a rapidez com que as técnicas estão a mudar: “O nosso método anterior era assumir que uma imagem é constituída por pixels ou formas simples. Mas é sabido que o nosso cérebro processa informações visuais extraindo hierarquicamente diferentes níveis de características ou componentes de diferentes complexidades”.

“Essas redes neurais ou modelo IA podem ser usados ​​como uma proxy para a estrutura hierárquica do cérebro humano”, concluiu.

Além disso, descobriu-se que a tecnologia ainda funcionava mesmo quando os participantes pensavam numa imagem, e não apenas quando estavam a processar ativamente essa imagem.

E quais as aplicações potenciais? A Inteligência Artificial a ler-nos a mente não é propriamente um pensamento reconfortante, mas também não é uma desgraça.

A tecnologia de “leitura mental” poderia permitir que um dia sejam criadas imagens ou arte apenas através da imaginação. Para quem sofre de alucinações, os médicos passariam a conseguir vê-las, ajudando a melhorar os cuidados psiquiátricos.


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Cientistas descobrem poços lunares que podem permitir vida humana


A descoberta é de grande interesse, porque pode abrir portas à extração de gelo subterrâneo do satélite natural da Terra.

Poços descobertos na passada quarta-feira dentro de uma cratera perto do Pólo Norte da Lua poderiam ser cruciais para a criação de uma colónia humana na superfície lunar, de acordo com as últimas investigações.

A nova descoberta feita no solo da cratera Philolaus é de grande interesse, não apenas por ser recente, já que permitiria estudos sobre a evolução recente da Lua, mas também porque pode abrir portas à extração de gelo subterrâneo lunar a futuros exploradores, que poderiam abastecer-se com água, avança a RT.

Cientistas do Instituto SETI e do Instituto Mars, organizações sem fins lucrativos que investigam as origens da vida no universo, estão a explorar a teoria de que os poços lunares são, na verdade, entradas para uma rede subterrânea de tubos de lava.

No interior, a equipa acredita que há grandes depósitos de gelo, que os futuros exploradores poderiam um dia extrair em vez de ter que cavar através da superfície da Lua.


Possible Lava Tube Skylights Discovered Near the North Pole of the Moon - small pits in a large crater near the North Pole of the Moon, which may be entrances to an underground network of lava tubes | @pascalleetweets https://buff.ly/2Do98b1 

As imagens de maior resolução não permitem que os poços se identifiquem como “clarabóias” de tubos de lava com uma 100% de certezas, mas estamos a considerar o seu tamanho, forma, condições de iluminação e configuração geológica“, explicou Pascal Lee, cientista planetário do SETI e Instituto Mars, sobre as imagens recentemente publicadas.

Durante a investigação, os cientistas descobriram que muitos dos poços estão localizados ao largo de um caminho de canais subterrâneos, conhecidos como riscas curvas, que atravessam o solo da cratera, túneis que se acredita terem sido formadas durante antigos fluxos de lava basáltica.

Lee espera que uma exploração mais profunda possa ajudar a verificar se estes poços são verdadeiras clarabóias de lava e se realmente contêm gelo. “É uma possibilidade emocionante que uma nova geração de astronautas de espeleologia ou robôs espeleólogos poderiam ajudar a resolver”, comenta o perito.

“A descoberta é apaixonante e oportuna, já que nos estamos a preparar para voltar à Lua. Também nos lembra que a nossa exploração dos planetas não se limita à sua superfície, mas que deve estender-se aos seus misteriosos interiores”, comenta Bill Diamond, presidente do Instituto SETI.

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Conheça 4 aviões de assalto mais ameaçadores do mundo

Resultado de imagem para aviões de assalto

Baixa velocidade, blindagem forte e armas poderosas: na aviação militar táctica a combinação destas três características é típica somente para aviões de assalto. A época de ouro destes aviões ameaçadores, destinados ao suporte de tropas terrestres, ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial.

Com o surgimento da aviação a jacto, parecia que seus tempos acabaram definitivamente. Contudo, a história dos conflitos da segunda metade do século XX (e das primeiras guerras do novo século) provou que estes veículos simples, lentos e meio feiosos são capazes de cumprir missões em que os outros aviões, mais complexos, caros e modernos, são inúteis. A Sputnik dedicou esta matéria à selecção dos aviões de assalto mais ameaçadores que estão em serviço em diferentes países.

A-10 Thunderbolt II

No início, o avião de assalto norte-americano A-10, adoptado ao serviço pela Força Aérea dos EUA em 1977, era tratado com cepticismo. Era lento, frágil e realmente feio quando comparado com os caças "futuristas" F-15 e F-16. Por causa de sua aparência, foi apelidado de "javali-africano" (Warthog). No Pentágono estavam indecisos se este avião era ou não necessário à Força Aérea do país. Contudo, foi o próprio veículo aéreo que colocou o ponto final na discussão durante a operação Tempestade no Deserto. De acordo com os militares, em sete meses, os cerca de 150 A-10 destruíram mais de 3.000 unidades de material blindado do Iraque. Com o fogo de resposta foram derrubados apenas sete aviões de assalto norte-americanos.

A característica principal do "facócero" é a sua arma principal. O avião foi construído praticamente em torno a um canhão de sete canos rotativos GAU-8. Em um segundo, este é capaz de lançar contra o inimigo 70 projecteis de 30 milímetros, cada um pesando quase meio quilo. Mesmo uma rajada curta é suficiente para pôr fora de combate uma coluna de tanques. Além disso, o avião é capaz de transportar mísseis guiados e não guiados, bem como bombas e peças de artilharia suspensas.

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Vale destacar que este avião tem a duvidosa fama de "recordista" em fogo amigo. Durante as duas campanhas iraquianas, bem como no Afeganistão, o fogo dos A-10 atingiu por várias vezes tropas que os aviões deveriam apoiar. Aconteceu com frequência que civis também viraram alvos do A-10. O problema é que a maior parte destes aviões de assalto conta com uma electrónica simplificada ao máximo que nem sempre permite identificar o alvo no campo de batalha. Não é surpreendente que quando eles aparecem no ar não são somente os inimigos que saem correndo, mas suas próprias forças também.

Su-25

Este famoso avião soviético descolou pela primeira vez em 22 de fevereiro de 1975, e até agora está ao serviço em mais de 20 países. Seguro, potente e com grande capacidade de sobrevivência, este avião conquistou rapidamente o amor dos pilotos. O Su-25 possui um conjunto potente de armas: canhões, bombas, misseis guiados e não guiados "ar-terra" e mísseis guiados "ar-ar". Além do canhão GSh-30-2 de 30 milímetros, o avião pode ser equipado com 32 tipos diferentes de armas.

A principal característica do Su-25 é sua protecção. A cabine do piloto está coberta por blindagem em titânio cuja espessura é de 10 a 24 milímetros. Todos os sistemas cruciais do avião são revestidos por titânio e são duplicados. Quando um deles fica danificado, o outro entra em funcionamento imediatamente.

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Seu baptismo de fogo aconteceu no Afeganistão. A baixa velocidade de voo permitia-lhe realizar ataques em condições complexas de montanhas e salvar a infantaria cuja situação parecia desesperada. Durante os 10 anos de guerra foram derrubados 23 aviões de assalto. Enquanto isso, não foi registado nenhum caso de perda de avião devido à explosão de reservatórios de combustível ou à morte do piloto. Houve casos em que os Su-25 voltavam à base após as missões com mais de cem brechas na fuselagem. Foi a campanha afegã que deu ao avião russo o seu segundo apelido de "tanque voador".

EMB-314 Super Tucano

Em comparação com os pesados Su-25 e A-10, o avião turboélice de assalto brasileiro Super Tucano é mais parecido com uma aeronave de acrobacia aérea ou de treino. É verdade que inicialmente este veículo de dois lugares foi projectado como avião de treino para pilotos militares. Posteriormente, o BEM-314 que descolou pela primeira vez em 2 de junho de 1999, foi aperfeiçoado. A cabine do piloto foi protegida com uma blindagem de kevlar, e na fuselagem foram incorporados duas metralhadoras de 12,7 mm. Além disso, o avião é capaz de transportar um canhão de 20 milímetros, bem como mísseis não guiados e bombas de queda livre.

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É evidente que os tanques não têm nada a temer de tal tipo de aeronave, além disso, a blindagem de kevlar não protege do fogo da artilharia antiaérea. Contudo, o Super Tucano não tem como objectivo participar de operações militares convencionais. Estes aviões são utilizados largamente contra a guerrilha. Em particular, são utilizados pelo governo da Colômbia na luta contra narcotraficantes. No momento, o avião de assalto brasileiro está participando do concurso da Força Aérea dos EUA para compra de 200 aviões que serão utilizados no Afeganistão contra talibãs.

Alpha Jet

O avião de assalto ligeiro Alpha Jet, desenvolvido pela empresa alemã Dornier junto com o consórcio Dassault-Breguet, tem sido utilizado desde 1977, e actualmente está ao serviço de 14 países. Estes aviões têm como objectivo alvos móveis ou estacionários, principalmente no campo de batalha ou em profundidade táctica defensiva. Eles permitem resolver tarefas como suporte aéreo de tropas terrestres, isolamento do campo de batalha, negação da possibilidade de o inimigo suprimir reservas e munições, bem como vigilância aérea acompanhada por ataques contra os alvos detectados.

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Entre as particularidades do Alpha Jet vale destacar sua alta capacidade de manobra e grande capacidade de carga útil para a sua categoria – 2,5 toneladas. Sendo assim, o avião pode ser equipado com um arsenal impressionante de armas: um canhão DEFA 553 de 30 mm ou um canhão Mauser de 27 mm ou duas metralhadoras de 12,7 mm, bombas de queda livre de até 400 quilos e misseis não guiados de 70 mm. Estas armas permitem a este avião de assalto ligeiro e barato combater qualquer tipo de alvos terrestres, desde a infantaria até tanques e fortificações.

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A estação espacial chinesa fora de controle poderá cair na Terra mais cedo do que era esperado

A estação espacial chinesa fora de controle poderia cair na Terra mais cedo do que o esperado

Até agora, estimava-se que o impacto no nosso planeta seria em meados de março.

A estação espacial chinesa Tiangong-1, fora de controle desde março de 2016, poderá atingir a Terra um pouco mais cedo do que era esperado. Conforme relatado pela Rede de Vigilância Espacial dos EUA, citada pela Interfax , seus restos irão atravessar a atmosfera da Terra no final de fevereiro .

A previsão, que é continuamente actualizada, calcula que a queda da estação, de 8 toneladas de peso, ocorrerá possivelmente no dia 22 do próximo mês. Os componentes capazes de resistir ao calor extremo durante o voo atmosférico cairão na Terra. Embora a China espera que o Tiangong-1 caia até o final de março, o tempo espacial torna-se difícil de prever exactamente quando e onde isso ocorrerá.

Pequim disse que a maioria das partes do artefacto será queimado e destruído durante o processo de entrar na atmosfera. No entanto, o Centro de Estudos de Orbitas e Reentrada de Detritos da Corporação Aeroespacial (CORDS) calcula que o fenómeno poderia ser acompanhado pela dispersão de substâncias altamente tóxicas, como o combustível perigoso chamado hidrazina.

Actualmente, a nave espacial chinesa está circulando o planeta com uma inclinação orbital de 42,8 graus. Isso significa que poderia pousar em qualquer lugar da Terra entre 42,8 graus de latitude norte e 42,8 graus de latitude sul, e em qualquer extensão.

As chances dos restos da estação espacial cair numa área habitada são 1 em 10000, uma vez que a água cobre aproximadamente três quartos da Terra.

Fonte: RT

Em 2018 a humanidade poderá ver o seu primeiro buraco negro


Os buracos negros já fazem parte do conhecimento popular há décadas. Sabemos que são lugares no espaço de onde nada, nem mesmo partículas que se movem à velocidade da luz, consegue escapar. Sabemos também que há um buraco negro enorme no meio da nossa Via Láctea – assim como noutras galáxias. Apesar disso, nunca vimos um. Segundo os especialistas, 2018 será o ano em que isso finalmente vai acontecer.

Albert Einstein previu a existência de buracos negros na teoria da relatividade geral, mas mesmo o físico não estava 100% convencido de que realmente existissem. Até agora, ninguém conseguiu produzir evidências concretas de que de facto existam.

A esperança dos cientistas para mudar isso está no Event Horizon Telescope (EHT). Apesar do nome, o EHT não é só um telescópio, mas uma rede de telescópios em todo o mundo. Trabalhando em conjunto, os dispositivos podem fornecer todos os componentes necessários para que finalmente sejamos capazes de capturar a imagem de um buraco negro.

Para fazer isso, seria preciso um telescópio mais ou menos do tamanho da Terra – e é mais ou menos isso que o EHT é, na prática.

“Primeiro, é necessário uma ampliação ultra alta – o equivalente a contar as covinhas numa bola de golfe em Los Angeles quando está sentado em Nova Iorque”, compara o diretor do EHT, Sheperd Doeleman. “Em seguida, é necessária uma forma de ver o gás na Via Láctea e o gás quente que envolve o próprio buraco negro. Isso requer um telescópio tão grande como a Terra, que é onde o EHT entra”.

A equipa do EHT criou um “telescópio virtual de tamanho terrestre”, explica Doeleman, usando uma rede de radiotelescópios individuais espalhados pelo planeta. Os cientistas sincronizaram os telescópios para que observassem o mesmo ponto no espaço ao mesmo tempo e fossem capazes de gravar as ondas de rádio detetadas.

A ideia é que a imagem produzida pela combinação destes dados seja comparável a uma que poderia ter sido criada usando um único telescópio de tamanho terrestre.

O primeiro teste começou em abril de 2017. Ao longo de cinco noites, oito telescópios em todo o mundo ficaram de “olhos” postos em Sagitário A * (Sgr A *), um ponto no centro da Via Láctea que os investigadores acreditam ser a localização de um buraco negro supermassivo.

Os dados do Telescópio do Polo Sul chegaram ao Observatório Haystack, do MIT, apenasem dezembro, devido à falta de voos de carga na região.

Agora que a equipa tem os dados dos oito telescópios, podem começar a análise com a esperança de produzir a primeira imagem de um buraco negro.

Uma imagem de um buraco negro não só provaria definitivamente que eles existem, como também revelaria novas informações sobre o universo, principalmente em escalas maiores.

“Acredita-se que os buracos negros supermassivos no centro das galáxias e as galáxias em que vivem evoluem ao longo dos tempos cósmicos, de modo que observar o que acontece perto do horizonte do evento ajudar-nos-à a compreender o universo em escalas maiores”, diz Doeleman.

O cientista acrescenta que, no futuro, os investigadores deverão ser capazes de fazer imagens de um único buraco negro ao longo do tempo. Isso permitiria aos cientistas determinar se a teoria da relatividade geral de Einstein é verdadeira ou não na fronteira do buraco negro, além de estudar como os buracos negros crescem e absorvem a matéria.

Por mais empolgante que a pesquisa pareça, as observações do buraco negro em Sagitário A * são apenas as primeiras usando o EHT, e Doeleman está a manter as expectativas sob controlo.

“Não temos garantia do que veremos, e a natureza pode nos atirar uma bola curva. No entanto, o EHT agora está em funcionamento, pelo que, ao longo dos próximos anos, trabalharemos para fazer uma imagem para ver como realmente se parece um buraco negro”, garante.

Não há ainda uma data para a publicação dos resultados. Segundo Doeleman, precisamente porque a equipa está a trabalhar com cuidado, mas é provável que a Terra veja o seu primeiro buraco negro em 2018.

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Objecto com tecnologia alienígena realmente visitou nosso sistema solar, alguns cientistas estão convencidos

Objeto com tecnologia alienígena realmente visitou nosso sistema solar

O estranho objecto em forma de charuto que entrou recentemente no nosso sistema solar é “uma sonda alienígena com motores avariados”, afirmou um especialista, e muitos outros cientistas, inclusive o professor britânico Stephen Hawking, agora acreditam que esse objecto desconhecido era de facto algum tipo de tecnologia alienígena.

A entidade misteriosa desconhecida, que foi baptizada de ‘Oumuamua’, foi, em primeiro lugar, considerada um cometa ou um asteroide de acordo com os cientistas, tornando este o primeiro objecto a entrar no nosso sistema solar a partir do espaço interestelar!

Mas foi apenas após uma inspecção mais próxima desse estranho objecto, que os principais cientistas, inclusive um grupo apoiado por Stephen Hawking, alegaram que havia algo estranho sobre ele. Curiosamente a mídia corporativa manteve-se em silêncio sobre essa teoria

Um pesquisador, o Dr. Jason Wright, da Penn State University (EUA), está convencido de que o objecto é uma nave extraterrestre, e diz que a forma como o objecto se move sugere que o motor tenha avariado.

Oumuamua está actualmente vagando pelo espaço e o objecto de quatrocentos metros de comprimento está viajando a incríveis 315.000 quilómetros por hora!

Em seu intrigante blog, o Dr. Wright escreve:

Tais naves abandonadas, se estiverem viajando tão rápido que escapem da galáxia, eventualmente ‘termalizariam‘ com as estrelas e acabam se comportando como qualquer outro cometa ou asteroide interestelar.

Na verdade, uma vez que elas (presumivelmente) já não têm controle de atitude, seria de se esperar que eventualmente começassem a cambalear, e se forem muito rígidas esse cambaleio pode distingui-las dos asteroides interestelares comuns … e na verdade, só porque sua propulsão está avariada não significa que seus transmissores de rádio estariam também avariados.

O professor associado de astronomia e astrofísica acrescenta que o objecto poderia ser uma ‘sonda Von Neumann‘, que é uma nave hipotética que visita outros sistemas estelares para pesquisa em potencial!

Ele continua:

Tal descoberta implicaria que há muitas dessas coisas no sistema solar em qualquer momento (mesmo que estejam deliberadamente almejando o Sol, elas são difíceis de detectar e perderemos a maioria delas) e, portanto, muitas oportunidades para estudá-las…

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A NASA inventou uma nova e incrível técnica de navegação espacial


A NASA inventou um novo tipo de sistema de navegação autónomo que poderia levar uma nave espacial feita por humanos a conquistar o Sistema Solar (e a chegar ainda mais longe), ao usar pulsares com estrelas-guia.

Chama-se Explorador de Estação para Tecnologia de Sincronização e Navegação de Raios-X, ou SEXTANT, (nomeado de acordo com um instrumento de navegação náutico do séxulo XVIII) e utiliza tecnologia raio-x para ver pulsares de milissegundos, usando-os da mesma forma que o GPS utiliza satélites.

“Esta demonstração é um avanço para uma exploração espacial profunda no futuro”, disseo diretor de projeto Jason Mitchel da Centro Espacial Goddard da NASA. “Como os primeiros a mostrar a navegação raio-x completamente autónoma e em tempo real no espaço, estamos a liderar este campo”.

Os pulsares são estrelas de neutrões altamente magnetizadas e de rotação rápida – o resultado de o núcleo de uma estrela maciça a colapsar e subsequentemente explodir.

Quando rodam, estas estrelas emitem radiação electromagnética. Além disso, são extraordinariamente regulares – no caso de alguns pulsares de milissegundos, que conseguem girar centenas de vezes num segundo, a sua regularidade consegue rivalizar com os relógios atómicos.

Foi isto que levou à ideia por trás do SEXTANT. Como estes pulsares são tão regulares, e como têm posições fixas no cosmos, podem ser usadas da mesma forma que um sistema de posicionamento global usa relógios atómicos.

O SEXTANT funciona como um recetor GPS, que recebe sinais de pelo menos três satélites GPS, todos equipados com relógios atómicos. O recetor mede o atraso de tempo de cada satélite e converte-o em coordenadas espaciais.

A radiação electromagnética a radiar dos pulsares é mais visível no espectro raio-x, razão pela qual os engenheiros da NASA escolheram empregar a deteção raio-x no SEXTANT.

Para isso, usaram um observatório do tamanho de uma máquina de lavar roupa anexado à Estação Espacial Internacional. Chamado Explorador de Composição Interior de Estrelas Neutras, ou NICER, contém 52 telescópios raio-x e detetores de derivação de silício para estudar estrelas de neutrões, incluindo pulsares.

Os cientistas dirigiram o NICER para travar quatro pulsares, J0218+4232, B1821-24, J0030+0451, e J0437-4715 – pulsares tão precisos que os seus pulsos podem ser precisamente previstos pelos próximos anos.

Durante dois dias, o NICER tirou 78 medidas desses pulsares, que eram alimentados pelo SEXTANT. Este era depois utilizado para calcular a posição do NICER na órbita à volta da Terra na Estação Espacial Internacional.

A informação foi depois comparada com os dados GPS, com o objetivo de localizar o NICER num raio de 16 quilómetros. Num espaço de oito horas, o sistema calculou a posição do NICER e permaneceu abaixo do limite de 16 quilómetros para o resto da experiência.

“Isto foi muito mais rápido do que as duas semanas que tínhamos previsto para a experiência”, disse o arquiteto do sistema SEXTANT, Luke Winternitz. “Tivemos indicações de que o nosso sistema poderia funcionar, mas a experiência do fim de semana demonstrou finalmente a habilidade do sistema para funcionar de forma autónoma.

Pode ainda demorar alguns anos para que a tecnologia seja desenvolvida para um sistema de navegação adequado para o espaço profundo, mas o conceito foi aprovado.

Agora, a equipa vai arregaçar mangas para o refinar. Os cientistas vão atualizar e ajustar o software em preparação para outra experiência já no segundo semestre de 2018. A equipa espera também reduzir os requisitos de tamanho, peso e energia do hardware.

Eventualmente, o SEXTANT poderia ser usado para calcular a localização de satélites planetários longe da gama de satélites de GPS terrestres e auxiliar em missões de voo espacial humano.

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domingo, 14 de janeiro de 2018

Avião sai da pista e para com o nariz a poucos metros do mar


Boeing 737 saiu da pista durante a aterragem e deslizou por uma escarpa junto ao mar

Um avião com 162 passageiros a bordo saiu da pista quando aterrava na noite de sábado no aeroporto de Trabzon, na Turquia. O Boeing 737-800 da companhia aérea turca Pegasus chegava de Ancara e derrapou ao aterrar em Trabzon, uma cidade costeira banhada pelo Mar Negro.


Quando saiu da pista, deslizou por uma escarpa junto ao mar e deteve-se inclinado a poucos metros da água, apenas porque as rodas terão ficado presas no solo acidentado.

Os 162 passageiros e seis tripulantes não ficaram feridos, tendo sido de imediato retirados da aeronave. "Começámos a inclinar-nos para um lado, depois para a frente, houve pânico, pessoas a gritarem", disse às agências turcas uma passageira, Fatma Gordu.


A companhia emitiu entretanto um comunicado dizendo que se tratou "incidente de excursão". O governador local confirmou que foram resgatados todos os passageiros e tripulação e que foi aberta uma investigação para apurar as causas do acidente.



Fonte: DN

sábado, 13 de janeiro de 2018

Chineses filmam 'objecto desconhecido' cruzando o céu

Lançamento do foguete Long March-3III com satélite chinês Beidou (foto de arquivo)

Moradores da província chinesa Guanxi conseguiram captar o momento da queda de "um objecto misterioso" do espaço que explodiu depois colidir com a Terra.

Posteriormente as autoridades determinaram que esse objecto era o acelerador do foguete portador Longa Marcha 3B, ou Chang Zheng 3B, que foi lançado a 12 de janeiro para transportar para a órbita dois satélites do sistema de navegação BeiDou.

As autoridades afirmam que a zona da queda foi determinada de antemão.

​Em novembro do ano passado, a China lançou simultaneamente dois satélites Beidou-3 com o mesmo foguete portador. Em 2018, Pequim planeia colocar em órbita mais de 10 satélites. Segundo o plano, até 2020 o sistema de navegação global elaborado na China, concorrente do GPS americano e do GLONASS russo, deverá consistir de 35 satélites.



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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Um buraco negro "sem maneiras": cientistas detetam dois "arrotos" seguidos


É a primeira vez que se consegue demonstrar algo que já foi considerado na teoria, a ideia de que os buracos negros funcionam em ciclos

Astrónomos captaram um espetáculo espacial inédito: duas emissões de partículas do mesmo buraco negro, depois de sugar gás quente, conforme relatam num artigo no Astrophysical Journal.

Não é novidade que os buracos negros "ejetam" alguma energia depois de sugarem gás cósmico. Mas o que os astrónomos conseguiram captar desta vez foi um acontecimento inédito, salientam. Com a ajuda dos telescópios espaciais Hubble e Chandra, detetaram o que descrevem como "dois arrotos" de um buraco negro localizado no centro de uma galáxia, a SDSS J1354+1327, a 800 milhões de anos-luz.

"Existem muitos exemplos de buracos negros com ejeções singulares, mas nós descobrimos uma galáxia com um buraco negro supermassivo que emitiu partículas não uma, mas duas vezes", refere Julie Comeford, da Universidade de Colorado, EUA, citada pela BBC. "Tivemos a sorte de observar esta galáxia numa altura em que podemos ver claramente sinais de ambos os eventos", acrescenta numa comunicado no site do Hubble.

A astrónoma brinca que os buracos negros têm apetites vorazes, mas não têm "maneiras à mesa", usando uma analogia para melhor explicar o fenómeno: "Imaginem alguém a jantar na cozinha e a comer e a arrotar, a comer e a arrotar. Entras na divisão e há um arroto antigo ainda a pairar no ar. Ao mesmo tempo, a pessoa está a comer a refeição e volta a dar um arroto que fica também no ar."

Um "arroto", neste caso, é a emissão de partículas de grande energia pelos buracos negros, que são expelidas para o espaço interestelar.


O telescópio Hubble captou uma nuvem de gás azul e verde perto do buraco negro, o resultado de uma ejeção anterior que já se tinha expandido até 30 mil anos-luz do buraco negro. Logo depois, os especialistas repararam numa nova ejeção. "Este novo arroto move-se como uma onda de choque bastante rápida", avançou Comeford.

É a primeira vez que se consegue demonstrar algo que já foi considerado na teoria, a ideia de que os buracos negros funcionam em ciclos: comer, arrotar, dormir, e começar de novo.

A razão para a dupla ejeção, acreditam os cientistas, tem a ver com o facto de o buraco negro ter feito duas refeições separadas - talvez devido a uma colisão entre galáxias, o que se traduz numa grande quantidade de gás cósmico.


Fonte: DN

França lança nanossatélite para observar misterioso sistema planetário na Via Láctea

Imagem relacionada 
 
A França lança esta sexta-feira o nanossatélite PicSat para observar um sistema planetário misterioso e relativamente novo na Via Láctea.

Desenvolvido por uma equipe do Observatório de Paris e apoiado pelo Conselho Europeu de Pesquisa (ERC), o PicSat está programado para ser lançado esta sexta-feira num foguete indiano PSLV.

Equipado com um telescópio óptico de 5 centímetros e painéis solares para alimentar seus sistemas, o satélite em miniatura orbitará a Terra a uma altitude de cerca de 500 quilómetros para estudar a estrela maciça Beta Pictoris e seu planeta Beta Pictoris b, de acordo com os cientistas que dirigem a missão.

Descoberto em 1984, a Beta Pictoris está localizada a cerca de 60 anos-luz da Terra na constelação do sul de Pictor. Tem "apenas" 20 milhões de anos, tem uma massa de cerca de 1,8 vezes a do nosso sol e está rodeada por um enorme disco de detritos ricos em carbono e oxigénio — materiais dos quais os corpos cósmicos são formados.
 
PicSat: Eye on Beta Pictoris http://j.mp/2DiOcSJ
 
Ao apontar o telescópio directamente para a estrela, os pesquisadores esperam recolher dados científicos essenciais que os ajudem a entender melhor os processos de formação planetária e evolução do sistema solar.

O foco principal será a Beta Pictoris b, que é cerca de 16 vezes maior e 3.000 vezes mais maciço do que a Terra, mas com dias que duram apenas cerca de oito horas. Ele orbita sua estrela a uma distância de oito vezes a da Terra ao sol, girando a uma velocidade vertiginosa de cerca de 90.000 quilómetros por hora.
 
 
PicSat nearing tomorrow's launch. Ambitious CubeSat mission to track transit of Beta Pictoris b. Good luck CNES and PicSat team! 
 
A equipe pretende detectar o trânsito raro e curto do planeta em relação à estrela, um evento que ocorre aproximadamente uma vez a cada 18 anos e dura apenas algumas horas. O próximo trânsito deve acontecer entre julho e março de 2018. Medindo a quantidade de luz que Beta Pictoris bloqueia durante seu trânsito, os astrónomos poderão recolher detalhes sobre sua massa, densidade e composição da atmosfera. Os cálculos, porém, podem ser imprecisos.

"Nós não estamos 100% seguros de que o trânsito acontecerá. A órbita de Beta Pictoris b não é bem conhecida", disse o chefe da missão, Sylvestre Lacour. Ele acrescentou que, se as previsões da equipe estiverem erradas, o PicSat observará outros objectos secundários orbitando a estrela.

O pequeno PicSat mede 10x10x30 centímetros e pesa 3,5 quilos. O consumo de energia do satélite é de apenas 5W, equivalente ao de uma lâmpada económica.
 
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